O (discreto) vencedor do Congresso II

Hoje, o jornal i destaca o bom feedback que, terminada a contenda eleitoral, a candidatura de JPAB estará a receber por parte não só das estruturas do partido como da actual direcção do PSD, já aqui referenciado n’O Insurgente.

A eleição não correu bem, mas é perceptível que JPAB acumulou nestes meses não apenas um forte capital de simpatia, como melhorou a percepção pública das suas qualidades políticas, que alguns não lhe reconheciam; acresce que, aos poucos, boa parte das ideias que trouxe para a campanha têm feito o seu caminho. Além dos aspectos programáticos referidos no artigo do i, julgo também ser de realçar que o mote escolhido para a campanha por JPAB – a “Unidade” – que foi tão criticado por tantos, acabou por ser adoptado pela nova direcção de Passos Coelho, que fez dele o objectivo principal desde o dia em que venceu as eleições, nesta primeira fase de exercício das suas funções.

Da minha parte, escrevo estas linhas, não movido por qualquer sentimento crítico ou de revanchismo “ex post“, mas relativamente satisfeito por perceber que um trabalho cuidado, pese embora não tenha tido adesão em termos eleitorais, estará a ser aproveitado e a ter utilidade.

Um pensamento sobre “O (discreto) vencedor do Congresso II

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