11 de Setembro

Hoje recorda-se um acto filho da puta que ceifou a vida a milhares de pessoas e que pretendeu destruir o que de superior a Civilização possui: a liberdade. As feridas do acto insano, motivado por uma forma de ódio em estado tão puro, não estão cicatrizadas.

36 pensamentos sobre “11 de Setembro

  1. julio martins

    A esquerdalhada sempre no seu melhor….comparar um golpe de estado no Chile, igual ao de Portugal 74 que poderia também ter redundado numa guerra civil, com o acto terrorista que vitimou 3000 inocentes em Nova Yorque, só de mentes sujas e ordinárias…… A todas as vítimas do 11/09 que descansem em paz, enquanto que aos merdosos que cospem nas suas sepulturas que tenham vergonha de cada vez que se vejam ao espelho.

  2. Fernando

    O primeiro comentário é certeiro. Implicou uma mudança radical num regime democraticamente eleito, com represálias (prisão, tortura, fuzilamento) sobre a população que não “soube” votar em quem devia. A 11 de Setembro não terão morrido tantos, mas o fuzilamento espectacular de Victor Jara carrega, para os sul-americanos, um símbolo bem mais pesado que as 3000 vidas que se perderam no WTC. Obviamente que não somos bombardeados pelos media no que toca a tal assunto, por isso n\ao adianta tentar falar com paredes, nomeadamente o comentador Júlio Martins. Vivemos a era mais ideológica de sempre e o seu comentário atesta-o.

    (O meu comentário não pretende branquear o terror que existiu há 9 anos, lamentável, claro está. Mas a supremacia dos EUA reflecte-se no grau de vitimização e poder que os media lhe conferiram, o que eleva aquele Acontecimento a um patamar muito mais “histórico” que as outras “lendas” a que a imprensa não se prestou. Muito haveria a ser escrito sobre isso.)

  3. Mr. Burlington

    A liberdade “conceito” ou a estátua da Liberdade mas falharam?

    Sim, estou a ironizar com esta ideia de uns fanáticos desviarem uns aviões para matarem milhares de inocentes em Nova Iorque (e em Washington e na Pensilvânia) ter sido uma tentativa de destruir um conceito.

    De qualquer forma, falharam mesmo.

  4. Rxc

    Será que falharam? Pelo andar das coisas (Patriot Act nos USA, sociedade orwelliana no UK,…), parece-me que podem estar muito satisfeitos com as repercussões em termos de liberdades civis e respeito pelos cidadãos por parte dos Estados ocidentais. Até ao momento, são eles que estão a ganhar (e o seu campo de recrutamento continua a aumentar, a cada dia que as tropas da “coligação” ocupam o Iraque e o Afeganistão).

  5. Fernando S

    6.”Será que falharam?”

    Não falharam na medida em que ainda conseguem intimidar e aliciar no Ocidente bastante gente, como mostam os comentarios 1.3. e 6., incomodados com a condenação de um acto de terrorismo como o do 11/09 e incapazes de perceber que o terrorismo se combate e não se seduz !!

  6. Euroliberal

    Terrorismo o 9/11 ? Não, guerra assimétrica. Ou então as duas guerras do Golfo também foram terrorismo, pelo menos para os dois milhões de mortos que causaram…

  7. Cfe

    La vem o pessoal referir a queda de Allende sem saber, ou fingir, o essencial:

    – Allende perseguia e matava opositores antes de cair, havia cubanos instalando e apoiando a comunização do país apoiados pelos detentores do poder: o país estava em convulsão e poderia tender para qualquer lado.

    – Allende foi deposto pelo parlamento chileno, sofrendo impedimdento antes da tomada de poder por Pinochet;

    – Pinochet era o chefe do exército nomeado por Allende, o que denota sua conduta leal e independente da política, até a altura do impasse em que assumiu a presidência;

    – Pinochet venceu o referendo popular que decidiu pela sua continuação no poder;

    – Pinochet perdeu o referendo popular, convocado por seu governo, e deixou o poder por livre iniciativa, o que denota desapego ao poder e intenção de normalização da vida democrática;

  8. Fernando

    Claro, o argumento de que até Hitler foi eleito democraticamente… como me poderia ter esquecido que a escolha popular pode falhar e deve ser corrigida? O medo que vos mete o poder popular está patente no non-sense do infame comentário #8.
    As coisas acalmaram durante uns 30 anos ou 40, mas esses tempos hão-de voltar. Da comuna de Paris a 1917 passou quase meio-século.
    Hoje, contentem-se em defender a “democracia” contra a barbárie dos muçulmanos ultra-ortodoxos que criaram na táctica de dividir para reinar. Consolide-se essa democracia como uma guerra aberta aos recursos naturais, encoberta num véu de anti-terrorismo. E permitam que o big brother saído do patriot act – também assinado pelo “socialista” Obama – controle os movimentos suspeitos de todos os cidadãos anti-sistema. O que saiu do 11 de Setembro foi uma caminhada rumo ao fascismo. E só custou 3000 alminhas.

  9. Fernando S

    O comentario 10. é gato com rabo de fora …
    Adivinha-se um nostalgico dos bons velhos tempos do totalitarismo comunista que tem ainda a esperança de que o “Ocidente” e o capitalismo sejam postos de joelhos pelo terrorismo islamico. Na obcessão em acolher tudo o que possa contribuir para a destruição das democracias e do capitalismo estão dispostos a pactuar com o integrismo islamico, mesmo sabendo que é um totalitarismo concorrente com quem terão de se confrontar mais cedo ou mais tarde (como, por exemplo, se confrontaram no Afganistão dos anos 80 e ja se confrontam hoje nas ex-republicas soviéticas ainda governadas pela velha nomenklatura comunista). Tal como pactuaram com o nazismo e Hitler, outro totalitarismo concorrente, antes e na primeira fase da 2a Grande Guerra.
    São espantosas as lições de democracia e de respeito pelas liberdades dos cidadãos vindas de quem faz a apologia do totalitarismo comunista, o qual, como toda a gente sabe, e como ainda hoje mostram os regimes que nele se inspiram, foi e é um oasis de pluralismo e liberdades individuais !…

  10. Fernando

    O mediatismo que teve o 11 de Setembro foi suficiente para lhe plantar essa opinião, estruturalmente fascista. Se V. quer combater o fascismo islâmico, mentalize-se que deve começar pelos grandes aliados anti-democráticos (Arábia Saudita, Koweit, etc.). Mesmo Saddam tinha sido apoiado pelos EUA. É a velha táctica de dividir para reinar; em tempos, a esquerda secular desses países foi abafada por esse fascismo, com a conivência dos EUA, já que esse fascismo ia ser capitalista e deixar o petróleo em poucas mãos. É simples, mas V. não deve estar para aí virado.
    O 11 de Setembro é suficiente para não centrar o debate no derrube do capitalismo, mas sim escolhê-lo face ao islamo-fascismo. O autor do post nunca fará a devida homenagem ao povo do Chile, que fez a batalha dentro de todos os limites democráticos e foi chacinado num acto muito mais filho-da-puta que o 11 de Setembro. É que além de inocentes civis, a sociedade burguesa impôs-se com um novo governo.

  11. Fernando

    Voltei só para dizer que o maior fascismo que existe é a maneira como Bush põe a questão: “Ou estão connosco ou estão contra nós”. Passem bem.

  12. fms

    LOL

    “a sociedade burguesa” ?!?!?!

    Só para rir. Isto dito por urbano-socialistas que gostam de poder andar livremente, com boas roupas e bons adereços, de chinelos na rua todo o ano, e cuja definição de liberdade é aquela que mais convier ao aparelho do comité central.

    Como a cliqu ejornalistica arrogante e néscias que tomou de assalto o DN e o Publico.

  13. fms

    Acho hilariante. Os mesmos que se sublevam contra “a sociedade burguesa” sao os mesmos hedonistas que acham que a classe média é composta por quem aufere 3000 euros de rendimento mensal, e se recusam a crescer além das birras de adolescente vivendo ate aos 50 e tal anos entre a “enxada da comprativa” e os double-standards que passam aos filhinhos que depois vão para a escola fazer a cabeça em água aos que tentam ensiná-los.

  14. AntonioP

    Lembrem-se que o próprio maomé já deu cabo dos 364 Deuses mais os amigos, 1 por dia e depois no fim deixou o próprio
    allah sem fala e sem espírito.
    De notar que allah era o gajo mais importante e que andava às ordens e fazia as vontades a maomé e nem assim
    escapou com o mínimo sinal de vida.

  15. ricardo saramago

    Salvador Allende não passou de uma personagem menor da Guerra Fria.
    Depois de mergulhar o pais no caos e na desordem, agente do KGB e candidato a ditador,
    foi mitificado por aqueles que gostam sempre de experimentar o socialismo nos outros.
    O seu maior feito, que justifica a ascenção ao panteão do socialismo, foi ter morrido de armas na mão.

  16. Fernando S

    14. “Se V. quer combater o fascismo islâmico, mentalize-se que deve começar pelos grandes aliados anti-democráticos (Arábia Saudita, Koweit, etc.). Mesmo Saddam tinha sido apoiado pelos EUA.”

    Para “combater o fascismo islamico” é inevitavel “começar” por ser capaz de condenar os atentados terroristas de matriz islamica, onde quer que seja e contra quem quer que seja (mesmo no pais do “grande satan americano”).

    De seguida é indispensavel reconhecer que os paises mais visados por essa ameaça devem adoptar certas medidas de segurança interna e devem intervir militarmente nas zonas onde os terroristas se organizam e teem os principais apoios.
    Naturalmente que as democracias devem faze-lo procurando respeitar os direitos das pessoas e evitar vitimas civis. Não é facil, nem todos os intervenientes teem essa consciencia, erros e abusos acontecem, devem ser denunciados, corrigidos, e os autores responsabilizados. Apesar de tudo, as democracias ocidentais (incluindo naturalmente os EUA, de Bush como de Obama) fazem-no de longe menos mal, com menos limitações à liberdade dos cidadãos e com menos abusos, do que faz ou faria qualquer outro tipo de regimes e paises. Não são certamente os defensores do totalitarismo comunista os mais bem colocados para vir dar lições nesta matéria.

    A luta contra o terrorismo, nomeadamente no exterior, não pode chegar a todo o lado, ao mesmo tempo e com os mesmos meios. Há prioridades e há que ter em conta as complexidades da geopolítica internacional.
    A prioridade vai naturalmente para os países e as organizações que são cumplices e colaboram com as organizações terroristas islâmicas. As intervenções militares no Iraque e no Afganistão e as pressões sobre o Irão fizeram e fazem parte dessas prioridades.
    Os regimes da Arábia Saudita e do Koweit não são certamente exemplares em matéria de democracia e de respeito pelas liberdades individuais. Sobretudo a Arábia Saudita, já que o Koweit, tal como o Iraque pós-Saddam, é dos paises muçulmanos do médio oriente mais avançados na via da democratização. Nenhum destes regimes dá guarida a organizações terroristas islâmicas ou colabora com elas. A Arábia Saudita tem sido mesmo um dos alvos principais de acções terroristas da Al-Qaheda na região. O facto de existirem nestes paises alguns sectores, inclusivamente ligados às elites e à classe dirigente, que promovem e financiam correntes mais ou menos fundamentalistas (mas não necessáriamente terroristas), não deve ser ignorado mas não faz deles ameaças principais. A verdade é que as alternativas viáveis aos regimes actuais, quase exclusivamente de cariz integrista, seriam ainda bem piores do que os actuais regimes. Os paises ocidentais, e em particular os EUA, precisam de aliados seguros na região e no mundo muçulmano e estão condenados ainda por muito tempo a fazer um exercicio delicado de equilibrio entre apoios e pressões críticas.

    A certa altura o regime de Saddam Hussein recebeu efectivamente algum apoio dos EUA. Sobretudo para poder conter a ameaça de um Irão Komenista exportador de terrorismo e instabilidade regional. De resto, na altura, apesar de ser autoritário e repressivo, o regime iraquiano tinha então um cunho laico forte que o distinguia claramente do integrismo religioso. Mas nem o Iraque era um aliado seguro dos EUA nem o apoio dos EUA ao Iraque era essencial e incondicional. Os EUA nem eram o principal apoio do Iraque. Os principais aliados do Iraque eram de longe a União Soviética e outros paises comunistas e terceiro mundistas. Mesmo outros paises ocidentais, com destaque para a França, tinham relações políticas e económicas intensas com o Iraque de Saddam Hussein. Depois disso muita coisa mudou, houve a guerra com o Irão, o acentuar da repressão interna, nomedamente das minorias étnicas, Saddam Hussein aproximou-se do islamismo e de organizações e activistas terroristas, procurou dotar-se de armas de destruição massiva, invadiu o Koweit e ameaçou a Arábia Saudita, assumiu um militarismo expansionista cada vez mais perigoso,…

  17. Fernando

    Ricardo Saramago, a sua intervenção, sempre eloquente, é a que melhor se adequa a esta discussão: Allende, eleito pelo povo ou não, tinha de ser aniquilado.
    Se eu disser “Obama é agente da CIA e com as eleições foi elevado a ditador, e por isso deve morrer” terá coragem de me chamar totalitarista?

  18. ricardo saramago

    Caro Fernando
    Parece-me que o facto de ser eleito não o torna inimputável, nem desculpa os desvarios que cometeu e pretendia cometer.
    Do mesmo modo o facto de ser de “esquerda” e de ter sido morto não altera nada do que penso sobre a personagem.
    O mundo não se divide em bons e maus.
    Todos nós, nas circunstâncias certas, somos capazes do pior.
    As tentativas de branquear o passado, reescrevendo a História, não nos tornam mais sábios antes pelo contrário.
    Quanto ao Obama, para além da imagem e da aceitação pelos média, pouco se distingue do George Bush, que ao menos dizia o que pensava e pensava o que dizia.

  19. Fernando

    Ricardo Saramago: se por desvarios considera os meios necessários à transformação da sociedade rumo ao socialismo, coisa que nem de perto nem de longe aconteceu, mas era efectivamente a vontade popular, a intervenção americana é ou não é um acto condenável?

  20. ricardo saramago

    Caro Fernando
    A intervenção americana não pode ser vista independentemente da intervenção soviética.
    No contexto da guerra fria, quando um agente pago do KGB sobe ao poder num país aliado, os EUA fizeram o que é suposto fazerem. Os soviéticos fizeram o mesmo em casos inversos.
    Por desvarios entendo o caos em que caiu o país com paralisação de serviços essenciais, lei da rua, bombas, tumultos,prisões arbitrárias, roubos, assassinatos e ausência de estado de direito.De tal forma que o parlamento(eleito), fazendo uso dos poderes legais destituiu o presidente Allende.
    Foi aliás a recusa de Allende em acatar a decisão do parlamento que levou à intervenção dos militares (Pinochet foi nomeado Chefe do Estado Maior por Allende).
    Os mesmos chilenos que elegeram Allende, votaram por Pinochet em referendo e destituiram o mesmo Pinochet anos depois.
    A vontade popular, tão só, serve de argumento para tudo e mais alguma coisa.Basta escolher.

  21. Fernando S

    22. “…[a] transformação da sociedade rumo ao socialismo … era efectivamente a vontade popular …”

    A ideia de que o que Allende e as forças que o apoiavam estavam a fazer no Chile até o 11 de Setembro de 1973 correspondia e era legitimado por uma hipotética “vontade popular” é mais um dos muitos mitos historicos que a propaganda esquerdista costuma martelar até à exaustão e que muita gente menos precavida acaba por admitir como sendo verdade.

    A eleição presidencial de 1970 deu os seguintes resultados :
    – Salvador Allende, pela Unidade Popular, aliança das esquerdas : 36,3% ;
    – Jorge Alessandri, pelo Partido Nacional, conservador : 34,9 %.
    – Radomiro Tomic, pela Democracia Cristã : 27,9 %.
    Ou seja, o candidato das esquerdas obteve a preferência de pouco mais de 1/3 do eleitorado a a parte restante, 62,8%, foi para os candidatos da direita e centro-direita.
    Como nenhum dos candidatos obteve o consenso necessario nas urnas, a escolha do Presidente passou para o Congresso dos Deputados, onde os partidos à direita eram largamente maioritarios.
    Acontece que a rivalidade politica entre os 2 partidos à direita impediu um entendimento para a escolha de um dos 2 candidatos que não eram de esquerda. A democracia cristã preferiu introduzir na Constituição algumas limitações adicionais ao poder do governo e dar os seus votos a Salvador Allende.

    Entre Novembro de 1970 e Setembro de 1973, Salvador Allende forma 6 governos, que vão caindo devido à demissão de ministros em desacordo com a política seguida e à oposição do Parlamento, onde os partidos à direita, sempre largamente maioritários, foram pondo de lado as suas divergências e convergem numa forte oposição ao Presidente e à sua política.

    Em Março de 1973, as eleições legislativas dão uma vitória clara à CODE, uma coligação entre a Democracia Cristã e o Partido Nacional, com 54,78%, enquanto que a coligação do Presidente e do governo não vai além dos 44,09%.
    No entanto este resultado não dá à oposição os 60% necessários para destituir constitucionalmente o Presidente.

    Em Maio de 1973, a Corte Suprema declara inconstitucionais e ilegais diversas medidas tomadas pelo governo.
    A 2 de Julho de 1973, o Controlador Geral das Contas do Estado assume uma posição idêntica.
    A 22 de Agosto de 1973, os deputados da Democracia Cristã e do Partido Nacional votam uma resolução pedindo às instituições civis (onde se incluem o Presidente e o Governo) e militares para porem fim ao que consideram serem violações da Constituição e para operarem no sentido de ser restaurado o direito e a ordem constitucional.

  22. Como é que o Rui Carmo sabe que o ataque “pretendia destruir a liberdade”? Falou com os suicidas antes de eles embarcarem?

    Leu ou ouviu alguma mensagem que eles tivessem deixado antes de morrer? Dizia lá isso?

  23. “- Allende perseguia e matava opositores antes de cair, havia cubanos instalando e apoiando a comunização do país apoiados pelos detentores do poder: o país estava em convulsão e poderia tender para qualquer lado.”

    Em 1972, a Freedom House classificou o Chile com um indíce de “liberdades civis” de 2 (sendo 1 o máximo e 7 o mínimo), o mesmo grau de, por exemplo, a Finlândia, Irlanda, Itália, Malta ou San Marino. Em termos de “representação politica” (já não um indíce de “liberdade”, mas de “democracia”), tinha um 1, ficando, p.ex., à frente da Finlândia.

    http://www.freedomhouse.org/images/File/FIW%20All%20Scores,%20Countries,%201973-2010.xls

    “- Allende foi deposto pelo parlamento chileno, sofrendo impedimdento antes da tomada de poder por Pinochet;”

    Daqui a pouco vai-me dizer que Bill Clinton foi destituído pela Camera dos Representantes dos EUA.

    Sim, a maioria dos deputados do Parlamento chileno votou uma proposta considerando o governo Allende ilegal, mas a votação não atingiu os 2/3 necessários para poder destituir o Presidente (tal como Clinton não foi destituido, já que o Senado não aprovou o inpeachment).

  24. Cfe

    “Freedom House classificou o Chile com um indíce de… ”

    Quero lá saber como classifica a freedom house o Chile: um presidente que se cerca de estrangeiros, no caso cubanos, para se proteger em seu próprio país tem que tipo de classificação? É preciso ir ver qual a nota que uns iluninados deram a liberdade num país desses?

    “Sim, a maioria dos deputados do Parlamento chileno votou uma proposta considerando o governo Allende ilegal, mas a votação não atingiu os 2/3 necessários para poder destituir o Presidente”

    “A Tale of Two Chileans”, de Robin Harris não diz isso.

  25. CN

    Madame Roland: “Ó liberdade! Quantos crimes se cometem em teu nome!” (Frase proferida antes de sua execução).

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