O futuro do euro

“Greece bailout: What’s the future of the euro?” no Christian Science Monitor

What are likely to be the long-term consequences of the crisis?

Some predict a growing clamor – particularly from Paris and Berlin – for more mutual scrutiny of member states’ budgets and perhaps more oversight by the European Commission, the EU’s executive entity. That would further alienate “euroskeptic” opponents of deeper European integration, such as British Conservatives hoping to take over the reins in Britain, currently one of 11 EU states that have not adopted the euro.

Inevitably, voices warning that the breakup of the euro is over the horizon are growing louder.

Also gaining ground in some quarters is the case for the creation of a new currency bloc with Germany at its core and strong, mainly northern states, floating around it.

“This would restore balance in the [European Monetary Union, or eurozone], but with pretty disastrous consequences for citizens of the southern European countries, since they are likely to go through massive devaluations first and then have to sort out fiscal policy anyway,” said Robert Hancké, a monetary union and European expert at the London School of Economics. “In addition, financial markets are likely to pick off weak countries during that process.”

4 pensamentos sobre “O futuro do euro

  1. “but with pretty disastrous consequences for citizens of the southern European countries, since they are likely to go through massive devaluations first and then have to sort out fiscal policy anyway”

    Acho que depende também muito de como a divida dos paises irá ser redenominada caso o euro acabe (ou se reduza de dimensão) – se a divida pública em euro for “traduzida” para a nova moeda nacional, isso será é um bónus para os Estados do sul (e na prática um default).

  2. JS

    Mas o problema não é nem o €uro, nem qualquer New€uro.
    O problema é se a ZONA do ” velho €uro do Sul” continuará na World Trade Organization, ou não.
    Se continuarmos a importar ** FORÇOSAMENTE ** produtos industriais (ex. tecidos, sapatos) da China e (ex.automóveis) da Alemanha, o buraco económico vai-se manter e/ou piorar. Se assim for a Alemanha continuará rica à custa de qualquer Europa do Sul.
    Solução: “Fortaleza Europa do Sul”.
    Daqui a meia duzia de anos, quando a China começar a vender, na Alemanha, “VW Geele GOLF”,tão bons (e a METADE DO PREÇO) dos feitos lá, na Alemanha, aí sim vamos ver a Sra. Merkel, da altura, a “resolver” a “situção” do “€uro”. Até lá o previligiados Funcionários Europeus (Sr. Barroso, Socrates, T. Santos …) nunca vão REALMETE resolver problema nenhum, que aliás até não é deles, é DOS OUTROS (do povão). Claro como àgua.

  3. “Se continuarmos a importar ** FORÇOSAMENTE ** produtos industriais (ex. tecidos, sapatos) da China e (ex.automóveis) da Alemanha, o buraco económico vai-se manter e/ou piorar. Se assim for a Alemanha continuará rica à custa de qualquer Europa do Sul.”

    Em principio, se os países da Europa da Sul tiverem uma moeda própria (cada qual a sua, ou em conjunto), um deficit comercial levará a moeda a desvalorizar-se até se estabelecer uma espécie de equilíbrio, logo o problema talvez seja mesmo o euro.

  4. lucklucky

    É preciso ser um Europeu suicida para falar de protecionismo. Devem querer destruir o que resta.

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