Ramadan Kareem

Para um quarto da população mundial, inicia-se hoje a celebração religiosa mais importante do ano. Durante as 4 semanas do nono mês do calendário Islâmico, os muçulmanos por todo o Mundo jejuam desde que o sol nasce. O Jejum é quebrado ao pôr-do-sol, com uma grande refeição em família, o Iftar (árabe para pequeno-almoço mas que ganha um significado diferente durante o ramadão). Observar o ramadão é o quarto dos cinco rituais islâmicos.

79 pensamentos sobre “Ramadan Kareem

  1. antonio carlos

    Sheikh Mohammed al-Tabatabi told thousands of worshippers in Baghdad in May 2003: “The West calls for freedom and liberty. Islam rejects such liberty. True liberty is obedience to Allah.”
    Islam it is neither a “religion of peace” nor a “religion hijacked” or “perverted” by “the few”. Instead, its moral intransigence and revived ardours, its jihadist ethic and the refusal of most diaspora Muslims to “share a common set of values” with non-Muslims are all one, and justified by the Koran itself.

  2. Carlos Guimarães Pinto

    O Antonio Carlos ou tem razão na generalização que faz, e então um quarto da população mundial é composta por sanguinários bem armados que querem assassinar os restantes três quartos, ou então não tem razão e é um imbecil movido por um ódio irracional a 1.5 mil milhões de pessoas. Em qualquer dos casos, caro Antonio, boa sorte.

  3. As cinco obrigações fundamentais de um muçulmano são

    (1) Acreditar que há um Deus único e que Muhammad foi seu profeta,

    (2) Rezar cinco vezes por dia,

    (3) Dar esmola (zakat),

    (4) Jejuar no Ramadão, e

    (5) Fazer a peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida.

  4. “as 4 semanas do nono mês do calendário Islâmico”

    Este nono mês não calha sempre na mesma altura do ano, creio, pois que lembro-me que, há uns anos atrás, o Ramadão foi em Novembro.

    Talvez o Carlos nos possa ensinar um pouco sobre como é o calendário islâmico (e se tem os 365 dias todos).

  5. antonio carlos

    Obrigado ao Carlos Guimaraes Pinto por saber debater as suas ideias com elevação. Pode-me chamar imbecil e irracional mas não é a mim que tem que explicar que o islão é uma religião de paz, pois eu não pretendo fazer explodir autocarros, atacar escolas e predios com aviões. É aos milhares que o fazem em nome do Islão que tem que o fazer. Atentados em Bali, Beslan,Moscovo, Mumbai,Caxemira, Madrid, Londres, Marrocos,Argélia, Ancara, Rhiad, Nova York, TelAviv, Jerusalem, Bagdad, Kabul etc….. chega ? não sabia ? não vê a Aljazira nem os comunicados que os extremistas publicam na net e os videos e as declarações na TV ? anda muito distraido CGP.

  6. Carlos Guimarães Pinto

    Antonio, você parte de um comportamento minoritário para assumir que todos os muçulmanos são assassinos sanguinários. Se tiver razão, estamos todos tramados e o mundo acabará em breve. Se não tiver, é um racista imbecil, ou pelo menos tem um problema qualquer de raciocínio. Eu espero sinceramente que seja o segundo caso.

  7. antonio carlos

    Palavras de um lider muçulmano que comprovam a bondade do Islão e do CGP :

    “Kadhafi calls for jihad against Switzerland over minaret ban,” from AFP, February 25 (thanks to all who sent this in):

    Libyan leader Moamer Kadhafi called on Thursday for jihad (holy war) against Switzerland over the ban adopted last year on the construction of minarets in the country.
    “It is against unbelieving and apostate Switzerland that jihad ought to be proclaimed by all means,” Kadhafi said during a speech in the Mediterranean coastal city of Bengazi to mark the birthday of the Muslim Prophet Mohammed.

    “Any Muslim around the world who has dealings with Switzerland is an infidel (and is) against Islam, against Mohammed, against God, against the Koran,” the leader told a crowd of thousands in a speech broadcast live on television….

  8. antonio carlos

    Racista imbecil…gostei dessa. É o mesmo argumento que as associações muçulmanas usam quando alguem alerta para o perigo do fundamentalismo islamico. Eu não assumo nada, limito-me a expor factos ( nº de atentados terroristas realizados por muçulmanos ) e expressões usadas por muçulmanos, que voçê não consegue desmentir. Já agora, CGP você é capaz de debater sem ofender o seu interlocutor ? fica-lhe mal essa atitude.

  9. Carlos Guimarães Pinto

    Antonio Carlos, eu não o ofendi. Se reparar bem, eu até assumo que possa ter razão (nesse caso, assumo que estará escondido numa montanha a comer enlatados a proteger-se da iminente invasão dos tais 1.5 mil milhões de terroristas). Prefiro que não tenha razão, e o facto de vir falar em terrorismo num post dedicado a uma celebração de paz e tolerância, seja apenas imbecilidade. Apenas isso.

  10. Carlos Guimarães Pinto

    Luis, eu não sou grande especialista no assunto porque o calendário islâmico é utilizado de forma puramente simbólica nos dias que correm, excepção feita para a celebração dos feriados religiosos. Sei que tem menos 11 dias que o calendário Gregoriano porque os meses se baseiam nos ciclos lunares, e por isso todos os anos o início do Ramadão recua esses 11 dias.

  11. lucklucky

    É simples, a maior parte dos Muçulmanos segue o islão a la carte. É contra essa acomodação à modernidade que a Al-Qaeda, o Mehdismo Iraniano etc lutam.

  12. “Atentados em (…) Argélia, Ancara, Rhiad, (…) Bagdad, Kabul ”

    Questão – e contra quem normalmente são dirigidos os atentados na Argélia, Ancara, Riad, Bagdad e Kabul?

  13. Carlos,

    Zakat não é esmola, é um tributo e é para ser gasto apenas a favor dos muçulmanos necessitados. Uma das actividades que é subsidiada pela colecta da zakat é a jihad (http://pt.wikipedia.org/wiki/Zakat e http://tambemistoevaidade.blogspot.com/2010/03/para-uma-verdadeira-compreensao-do_05.html).
    Jihad que é considerada por alguns muçulmanos o 6º pilar: «A minority among the Sunni scholars sometimes refer to this duty as the sixth pillar of Islam, though it occupies no such official status.» (http://en.wikipedia.org/wiki/Jihad)

    Quanto à sua discussão com o antonio carlos: a questão não é se milhão e meio de pessoas são sanguinários, o que é um absurdo (e o Carlos quando faz depender a putativa imbecilidade do antonio da veracidade desta asserção está, para todos os efeitos, a chamar-lhe imbecil); trata-se de aprofundar o conhecimento de uma religião que levou e leva tantas pessoas normais a comportar-se como assassinos.
    O que é irracional não é o suposto ódio a milhão e meio de pessoas, mas a recusa em escrutinar uma religião e a procurar perceber porque é que os terroristas matam em nome do Islão, invocam versículos do Alcorão, são apoiados por inúmeros líderes religiosos, saudados por multidões em fúria; porque é que apedrejam adúlteros, matam apóstatas, etc., práticas que contam com sólidos fundamentos doutrinais, de raiz alcorânica ou da Suná do profeta Mafoma, não restritas a uma determinada fase da história do islão, mas absolutamente prevalentes no tempo e no espaço da sua existência.

    Como diz o autor do http://barenakedislam.wordpress.com/, «It isn’t islamophobia if they really are trying to kill you»

    A quem possa interessar: http://www.thereligionofpeace.com/

  14. Carlos Guimarães Pinto

    “É simples, a maior parte dos Muçulmanos segue o islão a la carte”

    Assim como cristãos e judeus. Graças a Deus.

  15. antonio carlos

    Carlos não vou discutir mais consigo porque à falta de argumentos voçê usa insultos e que grande bagagem de insultos voçê tem. Uma ultima observação apenas: para alguem que quer defender a bondade e a tolerancia de uma religião ( e não de uma raça como voçê confunde ao chamar-me de racista) a forma agresssiva como o faz acaba por trair a bondade e a tolerancia do que pretende defender.Se voçê que vive no ocidente entra em choque comigo pelas criticas que faço ( usando frases de lideres islamicos e factos comprovados )então compreende-se bem pq é que milhões de muçulmanos que são educados toda a vida no extremismo e só lêem o Corão,estão em confronto aberto com todo o mundo e com a liberdade como a entendemos no ocidente.

  16. Carlos Guimarães Pinto

    “Quanto à sua discussão com o antonio carlos: a questão não é se milhão e meio de pessoas são sanguinários, o que é um absurdo (e o Carlos quando faz depender a putativa imbecilidade do antonio da veracidade desta asserção está, para todos os efeitos, a chamar-lhe imbecil)”

    Mas este é exactamente o pressuposto do Antonio Carlos, caso contrário não traria o terrorismo islâmico à baila num post que só fala de um acontecimento religioso que pretende ser de paz.

    Aceito que se escrutine a religião e até acho muito bem que o faça (embora curiosamente não veja ninguém a escrutinar a Torah com o mesmo cuidado), mas saiba colocar o que lê no seu contexto temporal. Talvez se você e o Antonio Carlos escrutinarem com cuidado, percebem o quanto despropositada é a referência à Jihad e ao terrorismo islàmico num texto sobre o ramadão.

    De resto, parece-me que o Luis fala do que não conhece, ou então se informa nas piores fontes possíveis.Deixe de visitar islamófobos e vá visitar um país islâmico. Se depois disso continuar a achar que 1.5 mil milhões de pessoas querem assassina-lo ou convertê-lo à força, podemos falar.

  17. Carlos Guimarães Pinto

    Antonio Carlos, como lhe disse, eu não o insultei, você é que tratou de tomar para si o insulto.
    Quando se acusa 1.5 mil milhões de pessoas de serem assassinas (ou apoiantes de práticas assassinas) ou se tem razão, ou se é imbecil. Estamos de acordo?

  18. Francisco Silva

    Luís Lavoura, o calendário muçulmano é lunar e tem 12 meses de 29 ou 30 dias cada para um total de 354 ou 355 dias num ano. Dai o mês do Ramadão coincidir com diferentes meses do calendário gregoriano a ano deste. Se fizer uma pesquisa nas internetes pode encontrar muitos mais pormenores e informações sobre o assunto, o saber não ocupa lugar.

  19. antonio carlos

    In 1974, former Algerian President Houari Boumedienne warned Europe in a speech at the UN : “One day, millions of men will leave the Southern Hemisphere to go to the Northern Hemisphere. And they will not go there as friends. Because they will go there to conquer it. And they will conquer it with their sons. The wombs of our women will give us victory.”

    “Soon we will take power in this country. Those who criticize us now, will regret it. They will have to serve us. Prepare, for the hour is near.” — Belgium-based imam in 1994.

    08.06.2006. GLOBAL JIHAD: Gadhafi sees progress, and ‘victory’ within a few decades. Islam will take over Europe without violent force within a few decades, said Libyan Leader Moammar Gadhafi in a speech aired on the Arab satellite network Al Jazeera. Story on WorldNetDaily.

  20. antonio carlos

    March 3, 2010.CBN News traveled to London to talk with Anjem Choudary, a leading Muslim radical who says Islamic teachings are what shaped his pro-jihad message.

    A Religion of Peace?

    “You can’t say that Islam is a religion of peace,” Choudary told CBN News. “Because Islam does not mean peace. Islam means submission. So the Muslim is one who submits. There is a place for violence in Islam. There is a place for jihad in Islam.”

    Choudary is the leader of Islam4UK, a group recently banned in Britain under the country’s counter-terrorism laws. He wants Islamic Sharia law to rule the United Kingdom and is working to make that dream a reality.

  21. antonio carlos

    The former Jordanian foreign minister appeared on Hamas’ Al-Aqsa Television on May 2nd and vowed to conquer Israel, Rome, Spain, America and pretty much every other part of the world May 5, 2008Jordanian former minister: Islam will conquer the world

  22. Francisco Silva

    antonio carlos, já só faltam pouco menos de 1.5 mil milhões de citações individuais para comprovar a sua teoria que todos são o mesmo. Bom trabalho, continue que vai no bom caminho.

  23. inthelimbo

    Francisco Silva, acha que para condenar, por ex, o nazismo, seria necessario que todos (milhares?) os que foram nazis cometeram crimes?

  24. lucklucky

    “Assim como cristãos e judeus. Graças a Deus.”

    Pelos visto não sabe entender a diferença de grau e de âmbito. O problema é que há milhares de Muçulmanos que seguem o Corão à letra ou quase.

    “embora curiosamente não veja ninguém a escrutinar a Torah com o mesmo cuidado”

    Porque é que será? os Judeus não andam a matar Ocidentais e outros Judeus por causa da Torah. Quando um Muçulmano se explode no meio de outros Muçulmanos ou no meio dos Infiéis é por causa do Corão. Curiosamente isso nada significa para si.

    Mas também o que se pode esperar de alguém que diz que os assassínios e amputação de mulheres e filhas por não seguirem os ditames do patriarca não tem nada que ver com Cultura e Religião…

  25. Francisco Silva

    inthelimbo, não está aqui ninguém a colocar citações de nazis pois não?

    No entanto não deixa de ser uma comparação curiosa, a maioria dos nazis era cristãos, e por esta ordem de ideia podiamos estar aqui a dizer que todos os cristãos gostam de atirar pessoas para fornos crematórios. O que faz tanto sentido como generalizar para membros de outra religião qualquer.

    Assassinos são assassinos independemente da sua religião ou falta dela, se não existisse religião alguma eles existiriam de certeza, tal como quem generalizasse por causa do seu clube de futebol, associação recreativa ou qualquer outra coisa que afastasse da ideia de que no fundo cada pessoa é responsável pelos seus próprios actos. E isso acaba por ser um ponto em comum que podemos usar para generalizar assassinos e generalizadores, querem escapar da responsabilização individual e se sentirem reduzidos a si próprios.

  26. Francisco Silva

    “os Judeus não andam a matar Ocidentais e outros Judeus por causa da Torah.”

    lucklucky, o judeus colectivamente não porque isso faz tanto sentido como dizer que os cristão, muçulmanos ou outros quaisqueres agem em uníssono, mas se procurar informação encontrará casos de indivíduos em particular que usaram a Torah como justificação para matar tanto outros que eles consideraram como iguais e como diferentes.

  27. vasco santos

    Non-Muslims are sometimes sensitive about not giving offence during Ramadan — for example, by conducting military operations. Numerous examples indicate that this sensitivity is unnecessary: Muhammad himself fought during Ramadan in 624. In 1973, Egypt and Syria attacked Israel during Ramadan, which happened that year to coincide with the Jewish Yom Kippur. In 1982, Iran launched an attack on Iraq that they explicitly called “Operation Ramadan.” Muslims have rarely shown any reluctance to wage war during Ramadan.

  28. Carlos Guimarães Pinto

    “No entanto não deixa de ser uma comparação curiosa, a maioria dos nazis era cristãos, e por esta ordem de ideia podiamos estar aqui a dizer que todos os cristãos gostam de atirar pessoas para fornos crematórios”

    Exacto. A fazer lembrar o juramento nazi: I swear by God, this holy oath, to the Führer of the German Reich and people. Adolf Hitler…

    Não esquecer que, tal como no caso do nazismo, também o terrorismo islàmico é combatido por exércitos composto por elementos da mesma religião.

    Enfim, entretanto é hora de Iftar. Vou ali celebrar com os meus amigos muçulmanos. A ver se não me apedrejam até à morte.

  29. vasco santos

    One in eight UK Muslims world wide ‘support terrorist attacks.’

    A document, which was produced by officials from MI5 (British Intelligence) and the British Home and Foreign Offices, entitled “Young Muslims and Extremism” and drawn up for the prime minister by officials at the Home and Foreign and Commonwealth Offices, also states that anecdotal evidence suggests that up to 13 per cent, or 208,000 of Britain’s 1.6 million Muslims, defended the terrorist attacks against the United States on September 11, 2001, while only 26 per cent feel loyalty toward England. That is not a tiny minority.

  30. A ignorância e má-fé institucionalizadas pelos média e opinião bem-pensante prevalecem nos sentimentos anti-islâmicos que vêm à baila nestas ocasiões. É como colocar vinagre para atrair as moscas. Utilizar as consequências resultantes de circunstâncias políticas e geopolíticas datáveis e localizáveis como uma forma de caracterizar, não um povo mas, vários povos é realmente a subversão da honestidade intelectual.
    De resto, hoje em dia é difícil compreender quem ainda tem uma concepção do mundo na qual existe sagrado e profano; tempo e espaço dedicados a Deus e tempo espaço dedicado ao Homem. Algo que na Cristandade está a acabar ou já acabou – arruinando-a.

  31. joao

    One muslim extremist of the islamic liberation party reminded his interlocutors just befor the scheduled opening of the party´s rally in London August 1994, that “there are 132 verses in Quran about killing and fighting”. And he added unncessarly “Ours is not a passive religion ” ( Fregosi, P. 1998 )

  32. joao

    Eu julgava que o Carlos Pinto era um homenzinho com bom senso. O Hitler fez o que fez em nome do Cristianismo que queria espalhar pelo mundo, não foi ? vai dar banho ao cão….ainda és muito imaturo para discutir o quer que seja neste campo.Talvez daqui a uns anos, com mais experiência de vida e sabedoria, tenhas a dizer algo de útil.

  33. #18
    Não é despropositado falar de jihad: V. falou dos pilares do islão (embora não tenha usado a expressão); coloquei a questão do número (5 ou 6) justamente por causa da jihad.
    Infelizmente, não há dia em que seja despropositado: como devia saber, o mandamento para a jihad é intemporal e universal.

    A ideia de que ter ido a ou passado algum tempo num país muçulmano proporciona algum tipo de conhecimento sobre o islão é imbecil. Já estive no Egipto e na Jordânia e lá não aprendi nada de especial sobre o islão. O que lá constatei foi o que já sabia: as pessoas são como nós.

    Para que conste, não creio que milhão e meio de pessoas me queira assassinar, nem converter à força.
    O que sei é que a religião que essas pessoas professam lhes manda instaurar o domínio islâmico no mundo, se necessário pela força. Matar os infiéis é contraproducente: quem pagaria a jizya? Quem faria os trabalhos mais imundos (como na Índia e Paquistão e no Egipto)?

    Então o Carlos acha que os sítios que eu referi como fontes são “islamófobos”?
    Teria a amabilidade de me indicar um sítio onde me possa instruir sobre o islão que não o seja.
    Já agora: o que é que, para si, caracteriza uma fonte “islamófoba”?
    Será que, por exemplo, elencar os versículos do Alcorão e das ahadith que incitam os muçulmanos a não estabelecer relações de amizade com judeus e cristãos faz de uma fonte “islamófoba”? http://www.thereligionofpeace.com/Quran/009-friends-with-christians-jews.htm
    Ou fazer o mesmo quanto ao incitamento à violência? http://www.thereligionofpeace.com/Quran/023-violence.htm

  34. Carlos Guimarães Pinto

    Luis Cardoso, lá está o problema de só ler um lado da questão. Eu, como disse, não sou um especialista no Islão mas já me tinha cruzado com essa questão num website desses que você gosta de ler. A questão vem de um problema de tradução para inglês do Corão onde se traduz para amizade uma palavra que de facto significa aliança. Não sei exactamente de cor, mas uma parte do Corão diz exactamente o oposto: que um bom muçulmano deve relacionar-se com todos aqueles que não são da sua fé, porque deus ama os justos.

    joao, é ridículo comparar hitler ao que quer que seja. Mas Hitler era profundamente religioso (basta ler o Mein Kampf) e utilizou a religião por diversas vezes como forma de incentivar as massas. Hitler não fez o que fez porque queria espalhar o cristianismo, mas também os terroristas islâmicos não fazem o que fazem em missão missionária. Os escritos de qualquer uma das três maiores religiões podem ser usados como arma de guerra, o que não quer dizer que o fundamental de qualquer uma das religiões seja a paz. Bibles dont kill people, people kill people.

  35. lucklucky

    “No entanto não deixa de ser uma comparação curiosa, a maioria dos nazis era cristãos, e por esta ordem de ideia podiamos estar aqui a dizer que todos os cristãos gostam de atirar pessoas para fornos crematórios””

    E continua a tentativa de lançar poeira para os olhos. Os Nazis não mataram por causa do Cristianismo, quando matavam a tiro ou no crematório não liam frases da Bíblia, não justificavam as suas acções pela Bíblia e a Bíblia não era a fonte da doutrina Nazi nem a justificação para o Nazismo.

    A legitimação do extremismo Islâmico é o Islamismo, é o Corão não é outra coisa.
    A legitimação do Nazismo é o Mein Kampf não a Bíblia.

    Mete nojo estas tentativas de ligar coisas acessórias ou irrelevantes tentar fazê-las passar como coisas fundamentais. O Islão é fundamental para o Extremismo Islâmico eu sei que isto está ao nível de uma tautologia mas parece que se tem de descer a esse nível.

    “lucklucky, o judeus colectivamente não porque isso faz tanto sentido como dizer que os cristão, muçulmanos ou outros quaisqueres agem em uníssono, mas se procurar informação encontrará casos de indivíduos em particular que usaram a Torah como justificação para matar tanto outros que eles consideraram como iguais e como diferentes.”

    Pelos vistos não quer perceber a diferença do que são casos com centenas de milhares de casos. Os Cristãos também se pegaram na Irlanda do Norte numa disputa com contornos religiosos. Percebe a diferença entre casos isolados e uma epidemia?

    Nenhuma dessas pessoas tem o poder que têm os extremistas no Mundo Muçulmano. Pior os extremistas Muçulmanos até têm muito mais poder no Ocidente que esses casos que você refere sem especificar.

  36. Carlos Guimarães Pinto

    “38.“Hitler era profundamente religioso”

    Mentira.”

    Hitler foi baptizado, frequentou uma escola católica e no seu livro descreve a bíblia como o grande livro da história da humanidade. Antes da segunda guerra mundial tentou a unificação das duas igrejas cristãs sobre uma só. O juramento nazi inclua menções religiosas, etc, etc, etc

    “Os Nazis não mataram por causa do Cristianismo, quando matavam a tiro ou no crematório não liam frases da Bíblia, não justificavam as suas acções pela Bíblia e a Bíblia não era a fonte da doutrina Nazi nem a justificação para o Nazismo. ”

    Completamente de acordo. Agora pegue nestas frases de Hitler e dê-lhes a mesma conotação religiosa que dá a algumas frases de líderes religiosos e políticos islâmicos:

    “Hence today I believe that I am acting in accordance with the will of the Almighty Creator: by defending myself against the Jew, I am fighting for the work of the Lord.”

    “”My feelings as a Christian points me to my Lord and Savior as a fighter. It points me to the man who once in loneliness, surrounded by a few followers, recognized these Jews for what they were and summoned men to fight against them and who, God’s truth! was greatest not as a sufferer but as a fighter. In boundless love as a Christian and as a man I read through the passage which tells us how the Lord at last rose in His might and seized the scourge to drive out of the Temple the brood of vipers and adders. How terrific was His fight for the world against the Jewish poison. To-day, after two thousand years, with deepest emotion I recognize more profoundly than ever before the fact that it was for this that He had to shed His blood upon the Cross. As a Christian I have no duty to allow myself to be cheated, but I have the duty to be a fighter for truth and justice”

    Como disse antes, todas estas comparações não fazem sentido. Assassinos são assassinos, independentemente da religião. As religiões com toda a sua força podem ser utilizadas pelo homem como ele bem entender. Deixemos as religiões de paz, em paz.

  37. Francisco Silva

    lucklucky, não sou eu que estou a fazer esse salto de lógica de dizer que os nazis mataram por causa do Cristianismo, é você.

    Mas já que esse caso veio à baila para comparação, que se compare o que há em que comum, que é o facto de usarem a religião apenas como arma para os seus propósitos, tal como outros e tal como outras armas, nacionalismo, racismo e outros bons exemplos de colectivismo.

    Para assassinos deste nível desindividualizar e desresponsabilizar é bastante útil, ajuda a levar os mais ingénuos a fazer o trabalho sujo. A religião em si é das coisas com que menos se preocupam, passam a professar a da maioria do público alvo e está meio trabalho feito.

    E já agora diga lá onde esta essa epidemia de muçulmanos a matarem gente à maluca, isso é coisa tipo a gripe A? Será melhor dar uns valentes milhares de milhões de euros a alguns salvadores da pátria?

  38. O Carlos não é um especialista do islão, mas acaba de resolver um problema: é um erro de tradução.
    Bravo.
    Já agora, para os seus leitores que, como eu, são muito desconfiados, diga-me, se faz favor, qual é o versículo, para eu poder comparar diversas traduções para diversas línguas.
    Alcorão 5:51 (http://quran.com/5/51)
    Sahih International
    O you who have believed, do not take the Jews and the Christians as allies. They are [in fact] allies of one another. And whoever is an ally to them among you – then indeed, he is [one] of them. Indeed, Allah guides not the wrongdoing people.
    Muhsin Khan
    O you who believe! Take not the Jews and the Christians as Auliya’ (friends, protectors, helpers, etc.), they are but Auliya’ to one another. And if any amongst you takes them as Auliya’, then surely he is one of them. Verily, Allah guides not those people who are the Zalimun (polytheists and wrong-doers and unjust).
    Pickthall
    O ye who believe! Take not the Jews and the Christians for friends. They are friends one to another. He among you who taketh them for friends is (one) of them. Lo! Allah guideth not wrongdoing folk.
    Yusuf Ali
    O ye who believe! take not the Jews and the Christians for your friends and protectors: They are but friends and protectors to each other. And he amongst you that turns to them (for friendship) is of them. Verily Allah guideth not a people unjust.
    Shakir
    O you who believe! do not take the Jews and the Christians for friends; they are friends of each other; and whoever amongst you takes them for a friend, then surely he is one of them; surely Allah does not guide the unjust people.
    Dr. Ghali
    O you who have believed, do not take to yourselves the Jews and the Nasara (Christians) as patrons; some of them are patrons to some (others). And whoever of you patronizes them, then surely he is one of them. Surely Allah does not guide the unjust people.
    French
    ô les croyants ! Ne prenez pas pour alliés les Juifs et les Chrétiens; ils sont alliés les uns des autres. Et celui d’entre vous qui les prend pour alliés, devient un des leurs. Allah ne guide certes pas les gens injustes.
    German
    O ihr Gläubigen! Nehmt Juden und Christen nicht als Vertraute, denn sie sind miteinander verbündet und sind euch gegenüber feindlich eingestellt! Wer sie zu Vertrauten nimmt, stellt sich in ihre Reihe. Gott leitet die Ungerechten, die Seine Gebote und Verbote nicht einhalten, nicht zum rechten Weg.
    Italian
    O voi che credete, non sceglietevi per alleati i giudei e i nazareni, sono alleati gli uni degli altri. E chi li sceglie come alleati è uno di loro. In verità Allah non guida un popolo di ingiusti.
    Portuguese
    Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós ostomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos.
    Spanish
    ¡Creyentes! ¡No toméis como amigos a los judíos y a los cristianos! Son amigos unos de otros. Quien de vosotros trabe amistad con ellos, se hace uno de ellos. Alá no guía al pueblo impío.

  39. lucklucky

    Hitler não ia à missa, não fazia o sinal da cruz, não rezava o terço, não tinha um padre a quem se confessava, não se casou apesar de andar maritalmente com uma mulher, mas torna transformar Hitler numa pessoa “profundamente religiosa”…o Líder Cristão.

    Hitler está mais próximo dos Muçulmanos moderados que compram o Mein Kampf numa livraria do Cairo do que um Islamita fanático que segue o Corão à letra.

    “lucklucky, não sou eu que estou a fazer esse salto de lógica de dizer que os nazis mataram por causa do Cristianismo, é você.”

    Você é que comparou as mortes provocadas pelo Islamismo Radical ás mortes provocadas Nazismo querendo ao mesmo tempo substituir o Nazismo por Cristianismo.

  40. Francisco Silva

    Luís Cardoso, qual é supostamente a conclusão a tirar dessa transcrição?

    Tanto na Bíblia como no Corão, os dois únicos livros religiosos sobre os quais tenho algum conhecimento, podemos encontrar as coisas mais belas a apelar à fraternidade e ao amor ao próximo e páginas antes ou depois as coisas mais odiosas a apelar à morte de infíeis e apedrejamento de mulheres adúlteras.

    Não conheço outros livros religiosos mas não me admirava se fossem parecidos. Talvez quem os escreveu fê-lo de forma ambígua de propósito, para poder usá-los da forma mais conveniente a qualquer situação que surgisse para galvanizar as massas, e dar a mesma possibilidade a cléricos e governantes futuros, com a justificação de que se estava escrito no livro sagrado é porque é verdade.

  41. Francisco Silva

    lucklucky, lá estão outra vez os saltos de lógica. O meu argumento é que assassinos usam o que está à mão para matarem, e que a religião é uma excelente arma, não são religiões que matam pessoas, são pessoas que matam pessoas, se não tivessem isso usavam outra coisa qualquer.

  42. Francisco,
    uma diferença, assim muito rapidamente, é que os cristãos e os judeus não matam em massa em nome da religião, talvez porque os nossos livros nos permitam muito mais liberdade interpretativa, uma vez que, como saberá, a Bíblia é, para judeus e cristãos, um conjunto de livros inspirados por Deus e escritos por autores humanos – o que introduz uma série de variáveis de contexto, de liberdade humana do escritor sagrado, etc. – enquanto o Alcorão é, para os muçulmanos, o livro perfeito, sempiterno, da autoria do próprio Deus, ditado por Gabriel a Mafoma, o que reduz a margem de interpretação praticamente a zero.

    Como cristão estou mais ligado ao Novo Testamento, sem renunciar ao Antigo. Por isso, desafio-o a encontrar uma passagem “odiosa” ou a “apelar à morte dos infiéis” no Novo Testamento (se conhece o Livro, como diz, sabe que seria uma perda de tempo procurar prescrições de punição para o adultério no Novo Testamento).
    Depois disso, podemos passar para o Antigo.
    Se tem interesse nas diferenças entre Bíblia e Alcorão, pode ler http://www.jihadwatch.org/2009/03/bible-and-quran-equally-violent.html (com a reprovação do Carlos G. P.)

    Já agora, pode apontar-me um par de versos do Alcorão que apelem ao amor ao próximo e à fraternidade com os não-muçulmanos?

  43. Francisco Silva

    Luís Cardoso, podia apontar versos sim senhor, se tivesse fixado as suras ondem surgem, mas não o fiz, falha minha que me preocupo mais com outras coisas.

    “…cristãos e os judeus não matam em massa em nome da religião…”

    Nem esses nem nenhuns outros, fazem-no porque são assassinos, e usam a religião como instrumento. Ainda à volta dos nazis acha que não deu jeito usar o Cristianismo para facilitar a chacina de judeus? Ou aos cruzados quando mataram aos milhares indepedentemente de serem muçulmanos, judeus e cristãos na “Terra Santa” para mais facilmente pilharem as suas posses? Ou aos exercítos ocidentais actualmente a ocupar países do médio oriente e ásia central, com generais a apelar a novas cruzadas e oraçõezinhas antes de entrarem nos tanques?
    Tão útil quanto aos Almoadas e aos Almoravidas quando entraram pela península acima e levaram tudo à frente incluíndo supostos “irmãos” muçulmanos que viviam em pecado misturados com infíeis a beber vinho e a saborear a vida.

  44. “é que os cristãos (…) não matam em massa em nome da religião,”

    Não?

    Imagino que o Luís Cardoso queira dizer “nos últimos tempos os cristãos não têm morto em massa em nome da religião”.

  45. Hitler era provavelmente um “blavatskiano” (o que à sua maneira também é uma forma de ser extremamente religioso) fazendo-se passar por católico; mas de qualquer forma o seu regime apresentava-se como religioso (um dos slogans das SS – ou de outra milicia qualquer – era “Deus está connosco”); e não deixa de ser revelador que a única ocasião em que Hitler (mais ou menos) cedeu à oposição foi quando esta veio da Igreja (a propósito da eutanásia).

  46. JS

    Relação Homem Deus:
    Ou é (discutível) um monólogo, ou poderá ser, de preferência, um frutuoso diálogo.
    Mas … se insistem em establecer essa relação atravéz de um clube, pelo menos, por favor, escolham o clube com um modicum de cuidado. Até porque, consta, o julgamento final não é feito ao clube, mas sim ao indivíduo. Paz para todos.

  47. Carlos Guimarães Pinto

    Luis Cardoso (#41),
    Lá me fez ir procurar a citação que referi. Ora aqui vai uma citação no Corão sobre amizade com povos que não professem o Islão: “Allah forbids you not, With regard to those who Fight you not for (your) Faith Nor drive you out Of your homes, From dealing kindly and justly With them: For Allah loveth Those who are just. (Quran, 60:8)
    A maior parte das traduções que refere, são traduzidas a partir da versão inglesa. Mesmo assim note como acaba por ser traduzido de diferentes formas (vi aí “amigos”, “aliados”, “confidentes”). Obrigado por ter confirmado que existem de facto questões de tradução.
    Mas mesmo que não houvessem, interpretar um livro religioso à letra é imbecil. Na Bíblia há referências a comer crianças e, que eu saiba, os únicos que o fizeram foram uns discípulos de Moscovo que nen cristãos eram.

    O que eu quero dizer é que a maioria dos muçulmanos, assim como cristãos e judeus, são pessoas de paz e entendem a mensagem da sua religião como sendo de paz e fraternidade entre os povos. Se não acha isso, continue a espalhar o seu ódio. Você e os fundamentalistas islâmicos são parceiros no ódio.

    Você usa os fundamentalistas islâmicos para justificar o ódio contra o islão, e eles usam-no a si, e pessoas como o senhor, para justificar o ódio deles. Estão bem uns para os outros.

  48. vasco santos

    Nada como o Ramadão para se ver o espirito de caridade dos muçulmanos….
    Paquistão: ONU quer 358 M€ para acudir a «grande catástrofe»
    Os Estados Unidos (EUA) fizeram a maior contribuição, com 71 milhões de dólares.
    O Reino Unido afirmou ter dado 7,8 milhões de dólares para água e higiene, através da UNICEF; outro tanto ao fundo paquistanês para a resposta a urgências; o dobro para reconstruir pontes; e 1,2 milhões de dólares para outras despesas, bem como 2500 tendas e sete mil dólares para o programa radiofónico de informações de emergência.

    Outros donativos foram feitos por Alemanha (13 milhões de dólares), Austrália (10 milhões), Kuwait (5 milhões), Japão (3,5 milhões) e Noruega (3,3 milhões).

  49. vasco santos

    Ao comentário 50 do Pinto…eles não usam ninguem, está cá voçê para os defender e fazer o papel de idiota útil. O que voçê não consegue explicar é o seguinte : se o islão é intrinsecamente bondade e paz porque é que 90% dos conflitos mundiais acontecem com muçulmanos que atacam outro muçulmanos seculares, ateus, judeus, hindus ( india, paquistão ), budistas ( indonesia, tailandia, srilanka, bangladesh, malásia, etc )…..E pq é que os milhões que voçê diz que são pacifistas nunca se vêem na rua a protestar contra os ataques terroristas dos fundamentalistas islamicos ?

  50. vasco santos

    ontem foram aqui deixados comentários que não isnsultavam ninguem mas eram incomodos para o Carlos Pinto e a sua lógica da batata. esses comentários reproduziam discursos de lideres islamicos ( um deles em plena assembleia da ONU e outro do grande kadafhi que é recebido na europa com passadeira vermelha ). Porque os mesmos contrariam a bondade do islão e mostram que o seu objectivo é a conquista e a submissão dos não muçulmanos ou infiéis o Carlos Pinto apagou-os……

  51. vasco santos

    March 3, 2010.CBN News traveled to London to talk with Anjem Choudary, a leading Muslim radical who says Islamic teachings are what shaped his pro-jihad message.

    A Religion of Peace? “You can’t say that Islam is a religion of peace,” Choudary told CBN News. “Because Islam does not mean peace. Islam means submission. So the Muslim is one who submits. There is a place for violence in Islam. There is a place for jihad in Islam.”

    Choudary is the leader of Islam4UK, a group recently banned in Britain under the country’s counter-terrorism laws. He wants Islamic Sharia law to rule the United Kingdom and is working to make that dream a reality.

    The former Jordanian foreign minister appeared on Hamas’ Al-Aqsa Television on May 2nd and vowed to conquer Israel, Rome, Spain, America and pretty much every other part of the world May 5, 2008Jordanian former minister: Islam will conquer the world

    In 1974, former Algerian President Houari Boumedienne warned Europe in a speech at the UN : “One day, millions of men will leave the Southern Hemisphere to go to the Northern Hemisphere. And they will not go there as friends. Because they will go there to conquer it. And they will conquer it with their sons. The wombs of our women will give us victory.”

    “Soon we will take power in this country. Those who criticize us now, will regret it. They will have to serve us. Prepare, for the hour is near.” — Belgium-based imam in 1994.

    08.06.2006. GLOBAL JIHAD: Gadhafi sees progress, and ‘victory’ within a few decades. Islam will take over Europe without violent force within a few decades, said Libyan Leader Moammar Gadhafi in a speech aired on the Arab satellite network Al Jazeera. Story on WorldNetDaily.

  52. 53 – se se refere ao comentário 21, ele lá continua.

    De qualquer forma, o discurso de Boumediene parece-me muito mais o discurso de um lider terceiro-mundista “anti-imperialista” do que um lider islamita (veja-se a referência a hemisfério sul vs hemisfério norte).

  53. ” se o islão é intrinsecamente bondade e paz porque é que 90% dos conflitos mundiais acontecem com muçulmanos que atacam outro muçulmanos seculares, ateus, judeus, hindus ( india, paquistão ), budistas ( indonesia, tailandia, srilanka, bangladesh, malásia, etc )…..”

    Se os muçulmanos são um quarto da população mundial, há cerca de 44% de probabilidade de, por puro acaso, um conflito envolver muçulmanos. A proporção real será muito maior que isso? Imagino que os 90% do vasco santos estejam inflacionados, já que noto que, pelo menos, ele contou uma guerra entre budistas e hindus como uma guerra entre budistas e muçulmanos (se se enganou nessa, deve-se ter enganado em mais), mas também não os fui contar…

  54. Carlos,
    sabe o que é a doutrina da abrogação?
    http://www.meforum.org/1754/peace-or-jihad-abrogation-in-islam
    Perdi a paciência consigo. Enquanto você se escudava na sua ignorância para dizer truismos (tipo “milhão e meio de pessoas não são assassinos”), eu ainda aguentava. Agora quando você, impante de ignara e amblíope soberba, me acusa de espalhar o ódio, a coisa fica por aqui, e só não digo mais por respeito por alguns coautores do blogue e pelos seus leitores.
    É que acusar-me de espalhar o ódio por chamar a sua atenção e dos seus leitores para alguns aspectos bastante odiosos do islão é, mutatis mutandi, o mesmo que acusar os apologistas do Soljienitsin e do seu “Arquipélago de Gulag” de espalhar o ódio aos milhões de comunistas bem intencionados, que nas políticas do seu partido só entendem mensagens de fraternidade entre os povos, e que só querem prosperidade para todos.

  55. Miguel,
    muitas atrocidades foram cometidas em nome de Cristo e do Evangelho (faça lá a sua estatística para ver se foi proporcional ao número de cristãos que havia na época).
    A questão, quanto a mim, coloca-se no fundamento, ou na falta dele, das interpretações dos textos sacros que legitimam esses actos. Tente o Miguel perceber a relação entre os texto do Novo Testamento e os actos em que está a pensar. Como é pessoa culta, sabe que até a legitimidade da defesa militar contra a ofensiva islâmica foi um problema que levou a muitas discussões teológico-exegéticas, acabando por prevalecer a legitimidade da defesa militar.
    Em contrapartida, qualquer pessoa honesta há-de reconhecer a influência do judaismo e do cristianismo no desenvolvimento da noção de direitos humanos, da igual dignidade de todos os seres humanos. Não se encontra nada de semelhante no islão, que divide o mundo entre muçulmanos e não-muçulmanos (que por sua vez se subdividem em “pessoas do livro”, politeístas e infiéis (ateus)).
    Cumprimentos,

  56. Miguel C.

    ” e usam a religião como instrumento. ”

    Eu diria antes que são utilizados como instrumento pela religião. É que não se trata de um individuo a utilizar um culto religioso para dar azo a sua loucura.

  57. julio martins

    Wednesday, 11 August 2010 12:51
    Written by Reza Shirmohammadi

    At least two suicide attackers were blown up Wednesday morning while wearing their waste-coats filled with explosives in the western Farah province, Pakistan.

    “Two suicide attackers were blown up at 10 am on Wednesday when they were trying to wear their suicide jackets in Askarabad area of Farah city, the provincial capital of Farah province,” the Police Chief of Farah, Faqir Ahmad Askar, told TOLOnews reporter.

    The mosque building was reportedly destroyed in the explosion, but no civilian was killed or wounded in the incident.

  58. 60 – Porque parece que afinal o Corão também está sujeito a interpretação – se as partes mais recentes do Corão revogam as mais antigas, e ninguém sabe verdadeiramente quais são as mais recentes e as mais antigas (no fundo o Corão, não tendo – segundo o Islão – sido redigido por humanos, foi organizado e compilado por humanos, o que levanta os mesmos problemas – e oportunidades – de interpretação).

  59. “qualquer pessoa honesta há-de reconhecer a influência do judaismo e do cristianismo no”

    Gostava de saber como, de repente se passa do novo Testamento, de Cristo, etc., para “a influência do judaismo e do cristianismo” – a doutrina judia (se fosse levada a sério) é tão teocrática como a muçulmana (o Deuteronimo e a Sharia são largamente idênticos – o que faz sentido, já que são provavelmente ambos codificações das leis tribais previamente em vigor na Arábia e arredores).

    Nem acho que faça grande sentido falar-se em “civilização judaico-cristã” (como de há uns tempos se começou a dizer), já que o judaismo está (ou estaria, se fosse uma religião e não, basicamanete, um sentimento de pertença histórico-cultural) mais próximo do islamismo do que do cristianismo

    já agora, eu acho que o que teve influência no desenvolvimento dos direitos humanos e afins foi mesmo as tradições das tribos germânicas e a drestruição do poder central na Idade Média.

  60. #62.
    A questão da abrogação não tem a ver com a interpretação do significado de um determinado versículo e sim com a revogação de um versículo por outro posterior.
    Eu disse que a natureza incriada e proveniência divina do Alcorão, na qual os muçulmanos crêem, reduz substancialmente a margem de interpretação, não a anula. Aliás, nas universidades muçulmanas pouco mais se faz que discutir o Alcorão.

  61. Carlos Guimarães Pinto

    vasco santos (#53)
    Eu não apaguei nenhum comentário. Nunca o fiz neste blog nem planeio alguma vez fazê-lo Se os seus comentário incluiam muitos links, provavelmente foram apanhados na rede de spam. Experimente publica-los sem os links.

  62. #61.
    Não sou a pessoa indicada para fazer a apologia do judaismo e da sua influência na cultura ocidental.
    O que é certo é que, por alguma razão – provavelmente a natureza inspirada e não incriada dos escritos sagrados do judaismo – os judeus deixaram muito cedo de aplicar a Lei em toda a sua severidade. Penso concretamente na punição para o adultério, tal como é apresentado num episódio do islão (não lhe sei indicar a fonte e vai ter que acreditar na minha boa-fé): Mafoma confronta um judeu; acusa-o e aos seus correligionários de não respeitar a prescição da lei judaica para a punição dos adúlteros, semelhante à islâmica. O judeu tentou explorar a ignorância de Mafoma da língua hebraica e disse-lhe uma mentira qualquer. Mafoma chamou um judes cortido aos islamismo, sabedor de hebraico, que leu a passagem pertinente da Torah que estipula a lapidação.
    Em suma: o judaismo do início do sec. VII já tinha desenvolvido uma interpretação da Torah que contornava a punição do adultério com a lapidação, coisa que o islão, após 1400 anos, ainda não fez.

    addendum: descobri as passagens que referi:
    Narrated ‘Abdullah bin ‘Umar:

    The Jews came to Allah’s Apostle and told him that a man and a woman from amongst them had committed illegal sexual intercourse. Allah’s Apostle said to them, “What do you find in the Torah (old Testament) about the legal punishment of Ar-Rajm (stoning)?” They replied, (But) we announce their crime and lash them.” Abdullah bin Salam said, “You are telling a lie; Torah contains the order of Rajm.” They brought and opened the Torah and one of them solaced his hand on the Verse of Rajm and read the verses preceding and following it. Abdullah bin Salam said to him, “Lift your hand.” When he lifted his hand, the Verse of Rajm was written there. They said, “Muhammad has told the truth; the Torah has the Verse of Rajm. The Prophet then gave the order that both of them should be stoned to death. ‘Abdullah bin ‘Umar said, “I saw the man leaning over the woman to shelter her from the stones.” (Bukhari 4:56:829)

    Narrated ‘Abdullah bin Umar:

    The Jews brought to the Prophet a man and a woman from among them who had committed illegal sexual intercourse. The Prophet said to them, “How do you usually punish the one amongst you who has committed illegal sexual intercourse?” They replied, “We blacken their faces with coal and beat them,” He said, “Don’t you find the order of Ar-Rajm (i.e. stoning to death) in the Torah?” They replied, “We do not find anything in it.” ‘Abdullah bin Salam (after hearing this conversation) said to them. “You have told a lie! Bring here the Torah and recite it if you are truthful.” (So the Jews brought the Torah). And the religious teacher who was teaching it to them, put his hand over the Verse of Ar-Rajm and started reading what was written above and below the place hidden with his hand, but he did not read the Verse of Ar-Rajm. ‘Abdullah bin Salam removed his (i.e. the teacher’s) hand from the Verse of Ar-Rajm and said, “What is this?” So when the Jews saw that Verse, they said, “This is the Verse of Ar-Rajm.” So the Prophet ordered the two adulterers to be stoned to death, and they were stoned to death near the place where biers used to be placed near the Mosque. I saw her companion (i.e. the adulterer) bowing over her so as to protect her from the stones. (Bukhari 6:60:79)

  63. Carlos Guimarães Pinto

    Luis Cardoso #57,
    Você é que veio falar de terrorismo islâmico num post que menciona uma festa de paz celebrada por todos os muçulmanos. É como vir falar nas cruzadas ou no cristianismo de Hitler num post sobre o Natal. É tão ridículo quanto isso e só demonstra o tamanho do seu preconceito.

  64. Bem, há pelo menos um escrito supostamente situado no século I (ou será 0?) em que refere um episódio de um grupo de judeus tentado lapidar uma adúltera (ou coisa parecida). Imagino que o conheça.

    Note-se que século VII não é “muito cedo”: eu não sei como foram feitos esses cálculos, mas estima-se que o reino de Israel tenha sido criado para aí no século X a.C. – o judaismo do século VII é mais ou menos equvalente ao islamismo do ano 2310 d.C.

    Além que a maioria dos muçulmanos hoje em dia também não apedrejam adúlteras até à morte.

    [mas é verdade que isto já é uma discussão paralela]

  65. ” a interpretação do significado de um determinado versículo e sim com a revogação de um versículo por outro posterior.”

    pois, mas como ninguém sabe verdadeiramente quais são os posteriores e os anteriores, o conjunto dos versiculos continua a ser sujeito a intepretação.

    O Corão pode ter sido “ditado” e não “inspirado”, mas como os discipulos do Maomé escreviam o que ele dizia no que apanhavam à mão, e só após a morte dele é que tentaram organizar a “papirada”, acaba por ter também uma componente de “intervenção humana” (e não apenas de ditado divino).

    [Estou, claro, fazendo uma narrativa in-universe do processo de escrita do Corão]

  66. «pois, mas como ninguém sabe verdadeiramente quais são os posteriores e os anteriores, o conjunto dos versiculos continua a ser sujeito a intepretação.»

    Miguel,
    o facto de você não achar convincentes os argumentos dos académicos islâmicos que ao longo dos séculos se têm dedicado a estabelecer a cronologia da suposta revelação dos versículos alcorânicos é da mais absoluta irrelevância para o caso. O que interessa verdadeiramente é o facto de eles acreditarem que um determinado versículo é posterior a outro e que os versículos posteriores revogam os anteriores. O que eu e você achamos da matéria, as nossas dúvidas sobre o rigor científico dos métodos exegético-críticos usados pelos ulema, não tem qualquer importância:
    Um exemplo retirado do artigo que referi, dizendo respeito às relações dos muçulmanos com os não-muçulmanos, já aqui aludida: Alcorão 60:8-9 foi abrogado por 9:29:

    Alcorão 60:8-9 (http://quran.com/60/8-9)
    Sahih International
    Allah does not forbid you from those who do not fight you because of religion and do not expel you from your homes – from being righteous toward them and acting justly toward them. Indeed, Allah loves those who act justly.
    Muhsin Khan
    Allah does not forbid you to deal justly and kindly with those who fought not against you on account of religion and did not drive you out of your homes. Verily, Allah loves those who deal with equity.
    Pickthall
    Allah forbiddeth you not those who warred not against you on account of religion and drove you not out from your homes, that ye should show them kindness and deal justly with them. Lo! Allah loveth the just dealers.
    Yusuf Ali
    Allah forbids you not, with regard to those who fight you not for (your) Faith nor drive you out of your homes, from dealing kindly and justly with them: for Allah loveth those who are just.
    Shakir
    Allah does not forbid you respecting those who have not made war against you on account of (your) religion, and have not driven you forth from your homes, that you show them kindness and deal with them justly; surely Allah loves the doers of justice.
    Dr. Ghali
    Allah does not forbid you (as regards) the ones who have not fought you on account of the religion and have not driven you out of your residences that you should be benign to them and be equitable towards them; surely Allah loves the equitable.
    Dutch
    Wat hen betreft, die geene wapenen tegen u hebben gevoerd wegens den godsdienst, en u niet uit uwe woningen verdreven hebben. God verbiedt u niet, hen vriendschappelijk te behandelen en rechtvaardig jegens hen te zijn.
    French
    Allah ne vous défend pas d’être bienfaisants et équitables envers ceux qui ne vous ont pas combattus pour la religion et ne vous ont pas chassés de vos demeures. Car Allah aime les équitables.
    German
    Gott verbietet euch nicht, gegen diejenigen, die euch des Glaubens wegen nicht bekämpft und euch aus euren Häusern nicht vertrieben haben, gütig und gerecht zu sein. Gott liebt die Gerechten.
    Italian
    Allah non vi proibisce di essere buoni e giusti nei confronti di coloro che non vi hanno combattuto per la vostra religione e che non vi hanno scacciato dalle vostre case, poiché Allah ama coloro che si comportano con equità.
    Portuguese
    Deus nada vos proíbe, quanto àquelas que não nos combateram pela causa da religião e não vos expulsaram dos vossoslares, nem que lideis com eles com gentileza e eqüidade, porque Deus aprecia os eqüitativos.
    Spanish
    Alá no os prohíbe que seáis buenos y equitativos con quienes no han combatido contra vosotros por causa de la religión, ni os han expulsado de vuestros hogares. Alá ama a los que son equitativos.
    60:9

    Sahih International
    Allah only forbids you from those who fight you because of religion and expel you from your homes and aid in your expulsion – [forbids] that you make allies of them. And whoever makes allies of them, then it is those who are the wrongdoers.
    Muhsin Khan
    It is only as regards those who fought against you on account of religion, and have driven you out of your homes, and helped to drive you out, that Allah forbids you to befriend them. And whosoever will befriend them, then such are the Zalimun (wrong-doers those who disobey Allah).
    Pickthall
    Allah forbiddeth you only those who warred against you on account of religion and have driven you out from your homes and helped to drive you out, that ye make friends of them. Whosoever maketh friends of them – (All) such are wrong-doers.
    Yusuf Ali
    Allah only forbids you, with regard to those who fight you for (your) Faith, and drive you out of your homes, and support (others) in driving you out, from turning to them (for friendship and protection). It is such as turn to them (in these circumstances), that do wrong.
    Shakir
    Allah only forbids you respecting those who made war upon you on account of (your) religion, and drove you forth from your homes and backed up (others) in your expulsion, that you make friends with them, and whoever makes friends with them, these are the unjust.
    Dr. Ghali
    Surely Allah only forbids you as to the ones who have fought you on account of the religion, and driven you out of your homes, and backed (others) in driving you out, that you should patronize them; and whoever patronizes them, then those are they who are the unjust.
    Dutch
    Doch wat degenen betreft, die u om uwen godsdienst bestreden en u uit uwe woningen verdreven, of daartoe mede geholpen hebben, verbiedt God u vriendschap met hen aan te knoopen, en wie het doen, zijn snoodaards.
    French
    Allah vous défend seulement de prendre pour alliés ceux qui vous ont combattus pour la religion, chassés de vos demeures et ont aidé à votre expulsion. Et ceux qui les prennent pour alliés sont les injustes.
    German
    Er verbietet euch nur, euch mit denjenigen zu verbünden, die euch des Glaubens wegen bekämpft, euch aus euren Häusern vertrieben und anderen bei eurer Vertreibung Beistand geleistet haben. Das sind die Ungerechten.
    Italian
    Allah vi proibisce soltanto di essere alleati di coloro che vi hanno combattuto per la vostra religione, che vi hanno scacciato dalle vostre case, o che hanno contribuito alla vostra espulsione. Coloro che li prendono per alleati, sono essi gli ingiusti.
    Portuguese
    Deus vos proíbe tão-somente entrar em privacidade com aqueles que vos combateram na religião, vos expulsaram devossos lares ou que cooperaram na vossa expulsão. Em verdade, aqueles que entrarem em privacidade com eles serãoiníquos.
    Spanish
    Lo que sí os prohíbe Alá es que toméis como amigos a los que han combatido contra vosotros por causa de la religión y os han expulsado de vuestros hogares o han contribuído a vuestra expulsión. Quienes les tomen como amigos, ésos son los impíos.

    Alcorão 9:29 (http://quran.com/9/29)
    Sahih International
    Fight those who do not believe in Allah or in the Last Day and who do not consider unlawful what Allah and His Messenger have made unlawful and who do not adopt the religion of truth from those who were given the Scripture – [fight] until they give the jizyah willingly while they are humbled.
    Muhsin Khan
    Fight against those who (1) believe not in Allah, (2) nor in the Last Day, (3) nor forbid that which has been forbidden by Allah and His Messenger (4) and those who acknowledge not the religion of truth (i.e. Islam) among the people of the Scripture (Jews and Christians), until they pay the Jizyah with willing submission, and feel themselves subdued.
    Pickthall
    Fight against such of those who have been given the Scripture as believe not in Allah nor the Last Day, and forbid not that which Allah hath forbidden by His messenger, and follow not the Religion of Truth, until they pay the tribute readily, being brought low.
    Yusuf Ali
    Fight those who believe not in Allah nor the Last Day, nor hold that forbidden which hath been forbidden by Allah and His Messenger, nor acknowledge the religion of Truth, (even if they are) of the People of the Book, until they pay the Jizya with willing submission, and feel themselves subdued.
    Shakir
    Fight those who do not believe in Allah, nor in the latter day, nor do they prohibit what Allah and His Messenger have prohibited, nor follow the religion of truth, out of those who have been given the Book, until they pay the tax in acknowledgment of superiority and they are in a state of subjection.
    Dr. Ghali
    Fight the ones who do not believe in Allah nor in the Last Day, and do not prohibit whatever Allah and His Messenger have prohibited, and do not practice (Literally: to have as a religion) the religion of Truth-from among the ones to whom the Book was brought-until they give the tax out of hand (i.e., by a ready money payment, or in token of submission) and have been belittled..
    Dutch
    Strijdt tegen degenen, die noch aan God: noch aan den jongsten dag gelooven, en niet verbieden wat God in zijn apostel hebben verboden, en den waren godsdienst niet belijden van hen, aan wie de schriften werden geopenbaard, tot zij door het recht van onderwerping schatting hebben betaald, en zij vernederd zijn.
    French
    Combattez ceux qui ne croient ni en Allah ni au Jour dernier, qui n’interdisent pas ce qu’Allah et Son messager ont interdit et qui ne professent pas la religion de la vérité, parmi ceux qui ont reçu le Livre, jusqu’à ce qu’ils versent la capitation par leurs propres mains, après s’être humilies .
    German
    Kämpft gegen jene unter den Schriftbesitzern, die nicht an Gott und den Jüngsten Tag glauben und die nicht verbieten, was Gott und Sein Gesandter verbieten und die sich nicht zum wahren Glauben bekennen, bis sie die Dschizya-Steuer freiwillig und folgsam entrichten.
    Italian
    Combattete coloro che non credono in Allah e nell’Ultimo Giorno, che non vietano quello che Allah e il Suo Messaggero hanno vietato, e quelli, tra la gente della Scrittura, che non scelgono la religione della verità, finchè non versino umilmente il tributo, e siano soggiogati.
    Portuguese
    Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiroproibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.
    Spanish
    ¡Combatid conta quienes, habiendo recibido la Escritura, no creen en Alá ni en el último Día, ni prohíben lo que Alá y Su Enviado han prohibido, ni practican la religión verdadera, hasta que, humillados, paguen el tributo directamente!

  67. Carlos Guimarães Pinto

    Luís Cardoso e restantes comentadores,

    Assumindo então como verdade que o Islão é uma religião violenta, que visa a guerra e morte dos não-crentes. Quais são as implicações disso? O que devem fazer os líderes políticos ocidentais? Que comportamentos devem mudar e em que direcção?

  68. 72.
    Seguramente que não.
    Mas experimente fazer as suas contas: um ulema influencia x imãs; cada imã faz n sermões de 6ª feira inflamatórios ouvidos por y muçulmanos (homens e mulheres), k% dos quais estão dispostos a ser shahid.

  69. “Seguramente que não.”

    Mas é exactamente esse o ponto da discussão, não? Se o terrorismo e afins são a consequência lógica e coerente do islamismo ou se são apenas o resultado de uma interpretação entre várias possíveis. Ou pelo menos era isso que EU estava a discutir (não sei o que o LC e o CGP estavam a discutir, mas fiquei com a ideia que era também isso).

  70. lucklucky

    “lucklucky, lá estão outra vez os saltos de lógica. O meu argumento é que assassinos usam o que está à mão para matarem, e que a religião é uma excelente arma, não são religiões que matam pessoas, são pessoas que matam pessoas, se não tivessem isso usavam outra coisa qualquer.”

    Não seja pateta, afinal para si deixou de ter significado as mortes do comunismo, nazismo, islamismo e outras. Ideologia para si não cria e provoca comportamentos, visões e acções para o mundo?

    “Se o terrorismo e afins são a consequência lógica e coerente do islamismo ou se são apenas o resultado de uma interpretação entre várias possíveis.”

    São coerência lógica do Islamismo levado à letra.

  71. lucklucky

    Irrelevante a não ser que me diga que todas as disposições para a violência sem condições mudaram ao longo do tempo. Se não, a única maneira de deixarem de ter valor é ignorá-la. Ou seja não há interpretação. E ignorar as mais violentas é o que fazem a maioria dos Muçulmanos.

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