Não há volta a dar

O PEC é fruto de um défice badalhoco, defendido por Sócrates porque (esqueçamos o cancro disseminado do socialismo económico) só a despesa investimento público colocavam Portugal a salvo de uma crise internacional, só assim, se bem se recordam, estava defendido o estado social e o bem comum. Vencendo um Psd inexistente, de tão surreal, Sócrates não diz mas descobriu com surpresa que o défice se assemelhava à fossa das Marianas. Infelizmente, o governo que o antecedeu era o seu, pelo que o sentimento muito pouco laico da culpa, deixou de fazer sentido. Repetindo a proeza do seu primeiro consulado, Sócrates aumenta os impostos porque não esperava um défice tão grande e hoje agradece ao Psd pelos serviços prestados à pátria – num último acto político com significado de Manuela Ferreira Leite. O que fará o senhor que se segue, parece-me irrelevante para o país e, provavelmente, interessante para os seus apoiantes no Psd.

Resumo dos papéis dos actores políticos que restam: o CDS faz de PSD; o PC e o bloco apontam o dedo ao neo-liberalismo de direita e exigem mais impostos e mais despesa investimento público para combater o défice.

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