Este senhor ainda tem alguma réstia de credibilidade e de autoridade?

A CGD não avançou com a redução de salários este mês. Apesar de obrigada pelo Governo a cortar pelo menos cinco por cento dos custos com remunerações, já a partir de Janeiro, o banco estatal pagou os vencimentos por inteiro.

O Governo impôs às empresas públicas um corte de, pelo menos, cinco por cento nos custos com remunerações totais ilíquidas, mas, tal como a CGD, também a TAP não vai cumprir as ordens em Janeiro.

Apesar de a CGD, a TAP e a NAV não terem aplicado as reduções em Janeiro, o Ministro das Finanças garantiu hoje no Parlamento que “toda a gente sofrerá o corte”.

CMVM e Banco de Portugal contornaram regras impostas no OE nos vencimentos pagos em Janeiro, mas as Finanças garantem que não vai haver excepções nestes casos.

A Função Pública começou o ano com o congelamento de todas as progressões nas carreiras das administrações públicas. Todavia, só este mês foram publicados em Diário da República meia centena de despachos que determinam a mudança de nível de remuneratório para mais de duas centenas de funcionários.

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