Aqui têm, meus senhores, a Espanha que José Luís Zapatero deixa ao mundo. Amparados pela intolerância militante do presidente do governo e das suas pajíns e aídos, os novos torquemadas perderam toda a vergonha e já nem escondem o programa totalitário. Só falta a fogueira na Plaza Mayor, mas lá chegaremos.
Grupos laicistas exigen que la Fiscalía vigile las declaraciones del Papa en Madrid:
Europa Laica pide que se rechace cualquier crítica del Papa contra formas de convivencia de la sociedad española, leyes aprobadas democráticamente o debates legislativos, “elevando la correspondiente queja a la institución Iglesia católica e, incluso, si se considera, tomen otras medidas jurídicas”.
Mas os tais grupos não podem exigir o que lhes der na gana? E a PGR agirá como entender?
A liberdade é espetacular quando é só dos nossos, não?
Posso exigir a proibição da liberdade de expressão? Posso, mas depois não posso esperar que respeitem a minha.
Um «espetaculo» é um pequeno espeto?
Ah, o PGR não pode agir como entender: apenas pode agir segundo a lei e o estado de direito, que não prevê censuras nem que a ciência ou a saúde sejam usadas como desculpas para calar outrém.
A Igreja católica, hoje como sempre o inimigo nº 1 da Revolução.