Exemplar

A controversa fotografia de capa da revista Time retrata uma jovem mulher afegã que foi julgada de acordo com leis e tradições naturais.

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11 pensamentos sobre “Exemplar

  1. Carlos Guimarães Pinto

    A desfiguração é prática comum no subcontinente indiano, infelizmente não só no Afeganistão. Na Índia, é muito comum ver mulheres desfiguradas nas ruas das principais cidades. Mesmo no Ocidente, é forma de vingança relativamente comum. Isto não é uma questão cultural e muito menos religiosa: é uma questão de ausência de um sistema de justiça forte.

  2. joao

    Claro que é uma questão religiosa, porque é feita por gente que defende a sua religião/ sharia/ lei islâmica como o dever sagrado de a impor aos outros através da violencia, prisão, coacção fisica ou verbal, amputação, mutilação, lapidação etc. Isto não contece só no Afeganistão mas em qualquer país onde haja muçulmanos. Da Noruega, Suécia, Dinamarca…até aos EUA e Canadá, os crimes de honra nas familias muçulmanas são uma realidade visivel. Só uma certa esquerda multicultural e agora aliada do fascismo islamico é que não quer ver.

  3. lucklucky

    “Isto não é uma questão cultural e muito menos religiosa: é uma questão de ausência de um sistema de justiça forte.”

    O mundo ficcional continua.

    “Só uma certa esquerda multicultural e agora aliada do fascismo islamico é que não quer ver.”

    Não é só a esquerda, alguns liberais como o acima também querem fingir que não existe cultura, ou algumas culturas.

  4. ruicarmo

    Carlos, de acordo quanto ao acto que não posso deixar de julgar como monstruoso. É este e todos os outros que acontecem não interessa onde. Critico-o e sempre que posso publico, aliás à semelhança dos animalescos casos da excisão feminina
    No caso em concreto,a punição decorreu não de uma vingança de namorados ou de uma desavença familiar mas de um julgamento e da sharia aplicada por um comandante talibã.

  5. Pingback: Atenção aos espiões da besta « Islão a nu – Para tomar consciência do terror

  6. ricardo saramago

    É bom que aqueles que se mobilizam para defender os Hamas, Hezbolah e quejandos, vejam o que espera as nossas filhas, netas e bisnetas, se não nos defendermos da barbárie e formos muito políticamente correctos e compreensivos com esta gente que nos quer subjugar e fazer voltar à idade da pedra.

  7. ruicarmo

    Maria João, o acto é pior que abominável.
    Em termos de media ocidentais, é um tipo de imagem muito raro.

  8. Pingback: Significativo « O Insurgente

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