Leitura recomendada sobre o islão político

I see a parallel between socialism or communism and Islam. Both are collectivist ideologies. The individual has no rights of his own. The individual is part of a larger whole and is obliged to do everything to make the community flourish. The system supports the group, not the individual. In the case of Islam, the relevant group is the Umma, and the group decides in very dictatorial ways — the need to do so proves that individuals do not follow the rules of the Umma voluntarily in all cases, as is often claimed. I very strongly fear that the dictatorship of the group might win. This type of ideology, based on seventh-century pre-modern traditions, is spreading rapidly in many Muslim countries. Some people claim that Islam is only a religious faith. But that’s only part of the story. The other facet is Islam as an illiberal political ideology. When we talk about Islam these days, what is at stake is not freedom of faith, but individual rights. A collectivist ideology is about to take over, together with an oligopoly of power. I’m worried about this.

Necla Kelek, na inevitável Standpoint.

32 pensamentos sobre “Leitura recomendada sobre o islão político

  1. “based on seventh-century pre-modern traditions”
    Exacto, o Islão actual é até muito semelhante ao catolicismo quando este tinha poder temporal.
    Mas, este poder foi sendo quebrado com a luta dos povos, primeiro com os protestantes e depois com movimentações puramente laicas como a Revolução Francesa.
    O Islão também começou, com Ataturk na Turquia, a seguir caminhos semelhantes.
    Mas actualmente com o apoio que os integristas tiveram de poderes Ocidentais durante a guerra fria, o caminho inverteu-se um pouco.
    Com o tempo resolver-se-à e seguirá um caminho semelhante ao nosso. Compete a nós, ocidentais ajudar os povos islâmicos a libertarem-se das ditaduras clericais que os asfixiam e não a olharmos todos aqueles povos como inimigos.

  2. A. R

    Trata-se acima de tudo de uma ideologia mortífera. Desde que se iniciou já leva 274 milhões de mortos pela violência.

  3. CN

    “This type of ideology, based on seventh-century pre-modern traditions, ”

    Pronto, lá se foi também a Idade Média, Roma, Grécia, as culturas tribais, etc, e tudo que não se baseia no estado moderno social-democrata.

    No fundo tudo está conectado, tudo o que não for social-democrata com voto universal é opressor, tem de ser eliminado, e o neocons-mindset estão cá para iluminar o mundo e a história.

    PS: A direita libertadeira dos povos a falar contra as ditaduras clericais é de rir. Talvez se queira pedir desculpa pelas centenas de anos de ditadura teocrática da ICAR em todo o Ocidente…e que fez o Ocidente.

  4. ruicarmo

    O estado moderno social-democrata teve início no século XVII? O islamismo político, como é definido no texto da revista assenta nalgum ponto na linha de pensamento liberal?

  5. “based on seventh-century pre-modern traditions”

    Talvez seja bom recordar que a tolerância em geral, e a tolerância religiosa em particular, não nasceram no século 20, e já eram bem conhecidas, e praticadas, no tempo do profeta Maomé. O Islão foi, em toda a sua história, caraterizado por uma grande tolerância em relação às “religiões do livro” (judaismo e cristianismo), cujos adeptos, embora não tratados de forma igual aos muçulmanos, não foram em geral vítimas de perseguições.

    O mesmo não se pode, lamentavelmente, dizer do cristianismo. De facto, a conquista da Palestina e do norte de África pelos árabes foi recebida de braços abertos por muitos judeus e cristãos, que passaram a gozar sob o regime islâmico de uma proteção que lhes era negada pelo poder bizantino.

  6. “In the case of Islam, the relevant group is the Umma”

    A palavra Umma designa no Islão a comunidade de todos os muçulmanos. Aquilo que neste post se designa por “Islão político” não tem nada a ver com todos os muçulmanos, que em geral estão completamente contra tais ideologias. O “Islão político”, seja lá o que fôr, não é mais que a ideologia de uma minoria de muçulmanos.

  7. ricardo saramago

    A ideologia totalitária, que se esconde sob o Islão organizativo e militante dos nossos dias, não deixa de suscitar simpatia nos inimigos da liberdade, de direita e esquerda.
    Vemos como os crimes e a luta pelo poder, daqueles que se reclamam do Islão, são desvalorizados e relativizados.
    Umas vezes porque a Igreja no passado… Outras porque os sionistas…ou pelo imperialismo americano…ou a exploração pelo homem branco…
    Não vêem que estes, são também os argumentos, que os radicais e criminosos utilizam, para recrutar e justificar as suas acções.

  8. jose carlos

    Luis Lavoura, estás tão enganado….ou então procuras enganar o outro. Islão é na prática submeter o outro ( o não muçulmano ) às leis islamicas, pela força se necessário. Mas não vale a pena perder tempo com indigentes. As provas estão à vista, ontem em Moscovo, hoje, amanhã e depois em qualquer lado….pela vontade de Alá….buummm

  9. H.

    “PS: A direita libertadeira dos povos a falar contra as ditaduras clericais é de rir. Talvez se queira pedir desculpa pelas centenas de anos de ditadura teocrática da ICAR em todo o Ocidente…e que fez o Ocidente.”

    O que fez o Ocidente, entre outras coisas, foi precisamente a concorrência entre o poder eclesiastico e o poder temporal, a luta pelo poder entre a Igreja e os monarcas leigos: o imperador, os reis bárbaros, os senhores feudais (e inclusive a concorrência entre a própria igreja). Foi a partida de Constantino para Oriente que tornou possíveis estes embates constantes que foram essenciais para a tradição de liberdade no Ocidente. O poder do papado e da igreja variou imenso, dependendo da mestria dos papas relativamente aos princípes e da autoridade moral do clero em cada momento. Houve largos períodos na história do Ocidente nos quais a influência temporal do clero foi diminuta. Quantas vezes não foi o papa um mero joguete nas mãos dos senhores ou da populaça de Roma, sempre em risco de ser aprisionado, torturado ou assassinado? A ideia de que no Ocidente alguma vez existiu uma ditadura teocrática durante centenas de anos não é para levar a sério.

    A Oriente as coisas foram diferentes – uma vez mais pela decisão de Constantino. Os árabes maometanos eram muito pouco religiosos. Era um povo de guerreiros, pouco dados à especulação religiosa ou ao pensamento metafísico, muito menos ao fanatismo por tais coisas. O que lhes impulsionou as conquistas foi a sede de riquezas, não o fogo da religião. As conversões ao islamismo durante o período de expansão deveram-se a razões tributárias, não a um proselitismo tradicional. Também tinham pouca ou nenhuma experiência na administração civil e por isso eram muito hands-off enquanto conquistadores, permitindo que a classe dominante, o funcionalismo, as estruturas políticas se mantivessem quase intactas. Assim foi com Bizâncio, onde o clero continuava sob o domínio absoluto do imperador, e com a teocracia Persa. E assim o califado herdou a tradição oriental de poder monolítico – as fissuras abertas nesse edifício no Ocidente pelas lutas entre a Igreja e os reis nunca aconteceram a Oriente. Com a crescente influência dos Persas no islamismo – os Persas eram um povo muito mais especulativo, religioso e dado a fanatismos que os Árabes – a influência da religião na estrutura política do califado aumentou na mesma proporção em que a tolerância em relação a não-cristãos diminuiu. No século XII já eram comuns as conversões à lei da espada.

    O desafio mais sério a este status-quo veio na forma do socialismo pan-arabico. O pior destas duas tradições políticas cristalizou-se no Islão político de hoje em dia. E é esse que preocupa o autor, não o dos Abássidas.

  10. “Islão é na prática submeter o outro ( o não muçulmano ) às leis islamicas, pela força se necessário.”

    Mas tradicionalmente, desde que os não-muçulmanos aceitassem ser subditos de 3ª classe, não eram obrigados a converter-se, nem expulsos, nem massacrados em massa;

    De vem em quando, como prova da intolerância intrinseca do islamismo, fala-se das perseguições contra os coptas no egiptos, ou contra os cristão caldeus no Iraque – mas o facto é que no Egipto e no Iraque ainda há coptas e caldeus para serem ocasionalmente massacrados, mais de mil anos após a conquista islâmica; em compensação, na Europa não se encontram traços de cristãos-arianos, bogomilos e afins.

  11. “Islão é na prática submeter o outro (o não muçulmano) às leis islamicas, pela força se necessário.”

    Em muitos países de maioria islâmica mantêm-se de boa saúde comunidades judaicas (em Marrocos, na Tunísia, no Irão) e cristãs (no Egito, no Iraque, no Líbano e Palestina), que persistem desde há muitos séculos sem serem incomodadas.

    Em compensação, as comunidades islâmicas e judaicas que em tempos existiram na Península Ibérica, desapareceram bem depressa após a conquista cristã. E as comunidades judaicas da Europa Central, sabe-se bem o que lhes aconteceu…

  12. CN

    “O que fez o Ocidente, entre outras coisas, foi precisamente a concorrência entre o poder eclesiastico e o poder temporal, a luta pelo poder entre a Igreja e os monarcas leigos”

    H, obrigado pelo texto, eu sei disso e todos devíamos saber isso, mas há quem tenha outra perspectiva (esquerda) que faz a acusação que a direita libertadeira dos povos faz agora.

    Mas vou mencionar outro aspecto; uma boa parte do anti-semitismo que prevaleceu na Europa durante séculos deparava-se precisamente com o judaísmo ortodoxo que em muitas coisas, nos seus rituais, e até a forma como se organiza, com um “clérico” que tinha um grande poder em cada judiaria (cujas ruas estreitas em parte se devem a espécie de dogmas ortodoxos que têm que ver com a luz, etc), em verdade a lei aplicada era judaica e não a secular.

    Tudo isso coloca o judaísmo desses tempo a muito par do que hoje tentam dissecar no Islão de hoje.

    É curioso e irónico.

  13. CN

    Quanto ao uso do termo Islamo-fascista-ditadura é ridículo.

    As ditaduras árabes são até muito seculares, as monarquias é que são islâmicas e são muito funcionais e pro-business (apesar do seu conservadorismo social), e o Irão que é teocrático contém elementos mais próximos de uma democracia que qualquer um dos outros.

    Mas como digo e repito, o neoconservadorismo faz mal à cabeça e congela a capacidade de reconhecer as mais evidentes nuances quanto mais as mais pequenas.

  14. H.

    “Mas tradicionalmente, desde que os não-muçulmanos aceitassem ser subditos de 3ª classe, não eram obrigados a converter-se, nem expulsos, nem massacrados em massa;”

    Up to a point. Por exemplo, as comunidades cristãs do Norte de África foram aniquiladas à lei da espada.

    “De vem em quando, como prova da intolerância intrinseca do islamismo, fala-se das perseguições contra os coptas no egiptos, ou contra os cristão caldeus no Iraque – mas o facto é que no Egipto e no Iraque ainda há coptas e caldeus para serem ocasionalmente massacrados, mais de mil anos após a conquista islâmica; em compensação, na Europa não se encontram traços de cristãos-arianos, bogomilos e afins.”

    Que comparação tão disparatada.

    Onde é que encontra Waqifitistas, Tawussiyyas, Bazighiyyas, Hurufismistas ou Ha-Mimistas? O que não falta na história do Islão são facções extintas. Há centenas delas. Aliás, é curioso que mencione o arianismo tendo em conta que a progressão do Islão foi fundamental para a erradicação deste. Os arianos sobreviveram em Espanha e no Norte de África até muito tarde.

  15. ruicarmo

    Posso estar enganado mas tenho como basilar que os suportes de um “regime liberal” são a liberdade do mercado, a liberdade política e a liberdade moral. E a falta ou fragilidade de uma delas, afectará as outras. O que a citação do texto foca, toca nesta questão. Mas claro, as bases do relativismo permissivo tudo permitem, sair do texto para outra galáxia e de caminho inclusive chamar à discussão sobre o “islão político” de hoje… o judaísmo.
    Caro H., muito obrigado pela sua contribuição 🙂

  16. CN

    Parte do movimento (ainda assim de pequena dimensão) a que se possa chamar do Islão político é reacção à presença e intervencionismo externo na sua zona geográfica que produz (no seu interesse) uma self-fulfilling prophecy (afinal, sempre são 2 nações ocupadas, mais o Paquistão, Somália, etc).

    A AlQaeda é esse extremo ideológico mas tem pouca presença tal como o terrorismo marxista na Europa provocada danos mas de pouco alcance ou significado como perigo real.

    Quanto à minha referência sobre o judaísmo ortodoxo e o anti-semitismo antes do século 20 (ou vá lá, séc. 19), tem todo o cabimento fazê-lo porque o paralelo é por demais evidente.

  17. jorge

    É extraordinário como alguns procuram branquear o islão, que foi fundado por um general genocida, que é hoje reconhecido , massacrou logo de inicio uma tribo de judeus, que praticou a submissão ao islão à lei da espada, que se expandiu de 700 até 1460 ^( às portas de Viena ) de forma violenta,que fez um livro com 90% de versiculos a apelar à intolerancia e perseguição de outras religiões,… que hoje na bacia do mediterraneo e no levante levaram à quase extinção da população cristã, em marrocos, argelia etc é proibido construir igrejas e espalhar a religião cristã, no libano que nos anos 40 tinha 80% de população cristã hoje são menos de 15%, na turquia os cristãos foram reduzidos a menos de 5% da população, em todo o mundo islamico é proibido construir novas igrejas e manifestar a sua religiosidade cristã em público etc, os ataques a cristãos, ateus e seculares é realizado diáriamente em todo o mundo ( ainda antes ontem tivemos mais um massacre na Russia )…e ainda têm a lata de vir para aqui dizer que os cristãos eram e são protegidos nos países muçulmanos…..vão dar banho ao cão…ao cão não, que é um animal impuro segundo a lei islâmica….

  18. “no libano que nos anos 40 tinha 80% de população cristã”

    Um país que está há mais de mil anos sob dominio islamico (tirando alguns interregnos) ainda tinha 80% de cristãos nos anos 40 (duvido, mas pronto…)? Foi mesmo uma opressão sanguinária.

  19. ruicarmo

    Imagino que as acções da brigadas vermelhas, a sua congénere da RFA, a esquerdalha grega ou as lusitanas fp’s encaixem na perfeição no “pouco alcance ou mesmo significado perigo real”.
    Quanto ao resto, ler o artigo que se “debruça” sobre o caso alemão, a radicalização local, a polémica de Sarrazin (temas bastante actuais) e conseguir relacioná-los em paralelo com o judaísmo ortodoxo, acho fantástico, no seu significado “mais próximo”. Claro, esquecia-me mesmo: é a ele que se devem as ditaduras árabes, o atentado na Suécia e a realidade alemã descrita no artigo.

  20. A explicação para a subsistência de pequenas comunidades cristãs e judaicas no dar-al-islam parece-me estar situada menos na paradoxal posição muçulmana face àquelas comunidades e mais nas características específicas destas: uns e outros, cristãos e judeus, tendem a aceitar a autoridade política vigente, não pretendem impor a sua fé nem o seu modus vivendi aos muçulmanos, não conspiram para derrubar os governos legitimamente constituídos. Para além disso, o seu labor e os impostos extra sobre a propriedade (kharaj) e a taxa (jyzia) de protecção (dhimma) contribuíram para a economia e para o tesouro dos estados muçulmanos, já para não falar do manancial de guerreiros fanatizados, constituídos por garotos raptados às populações não-muçulmanas, como sucedeu com os janízaros no Império Otomano.
    Bem pelo contrário, as populações muçulmanas constituem permanente foco de tensão nas sociedades não-muçulmanas, desde que compostas por um contingente suficientemente numeroso para se sentir em condições de impor a sua fé e modo de vida às populações vizinhas (http://nadadistoenovo.blogspot.com/2010/01/efeitos-corrosivos.html). O caso ibérico é um bom exemplo: após a tomada de Granada em 1492, os mouros da região protagonizaram diversos levantamentos contra o domínio espanhol; a sua expulsão ocorreu apenas em 1609, após mais de um século de convivência! (http://www.jihadwatch.org/2010/01/fitzgerald-what-really-happened-in-1492.html)
    Uma outra característica distingue as populações muçulmanas europeias extintas e as cristãs e judaicas subsistentes no Médio Oriente: é que estas já lá estavam quando os soldados de Alá chegaram e aquelas eram constituídas por invasores brutais e governantes impiedosos.

  21. CN

    “Imagino que as acções da brigadas vermelhas, a sua congénere da RFA, a esquerdalha grega ou as lusitanas fp’s encaixem na perfeição no “pouco alcance ou mesmo significado perigo real”.”

    Nunca tiveram expressão de perigo real militar com perigo para os Estados (que define mais ou menos a escalada ou não para o conceito militar em vez do policial e segurança interna), tal como a Alqaeda não representa, mas que justificou a ocupação do Iraque e Afeganistão.

  22. CN

    Luís Cardoso

    Tudo isso pode mais ou menos ser verdade, mas objectivamente desde o Império Britânico (Egipto remember?), que os “cristãos” não fazem outra coisa que estarem presentes nos território e política de países muçulmanos, com grandes histórias da habitual duplicidade e cinismo da gestão geo-estratégica.

  23. De resto, a expressão «islão político» é, no mínimo, uma redundância e constitui um esforço patético para compreender o islão – e o impacto crescente que a sua expansão imprime no Ocidente (através do terrorismo e da emigração massiva) -, sem sair do ponto de vista ocidental, sem escrutinar os seus textos canónicos, sem atender à exegese tradicional desses textos.

  24. ruicarmo

    Caro CN, creio que a entrevistada (e a um nível menor, nem eu) não defende a intervenção militar, por exemplo, nos “concidadãos” que vivem na Alemanha.
    Quanto ao terror vermelho, é obviamente consigo não lhe querer atribuir as culpas pelo imenso mal, morte, vítimas e sofrimento que causou. Não deixa, contudo, de ser revelador.

  25. Pingback: Interrogações e dúvidas mouriscas « O Insurgente

  26. Cam

    é, pelo que sei, e não é tão pouco assim, os comentários do H. estão certos. Mostram conhecimento daquilo que fala.
    Já as bocas do Luis Lavoura… ó pá, se não sabes, se aquilo que julgas que sabes é tirado de ideias feitas, mal cozinhadas… se não sabes não faças figura de parvo… pelo menos não uses o teu proprio nome, cobreste de ridiculo perante aqueles que sabem.

  27. jose carlos

    The 1932 census stated that Christians made up 54% of the population (Wikepeedia)….actualmente são menos de 30% da população no Libano.

  28. o fantasma

    E desde quando nos países árabes,é praticada a livre religião como no ocidente se pratica?Em todo o mundo, Os Arabes reclamam,no seu país nem abrem a boca a não ser para falar mal e jurarem morte a tudo que não seja mussulmano. Nos países dos ouros somos obrigados a seguir as suas leis.Mas os fundamentalistas não querem seguir as leis dos países que os acolhem.Enfim uma confusão que ninguem entende.
    Será que ainda veremos no Palácio do Vaticano o quarto crescente substituir a Cruz? Por este caminho ficamos na dúvida.

  29. Eddy

    Falar “Islã político” é o mesmo que falar em “Comunismo político”: é uma redundância dispensável. Aliás, a palavra grega politiké tem mais a ver com diplomacia partidária; enquanto que o Islã é puro Terror.

    O Islamismo é um totalitarismo mais totalitário que todos os outros — porque é ao mesmo tempo Ideologia, Poder, Economia, Sociedade, Cultura, Religião, Teologia, Vestuário, Alimentação, Sexo, Guerra, Terrorismo, Criminalidade. É todo um sistema completo e fechado. Por isso cresce ilimitadamente. Jamais recua. Só pode ser destruído se for obliterado.

    O que significa: Ou nós destruímos TODO o Islã, matamos TODOS os centenas de milhões de islamistas e abolimos o Islamismo da face da Terra (junto com seus cúmplices da Esquerda Socialista, Nazismo e Comunismo) ou o Islã dominará o mundo de forma TOTAL, com a morte de todos os outros e a destruição tudo mais — sem espaço para mais nada.

    Ou seja: isso tem NADA a ver com política. Muito pelo contrário.

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