Pacifismo vermelho

Contributo comunista para a paz. Um historial da guerra, pode ser encontrado no Telegraph.

A rapaziada do Avante, o deputado Bernardino já se pronunciaram?

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15 pensamentos sobre “Pacifismo vermelho

  1. vasco

    pq é q há-de ser a ideologia a ser a culpada das agressões? Será que se pode fazer uma resenha chamada ‘contributo capitalista para a paz’ onde se colocam todas as agressões ou actos de guerra perpetrados por países chamados capitalistas? será que se pode fazer ainda uma outra chamada ‘contributo católico para a paz’, nos mesmos termos?

    E já agora que fala em comunismo e contributos para a paz, lembra-se de quantos russos/soviéticos morreram na 2ª grande guerra? um em cada quatro. 27 milhões. Chega-lhe como contributo?

  2. ruicarmo

    A ver se percebo a sua teoria que tal como a do Bernardino “supõe” a Coreia do Norte como uma democracia pacífica: como morreram muitos russos/soviéticos na II Guerra, esse facto faz um “reset” o passado e justifica todo o presente e o futuro, incluindo as acções do regime norte-coreano?

    Se não é a ideologia comunista culpada por milhões de mortos e ainda defendida por comentários como o seu, parece-me que a Terra deixou de ser arredondada, de girar sobre si própria e à volta do Sol.

  3. vasco

    1 Não suponha que eu penso a Coreia do Norte como uma democracia. Não o penso, e não o disse no meu comentário.

    2 Se a Ideologia comunista é culpada de milhões de mortos (ao invés dos homens que matam em seu nome), então também o Capitalismo é culpado de muitos mais e o Catolicismo/ Cristianismo por mais milhões ainda. Percebeu agora o meu argumento? Pela sua ordem de ideias, não devemos ler as teorias pelos princípios que professam, mas pelas práticas que são executadas em seu nome.

  4. ruicarmo

    1. Pensa-a então e ao certo como o quê?
    2- À parte do lado fantástico do que escreve, ao certo e de que forma é que relaciona o cristianismo com a guerra e com mais um episódio violento da Coreia do Norte?

  5. vasco

    Penso-a como um regime autoritário. (O que não me impede de referir que existem muitos regimes autoritários que não são condenados nem sancionados, porque com eles se fazem negócios)

    “ao certo e de que forma é que relaciona o cristianismo com a guerra”

    Está a brincar?

    Se eu tenho um ‘lado fantástico’ no que escrevo, parece-me que isto já é fantástico na totalidade.

  6. ruicarmo

    Continua no reino da fantasia e na pluma leve do “regime autoritário”. Regime autoritário é a máquina fiscal portuguesa. A guerra a que me refiro é a que as notícias do post se referem.
    Volto a repetir, pode explicar a agressão da Coreia do norte com os argumentos da morte de soldados russos e o cristianismo?

  7. vasco

    Eu não tenho nada que explicar a agressão da Coreia do Norte. O meu argumento foi bastante explícito. Se me referi logo no 1º comentário a uma ‘agressão’, e agora ao regime como ‘autoritário’, acho que fica bastante claro para qualquer pessoa que não nutro nenhuma simpatia pelo que se passa na Coreia do Norte. Logo não os defendi, não defendi nem defendo os seus actos, e portanto não vejo porque tenha que os explicar.

    Em relação ao argumento do cristianismo ou do esforço de guerra soviético, existem umas coisas chamadas ‘paralelos históricos’, usadas frequentemente, em discussões, comentários etc etc. Supunha que já lhe tinham aparecido à frente antes. (você falou em ‘contributo comunista para a paz’, eu arranjei-lhe, talvez e na minha opinião, um bom exemplo.) Você falou em ‘pacifismo vermelho’ associando o que se faz em nome da ideologia aos seus próprios fundamentos, e eu arranjei-lhe o maior exemplo de todos: o que se faz em nome da religião (neste caso o cristianismo, pq nos é mais próximo) e os fundamentos da mesma, e a óbvia e enorme distância entre os dois.

    Espero que tenha compreendido.

  8. ruicarmo

    Compreendo. É uma reposta à bloco de esquerda: não defende mas arranja explicações “históricas” que não se aplicam aos acontecimentos.
    Uma dúvida apenas: quando critica os “negócios”, está a criticar a China e a Rússia? Espero que não pense que aqueles países (governos) apoiam, desde a sua criaçao, o regime norte-coreano de forma graciosa.

  9. ruicarmo

    Compreendo. É uma reposta à bloco de esquerda: não defende mas arranja explicações “históricas” que não se aplicam aos acontecimentos.
    Uma dúvida apenas: quando critica os “negócios”, está a criticar a China e a Rússia? Espero que não pense que aqueles países (governos) apoiam, desde a sua criação, o regime norte-coreano de forma graciosa.

  10. vasco

    Você está a parecer-me cada vez mais surdo. (em sentido figurado, dado que estamos a ler) Eu não falei em explicações históricas para absolutamente NADA. Eu falei em PARALELOS. Analogias, mais ou menos, está a ver? Quando escrevo ‘não tenho nada que explicar’, de onde é que você retira que eu tentei explicar alguma coisa?

    (Tenho é que lhe explicar a si tudo o que escrevo, aparentemente.)

    Parecem-me hipócritas aqueles que fazem negócios com regimes autoritários, e por isso não os sancionam nem os condenam na praça pública, porque não lhes é conveniente.

    Espero que tenha compreendido.

  11. ruicarmo

    Escreve o que quer e entender, desde que exista bom senso. As aspas ainda valem alguma coisa.
    Desde o seu primeiro comentário que usa esses “paralelos históricos” sem sentido – que devem estar relacionados com física quântica e matemática aplicada – como “contraponto” ao post. E contraponto a quê? À agressão feita (e parece que hoje repetida, sem vitimas) esta semana pela coreia do Norte e a um link do Telegraph que descreve o “percurso” das acções ao longo dos anos.
    Esta é a última borla, uma espécie de “back to basics”: nas relações internacionais não existem amizades, há interesses.

  12. vasco

    Estão relacionados com o facto de você associar os actos cometidos em nome ‘de’ aos próprios fundamentos/bases ideológicas/premissas essenciais desse ‘de’. Eu argumentei em contraponto a isso – ponto final.

    Quem andou a fazer comentários sem sentido e interpretações fantasiosas daquilo que eu escrevi foi você.

    (Muito obrigado pela borla, a minha penúltima frase no meu último post nem se referia a isso…)

  13. Vasco,

    Matar é essencial para o comunismo uma vez que a maior parte da população mundial não quer ver a sua forma de vida ditada por um grupinho de homens auto-escolhidos para posições por eles mesmo inventadas.

  14. vasco

    Mats, só lhe posso desejar que se divirta a combater os comunistas, o ‘homossexualismo’e os ateus.

    Eu pelo menos diverti-me um bocadinho consigo.

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