E se (quando) chegar a nossa vez?

Mark S. Copelovitch (Econobrowser) sobre a provável disponibilidade dos maiores países em ajudar os PIGS (*)

[I]n my newly-published book, The International Monetary Fund in the Global Economy: Banks, Bonds, and Bailouts, in which I argue that the domestic financial interests of the IMF’s largest shareholders have been a critical determinant of variation in IMF lending policies over the last three decades. (…) G-5 [US, Germany, Japan, UK, and France]bank exposure heavily influences these governments’ preferences over IMF lending policies. In particular, I find that IMF loan size and conditionality vary widely based on the intensity and heterogeneity of G-5 governments’ domestic financial ties to a particular borrower country. When private lenders throughout the G-5 countries are highly exposed to a borrower country, G-5 governments collectively have intense preferences and are more likely to approve larger IMF loans with relatively limited conditionality. In contrast, when G-5 private creditors’ exposure to a country is smaller or more unevenly distributed, G-5 governments’ interests are weaker and less cohesive, and the Fund approves smaller loans with more extensive conditionality.(…).
So, what are the implications for a future EU/IMF bailout of Spain (or Portugal, or Ireland)? Despite the heated rhetoric by Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, and others about the need for the PIGS to put their own house in order by imposing staunch austerity measures, we are quite likely to see even stronger support for Spain (and Ireland), given its importance for the profitability and solvency of French and German banks. Portugal, in contrast, is likely to fare worse than Greece, given its limited importance for the major eurozone (and G-5) banking sectors. At the same time, we are also likely to see tensions within the IMF over the size and terms of any contribution to future PIGS rescue packages, given that American and Japanese views about the importance of eurozone bailouts are colored by their own, less extensive, financial interests in these countries. Ultimately, whether the "core" countries in the EU and the IMF view a rescue package as a "bailout" or a worthy endeavor depends not only on whether the borrower in question has been "profligate," but also on their own domestic financial interests and the vulnerability of their own commercial banks to a potential financial crisis

. (*) É claro que não vai ser necessário. É claro. O "engº" Pinto de Sousa já garantiu que não vai ser preciso e quem disser o contrário é anti-patriota.

2 pensamentos sobre “E se (quando) chegar a nossa vez?

  1. andreCRUZZZ

    o problema desse texto é q parece q s esquecem d q s portugal cai, a espanha vem logo atrás..é inevitável..quem é o maior credor d n divida publica? e quem é o nosso maior credor d divida privada?

    percebe-se agora o q sócrates queria dizer qd urrava: PARA ESPANHA EM FORÇA!!

  2. ricardo saramago

    E se cai a Espanha? Portugal fica de pé?
    A espanha apesar dos zapateros não é Portugal.
    Em Espanha as elites têm qualidade e nestas ocasiões a força das elites não vai permitir que a Espanha caia no caos.
    A Espanha já está a tratar da sua doença e com mais ou menos apoio do exterior vai resolver o seu problema.
    Quanto a Portugal vai provavelmente deixar-se levar até ao descalabro e o tratamento que lhe vão dar vai servir de exemplo para todos os países da UE.

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