O milagre da redistribuição

«Repare-se que em 2011 o Estado vai buscar mais aos pobres do que ao adiamento das infraestruturas e que vai, afinal e para minha surpresa, buscar a estas prestações mais do que à famosa nova taxa de IRS de 45%.»Paulo Pedroso.

Mas qual é a surpresa? Que não há ricos suficientes para pagar a crise já estamos fartos de saber. Por mais profissões de fé que socialistas como Paulo Pedroso façam na “redistribuição”, a realidade é que sem produção não há nada para ninguém. E a perpetuação de taxas punitivas sobre os (muito) poucos que ainda podem investir não há seguramente de ajudar. Não tarda, a única coisa que o estado português terá para “redistribuir” serão dívidas.

4 pensamentos sobre “O milagre da redistribuição

  1. O Paulo Pedroso (e julgo que a maioria das pessoas) tem um entendimento da realidade muito sui generis. A surpresa só pode vir de quem não sabe de todo qual é a estrutura de rendimentos em Portugal, nem tem a mínima sensibilidade para aritmética básica. Já tinha ficado demonstrado na discussão com o LA-C a propósito do que é a classe média portuguesa. Enfim, há mesmo um problema grave com a matemática e depois dá nisto.

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