Still, few dare defend the most effective policy option: a managed sovereign-debt default

Bailout proponents continue to sing its praises. By forcing the troubled government to change its economic policy, it supposedly fosters growth and prevents further debt crises. By imposing the majority of the costs on the rescued countries, it purportedly stiffens their fiscal discipline. Finally, by preventing a sovereign default by a member of the eurozone, it allegedly stabilises debt and currency markets.

Upon closer inspection, however, none of these benefits materialise. In Greece and Ireland, bailouts did not stabilise markets, did not encourage economic growth, and did not inspire a change of heart about credit. If anything, these cases suggest that, within the straitjacket of a monetary union, the bailout mix does not work. It requires strict fiscal measures that discourage economic growth and make it impossible to lower the debt-to-GDP ratio.

On the contrary, the conditional bailouts imposed on Greece, Ireland, and, now, Portugal, lead to an insidious cycle of spending cuts and tax rises which produce economic stagnation, social unrest and political turmoil.

(…)

A managed default could bring three benefits.

The immediate debt relief would make space for growth-oriented reforms with visible short-term results.

A sovereign default would also give markets a firm signal about the EU’s commitment to limit moral hazard. Whereas a bailout supposedly disciplines the demand side of credit markets, a default effectively disciplines both demand and supply, producing a long-term stabilising effect.

(…)

Pretending the default option does not exist violates fundamental economic principles that will eventually override any political preference. To avoid wasting a decade, the governments of Greece, Ireland and Portugal should force Europe to discuss a debt restructuring.

4 pensamentos sobre “Still, few dare defend the most effective policy option: a managed sovereign-debt default

  1. Luís Lavoura

    “The immediate debt relief would make space”

    Um default apenas alivia o Estado de ter que pagar os juros da dívida. No entanto, se o Estado continuar a ter défice, nova dívida continuará a acumular-se. De facto não se acumulará porque, a partir do default, ninguém mais estará disposto a emprestar dinheiro ao Estado. Portanto, o default só é uma opção para um Estado que já tenha o seu orçamento primário (isto é, sem pagamento de juros) equilibrado.

  2. Ricardo Campelo de Magalhães

    A vantagem do default é mesmo sinalizar o mercado que NÃO deve emprestar dinheiro ao Estado Português…

  3. elisabetejoaquim

    Luís, um Default não é necessariamente “não pagar juros da dívida”, pode ser pagar por exemplo metade dos juros, ou duplicar a maturidade, ou ambos, etc. O Default é uma opção sempre que cumprir acordos com os credores se torna impossível, basta olhar para a História.

  4. elisabetejoaquim

    Ricardo, e é mesmo disso que precisamos: já chega de deixarmos incompetentes nos endividarem a seu belo prazer.

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