«Repare-se que em 2011 o Estado vai buscar mais aos pobres do que ao adiamento das infraestruturas e que vai, afinal e para minha surpresa, buscar a estas prestações mais do que à famosa nova taxa de IRS de 45%.» – Paulo Pedroso.
Mas qual é a surpresa? Que não há ricos suficientes para pagar a crise já estamos fartos de saber. Por mais profissões de fé que socialistas como Paulo Pedroso façam na “redistribuição”, a realidade é que sem produção não há nada para ninguém. E a perpetuação de taxas punitivas sobre os (muito) poucos que ainda podem investir não há seguramente de ajudar. Não tarda, a única coisa que o estado português terá para “redistribuir” serão dívidas.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-europa-salarios-politicos-cds/1144921-1730.html
talvez o sr pedroso renuncie à sua reforma aos 40 anos de idade!
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/geral/portas-cds-psd-orcamento-oe-2010-socrates/1138205-5238.html
aldrabão!
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=413493
Em 10 de fevereiro oferece generosamente o seu 13º mês. Em 05 de março decide manter a mama!
E depois o sr. pedroso vive preocupado com o índice de Gini. O camarada Soares podia sempre renunciar a algumas das suas pensões para o índice ser reduzido!
O Paulo Pedroso (e julgo que a maioria das pessoas) tem um entendimento da realidade muito sui generis. A surpresa só pode vir de quem não sabe de todo qual é a estrutura de rendimentos em Portugal, nem tem a mínima sensibilidade para aritmética básica. Já tinha ficado demonstrado na discussão com o LA-C a propósito do que é a classe média portuguesa. Enfim, há mesmo um problema grave com a matemática e depois dá nisto.