BZ
Estou completamente com a Conferência.
Não há argumentação válida para o desequilíbrio boçal que se vê actualmente.
Ana (cada vez mais “alien” no seu próprio país)
Ana, o facto de já pagarem mais impostos que outros contribuintes nao é “argumentação válida”?
BZ
A diferença hoje de vencimentos e de prémios e outros benefícios dos gestores, administradores, etc. em relação aos restantes quadros é verdadeiramente provocadora.
Seja em que país for e paguem os impostos que pagarem. É uma cultura verdadeiramente boçal.
Ana (uma “alien”, de facto)
“A diferença hoje de vencimentos e de prémios e outros benefícios dos gestores, administradores, etc. em relação aos restantes quadros é verdadeiramente provocadora.”
Ana, noto alguma cobiça nas suas palavras…
O salário dos gestores em comparação com os restantes colaboradores deve ser do interesse exclusivo dos accionistas, com objectivo da manutenção da rentabilidade dos seus investimentos.
BZ
Cobiça? “Are you crazy”? Quero lá saber se essa gente é excêntrica, bilionária, etc. “Who cares”?
Queira ou não queira aceitar a minha opinião, diversa da sua – e ficamos assim -, há limites a partir dos quais é absolutamente contraproducente a existência de enormes diferenças de rendimento. Estamos a falar de enormes diferenças, diferenças escandalosas.
Sabe o que me lembra? Os “novos ricos” de países subdesenvolvidos que têm o povo à míngua mas vêm esbanjar milhões por aí.
Concedo, empresas privadas, “no problem”! Mas as públicas e as público-privadas em que o contribuinte paga a factura? E não tem direito a relatórios nem a ser beneficiado ou, pelo menos, a não ser penalizado na factura? Os monopólios nacionais? “Give me a break”!
Ana (decididamente, uma “alien” no seu próprio país)
BZ
Estou completamente com a Conferência.
Não há argumentação válida para o desequilíbrio boçal que se vê actualmente.
Ana (cada vez mais “alien” no seu próprio país)
Ana, o facto de já pagarem mais impostos que outros contribuintes nao é “argumentação válida”?
BZ
A diferença hoje de vencimentos e de prémios e outros benefícios dos gestores, administradores, etc. em relação aos restantes quadros é verdadeiramente provocadora.
Seja em que país for e paguem os impostos que pagarem. É uma cultura verdadeiramente boçal.
Ana (uma “alien”, de facto)
“A diferença hoje de vencimentos e de prémios e outros benefícios dos gestores, administradores, etc. em relação aos restantes quadros é verdadeiramente provocadora.”
Ana, noto alguma cobiça nas suas palavras…
O salário dos gestores em comparação com os restantes colaboradores deve ser do interesse exclusivo dos accionistas, com objectivo da manutenção da rentabilidade dos seus investimentos.
BZ
Cobiça? “Are you crazy”? Quero lá saber se essa gente é excêntrica, bilionária, etc. “Who cares”?
Queira ou não queira aceitar a minha opinião, diversa da sua – e ficamos assim -, há limites a partir dos quais é absolutamente contraproducente a existência de enormes diferenças de rendimento. Estamos a falar de enormes diferenças, diferenças escandalosas.
Sabe o que me lembra? Os “novos ricos” de países subdesenvolvidos que têm o povo à míngua mas vêm esbanjar milhões por aí.
Concedo, empresas privadas, “no problem”! Mas as públicas e as público-privadas em que o contribuinte paga a factura? E não tem direito a relatórios nem a ser beneficiado ou, pelo menos, a não ser penalizado na factura? Os monopólios nacionais? “Give me a break”!
Ana (decididamente, uma “alien” no seu próprio país)
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