ClimateGate (19): Oops

Times Online

SCIENTISTS at the University of East Anglia (UEA) have admitted throwing away much of the raw temperature data on which their predictions of global warming are based.

It means that other academics are not able to check basic calculations said to show a long-term rise in temperature over the past 150 years.

The UEA’s Climatic Research Unit (CRU) was forced to reveal the loss following requests for the data under Freedom of Information legislation.

The data were gathered from weather stations around the world and then adjusted to take account of variables in the way they were collected. The revised figures were kept, but the originals — stored on paper and magnetic tape — were dumped to save space when the CRU moved to a new building

2 pensamentos sobre “ClimateGate (19): Oops

  1. Alexandre Gonçalves

    Como leigo que sou na matéria procurei obter mais informação sobre este climategate e perceber o que realmente tudo isto quer dizer, e procurando no wattsupwiththat.com descobri esta posta de um tal Willis Eschenbach

    http://wattsupwiththat.com/2009/11/29/when-results-go-bad/#more-13373

    que mais tarde é citado no telegraph

    http://www.telegraph.co.uk/comment/columnists/christopherbooker/6679082/Climate-change-this-is-the-worst-scientific-scandal-of-our-generation.html

    Basicamente a posta revela uma conversa através de troca de emails entre um tal de prof. Karlen e dois cientistas do CRU, Phil Jones and Kevin Trenberth, que penso serem responsáveis pelos estudos do IPCC que demonstram o aumento da temperatura.

    Basicamente os gráficos de Jones e Trenberth mostram no período de 1890-2000 uma subida de temperatura até 1930-40, depois um declinio até 70 e a partir daí uma subida muito acentuada até 2000 (engraçado mas deu-me a sensação de não utilizarem muito os dados desde ai até aos dias de hoje).

    O prof. Karen troca então com eles um conjunto de emails onde questiona em que dados é que eles se basearam para terem atingido aqueles resultados, pois ele utilizou inúmeras fontes de informação de dados de temperaturas (relevando explicitamente quais as fontes) e em todas elas não encontrou evidencia da forte subida até 2000 apresentada pelos colegas. As conclusões a que o prof. Karen chega, analisando dados de diversos pontos do globo (escandinavia, africa, australia) é que de facto as temperaturas subiram até 30-40 1.5C acima da média do período, desceram depois para a média do período , voltaram a subir até 2000 para valores iguais ao pico de 30-40 e agora mostram novamente tendência de queda. É confrangedor ver a pobre argumentação de Jones e Trenberth a contestar estas conclusões, basicamente limitando-se a dizer que os dados deles é que estavam certos e os do prof. Karen nao. Ponto final.

    Essa posta que cito merecia uma tradução pois é bem reveladora do embuste a que isto chegou.
    O que não percebo é como é que tudo isto está nas mãos de meia dúzia de indivíduos, ou melhor, como é que só 1/2 dúzia de indivíduos têm os dados, como é que eles não são mais que públicos e como é que 190 países vão reunir-se e se preparam para nos ir aos bolsos com base em dados que meia duzia de marmelos têm bem escondidos no bolso.

  2. Luís

    Ontem (ou seja, dia 30), no i, o ex-ministro da Economia escrevia um artigo sobre alterações climáticas… fiquei a questionar-me sobre as qualificações do dito sobre Geofísica, Meteorologia e afins… qualquer dia até eu, que sou da área médica, escrevo um artigo sobre Teologia Medieval ou Direito Anglo-Saxónico…

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