Menos liberdade economica em Portugal

Já foi disponibilizada a edição de 2010 do Index of Economic Freedom, Portugal cai 11 lugares para a 64º posição.

Portugal’s economic freedom score is 64.4, making its economy the 62nd freest in the 2010 Index. Its score is 0.5 point lower than last year, with reductions in five of the 10 economic freedoms. Portugal is ranked 28th out of 43 countries in the Europe region, and its overall score is above the world average.

Reforms have modernized and diversified the Portuguese economy’s productive base. The services sector is now the largest source of employment. Business formation is more efficient and streamlined. Consolidation and restructuring have increased efficiency in the financial sector, which weathered the global financial turmoil relatively well. The judiciary is independent and free of corruption, although resolution of cases is slower than the EU average.

Portugal’s overall economic freedom remains limited by high government spending, low fiscal freedom, and a rigid labor market. Reforms in public finance administration are ongoing. The deficit had decreased to less than 3 percent of GDP but has been rising in recent years. The labor market is highly regulated.

3 pensamentos sobre “Menos liberdade economica em Portugal

  1. Fernando S

    O mercado de trabalho em Portugal é mesmo bastante mais rigido do que os de outros paises europeus globalmente menos bem classificados (França, Italia, Grécia).
    Este é certamente um dos principais factores que mantém a baixa produtividade e eficiencia da economia. Determina ainda um fraco nivel de investimento produtivo, incluindo o estrangeiro (na verdade o investimento estrangeiro não apenas deixou de vir ; o que ca estava tem estado a sair). Ou seja, pouco investimento, fraca produtividade, insuficiente criação de valor, de riqueza.

    O peso do Estado é naturalmente excessivo, representando a despesa pública pouco menos de metade da riqueza gerada.
    Mas, mesmo assim, esta percentagem não é sequer tão elevada como a de outros países mais desenvolvidos e mais ricos (por exemplo, os países nordicos, incluindo a Dinamarca, têm indicadores bem piores).

    O problema é a conjugação destes dois factores : face a um mercado de trabalho excessivamente rígido, os recursos financeiros drenados pelos impostos e pelo financiamento dos déficits públicos fazem cruelmente falta para contrabalançar parcialmente a fraca produtividade e eficiência da economia produtiva. Nomeadamente, através de um maior rendimento disponível nas famílias e um maior acesso ao financiamento por parte das empresas.

    No fim de contas, Portugal não está em condições para poder dar-se ao luxo de fazer o que fazem outros paises mais ricos : garantir legalmente a “estabilidade” do trabalho ; desperdiçar dinheiro em burocracia e políticas “sociais” !

  2. Pingback: A queda para o socialismo « O Intermitente (reconstruido)

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