Não vão por aí

O consumo de combustiveis caiu 17% segundo o DE. As razões são fáceis de compreender: por um lado temos os bancos centrais com politicas que impulsionam o preço das matérias primas, por outro temos o Estado que, com a sua carga fiscal, consegue mais do que duplicar o preço dos combustiveis.

Que fique pois o aviso ao FMI e ao próximo governo: Os portugueses já estão a ser chupados até ao tutano pelas politicas fiscais implementadas pelo governo de José Sócrates, não existe capacidade para pagar mais impostos. Não vão por aí. Ignorem qualquer receita que achem que vão conseguir sacar à malta porque não vão e concentrem-se em cortar na despesa.

2 pensamentos sobre “Não vão por aí

  1. Luís Lavoura

    O Nuno Branco só vê uma razão para a subida do preço dos carburantes (a produção de dinheiro pelos Bancos Centrais) e omite ver a mais óbvia – o desequilíbrio entre a oferta e a procura de carburantes.

    Os impostos são uma taxa fixa. Eles não explicam nem a subida nem a descida dos preços dos carburantes.

  2. Vejo a procura e oferta de notas a afectar o preço do petróleo. De resto O Lavoura devia informar-se sobre o IVA, ao que consta é um valor percentual.

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