E agora, Obama?

Um princípio de negociação da discussão do processo de paz. (o desenho representa as fronteiras pré-1967).

5 pensamentos sobre “E agora, Obama?

  1. Penso que a posição oficial dos EUA sempre foi essa (algo como “quando for possivel uma paz duradoura, Israel deve regressar às fronteiras de 1967, eventualmente com algumas trocas de território de parte a parte”).

    Parece-me que tanto anti-obamistas como pró-obamistas estão a tentar ver uma “change” imaginária.

  2. Aliás, veja-se o endereço da embaixada norte-americana em Israel:

    U.S. Embassy Tel Aviv
    Passport Unit
    71 Hayarkon Street
    Tel Aviv Israel 63903

    Não nota nada?

  3. JS

    Obama: “…The borders of Israel and Palestine should be based on the 1967 lines with mutually agreed swaps,…”

    Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu, in front of President Obama and the media, explicitly rejected the president’s call for a Palestinian state based on the pre-1967 borders.

    Mais uma vez a diferença entre o discursos de um homem de estado e o de um assistente social, “President for a day”.

  4. JS

    As anteriores administrações (os Presidentes) dos EUA, têm posições registadas que aludem as fronteiras de 1967 como não mandatórias no que respeita à formação de um estado palestiniano, obviamente.
    Em campanha, o candidato Obama, em Israel, confirmou que aqueles princípios seriam mantidos….
    Distraído, inculto, desilegante, ou mal aconselhado, na véspera da visita do PM israelita, tentou introduzir as fronteiras 1967 como clásula (!?). Basta que nos lembremos que essas fronteiras, na zona mais crítica, nem sequer eram com um inexistente estado da palestina, mas sim com a Jordânia.

    O “President” foi diplomaticamente “lectured” perante uma nação atónita, senão envergonhada.
    Há problemas do médio oriente: Além do petróleo, o Irão nuclear, o Iraque instável, a “primavera” Egipcia, Síria e o islamismo agressivo, uma Turquía -a namorar a China e o nuclear- desde que rompeu com a incompatível Europa ….
    Um conflito de 12 séculos, entre Judeos e Arabes, é muita fruta para um Presidente, do outro lado do mundo, e com 2 anos de mandato à sua frente.
    Benjamin Netanyahu, por seu lado, tem dois milénios e meio de cultura e sobreviencia atráz de si.
    Será que Oabama julga que alguma vez conquistará a simpatia arabe, mesmo à custa de Israel? Ingenuidade.

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