Uma certa forma de estar

Pacifismo.

Recently, in Lahore – where Davis was arrested – Hafiz Saeed, leader of the radical Islamic group Jamaat-ud-Dawah, spoke to an audience of some 20,000 militants and called for atomic jihad on India.

 

Não temos nada a ver com isso.

Pakistan’s jump from an estimated 60 to 110 nuclear weapons is unlikely to shift the balance of power vis a vis India. With 60 warheads, Pakistan possessed enough weapons for a viable nuclear deterrent and second-strike capability against India or any other nation. While the jump to 110 weapons may put Pakistan’s arsenal slightly ahead of India’s in numerical terms, it does not increase the effectiveness of Pakistan’s deterrent.

In fact, Pakistan’s focus on nuclear buildup appears unlikely to improve the country’s security in any way. While relations between Pakistan and India are far from cordial, the most immediate threats to Pakistani stability are domestic. Heavily reliant on foreign aid, Pakistan faces severe economic problems as well as an armed, extremist insurgency. Additional nuclear weapons are unlikely to help the Pakistani government solve either of these internal problems — particularly considering the fact it’s almost impossible to think of a situation in which it makes sense for a government to use nuclear weapons domestically.

 

9 pensamentos sobre “Uma certa forma de estar

  1. tric

    é problema deles, matem-se uns aos outros… o problema de Portugal é desemprego e o crescimento economico, que é a nossa bomba atómica que está prestes a rebentar dentro de casa…fuck islam, fuck jews, fuck the world…save Portugal!!!

  2. Luís Lavoura

    “relations between Pakistan and India are far from cordial”

    Isto é verdade, mas o facto é que o comércio entre os dois países, nomeadamente de produtos alimentares (batatas do Pandjab, etc), é cada vez maior. E também é um facto que a maioria dos paquistaneses nada tem contra os indianos, nem vice-versa; só no Pandjab (e na Caxemira) é que a separação entre os dois países foi traumática. Finalmente, um facto menos conhecido, mas não obstante verdadeiro, é que a maioria dos paquistaneses não adere a fundamentalismos religiosos. Tal como a Irmandade Muçulmana é objeto de grande atenção mas não tem mais de 15% dos egípcios, também no Paquistão a imensa maioria das pessoas não adere a fundamentalismos islâmicos.

  3. ruicarmo

    Luís Lavoura,
    depois da sua explicação, os indianos estão mais descansados. Até o “tic-tac” nuclear regional diminuíu de intensidade.

  4. lucklucky

    Luís Lavoura ainda não percebeu que 15% é provavelmente uma maioria dentro dos politizados, ou seja gente com energia e capacidade de sacrifício para mudar. Na população 60% -70% limitam-se as escolher o cavalo que parece mais forte e não resistem ao ímpeto dos fanáticos.

    “é problema deles, matem-se uns aos outros… o problema de Portugal é desemprego e o crescimento economico, que é a nossa bomba atómica que está prestes a rebentar dentro de casa…fuck islam, fuck jews, fuck the world…save Portugal!!!”

    A idiotice habitual. Quanto mais próspero for o mundo mais ricos seremos nós.

  5. Lusitânea

    Pá se a malta tivesse a “bomba” toda a gente pagava.Tal como acontece na Coreia do Norte e no Paquistão
    Como não temos vamos continuar a africanizar.A cumprir as ordens de Bruxelas, ou de Berlim se preferirem caminhos mais curtos…

  6. lucklucky

    Takeover:

    Google executive Wael Ghonim, who emerged as a leading voice in Egypt’s uprising, was barred from the stage in Tahrir Square on Friday by security guards, an AFP photographer said. Ghonim tried to take the stage in Tahrir, the epicentre of anti-regime protests that toppled President Hosni Mubarak, but men who appeared to be guarding influential Muslim cleric Yusuf al-Qaradawi barred him from doing so.

    Ghonim, who was angered by the episode, then left the square with his face hidden by an Egyptian flag.

  7. ruicarmo

    lucklucky,
    se ficar assim, por episódios desses, não será nada mau. Vamos esperar para ver qual a realidade – optimista ou pessimista – que o futuro ditará.

  8. JS

    LL … Tal como o Partido Comunista cá durante o PREC.
    Ainda vai passar muita água por debaixo das pontes do Nilo.

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