Dia 4

O Avala Express chegou à Keleti pu já com meia hora de atraso, mas durante o trajecto até Novi Sad apenas se atrasou mais meia hora. E não havia fanfarras klezmer a caminho de um casamento, nem personagens estranhas (como aquele homem com passaporte canadiano, em 2003, que falava inglês, sérvio, albanês e um pouco de português), nem caras que denunciavam contrabando, nem tempos de espera épicos na fronteira. Desta vez esteve tudo muito tranquilo, muito europeu. Uma chatice.

Avala Express, 2010

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2 pensamentos sobre “Dia 4

  1. Carlos Guimarães Pinto

    Felizmente, os Balcãs estão-se a tornar zonas aborrecidas. Hoje o controlo fronteiriço já é muito mais apertado ao sair da Sérvia do que ao entrar. A primeira vez que entrei na Sérvia (na altura ainda Sérvia+Montenegro+Kosovo) de comboio (pela fronteira da roménia), estive parado duas horas. Os guardas de fronteira sérvios, envergando ainda uniformes da ex-Jugoslávia, verificaram as cabines uma por uma, incluindo por baixo dos assentos e verificando os buracos nos estofos.

  2. Carlos M. Fernandes

    Eu fiquei uma noite na fronteira, vindo da Roménia. Não teve piada nenhuma, mas agora já consigo rir-me da situação. Mas ali o contrabando era tão descarado que eu acho que o que esperávamos era o guarda fronteiriço “correcto”.

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