Não votei na renovação do contrato de arrendamento do sr. Silva por mais 5 anos, a continuar com tiradas destas, é bom que o professor Marcelo esqueça o meu voto em 2016, a outra alternativa socialista ligeiramente à direita do PS, é para esquecer, no cherne não voto…
Há “neoliberais” que apoiam Passos Coelho.
Ninguém tem o exclusivo do termo ou da doutrina.
Como é obvio, cada um tem o direito de se auto-proclamar “neoliberal” e de apoiar e votar (ou não votar) em quem muito bem entende.
Ha também quem legitimamente se interrogue sobre o que fazem e farão os “neoliberais” que planam acima destas miudezas do realismo politico e juram apenas pela verdadeira “revolução liberal”.
De entre os dirigentes politicos com alguma hipótese de vir alguma dia a exercer a direcção da governação, Passos Coelho é certamente um dos que tem actualmente um discurso de conotação e orientação mais liberal.
Digo bem, “discurso”, porque como é sabido não teve ainda responsabilidades de governo que permitam verificar o que faria na prática.
“Discurso”, e nada mais do que isso, é também o que tem também a esmagadora maioria, senão mesmo a totalidade, dos “puristas” do liberalismo em Portugal.
(Eu incluído, naturalmente.)
Ainda quanto a “discursos”, quero acreditar (mas eventualmente estarei enganado) que ninguém aqui supõe que alguma vez, no contexto actual em Portugal, algum dirigente polititico poderá pretender ganhar eleições e governar o país com um “discurso” (e até um programa politico) verdadeiramente e radicalmente liberal.
Nem mesmo os exemplos historicos que nos servem de referencia, como Ronald Reagan e Margaret Tatcher, o fizeram.
Concluo então, com alívio, que a minha audição não ensandeceu de vez. A pitonisa falou mesmo em neoliberais(!) que circundam, ainda que não completamente, Passos Coelho.
Falhou-lhe aquela: “Sou um reformista e sou um liberal, não sou de direita nem sou de esquerda” PPC
Não votei na renovação do contrato de arrendamento do sr. Silva por mais 5 anos, a continuar com tiradas destas, é bom que o professor Marcelo esqueça o meu voto em 2016, a outra alternativa socialista ligeiramente à direita do PS, é para esquecer, no cherne não voto…
eheheheh
Todo o cuidado é pouco…
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Há “neoliberais” que apoiam Passos Coelho.
Ninguém tem o exclusivo do termo ou da doutrina.
Como é obvio, cada um tem o direito de se auto-proclamar “neoliberal” e de apoiar e votar (ou não votar) em quem muito bem entende.
Ha também quem legitimamente se interrogue sobre o que fazem e farão os “neoliberais” que planam acima destas miudezas do realismo politico e juram apenas pela verdadeira “revolução liberal”.
De entre os dirigentes politicos com alguma hipótese de vir alguma dia a exercer a direcção da governação, Passos Coelho é certamente um dos que tem actualmente um discurso de conotação e orientação mais liberal.
Digo bem, “discurso”, porque como é sabido não teve ainda responsabilidades de governo que permitam verificar o que faria na prática.
“Discurso”, e nada mais do que isso, é também o que tem também a esmagadora maioria, senão mesmo a totalidade, dos “puristas” do liberalismo em Portugal.
(Eu incluído, naturalmente.)
Ainda quanto a “discursos”, quero acreditar (mas eventualmente estarei enganado) que ninguém aqui supõe que alguma vez, no contexto actual em Portugal, algum dirigente polititico poderá pretender ganhar eleições e governar o país com um “discurso” (e até um programa politico) verdadeiramente e radicalmente liberal.
Nem mesmo os exemplos historicos que nos servem de referencia, como Ronald Reagan e Margaret Tatcher, o fizeram.
Concluo então, com alívio, que a minha audição não ensandeceu de vez. A pitonisa falou mesmo em neoliberais(!) que circundam, ainda que não completamente, Passos Coelho.
Falhou-lhe aquela: “Sou um reformista e sou um liberal, não sou de direita nem sou de esquerda” PPC
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