A boa-vontade só chega para o Comité Nobel

“Russia Worries About the Price of Oil, Not a Nuclear Iran” de Garry Kasparov (WSJ)

The Obama administration’s foreign policy has directed a great deal of optimism and good will toward friends and foes. Such a cheery outlook is commendable as long as it does not clash with reality. Unfortunately, there were several clashes in the past week.(…)

If the U.S. is serious about preventing Iran from getting a nuclear weapon, then Mr. Obama must get to the point and state the penalties unequivocally. Repeating over and over that it is “unacceptable” has become a joke. For more than 10 years a nuclear North Korea was also “unacceptable.” If Mr. Obama says the U.S. will do whatever it takes to prevent Iran from attaining a nuclear weapon, then we will see if Tehran blinks. At a minimum, the White House should publicly promise that any attack on Israel with weapons of mass destruction will be treated as an attack on American soil and urge NATO to make a similar commitment.

Like many Russians, I was encouraged by Mr. Obama’s inspirational speech in Moscow last July, but he must know there is more to statesmanship than printing money and making speeches. Inflated rhetoric, like inflated currency, can lead to disaster. The goodwill bubble Mr. Obama is creating will burst unless there are real results soon

6 pensamentos sobre “A boa-vontade só chega para o Comité Nobel

  1. “…At a minimum, the White House should publicly promise that any attack on Israel with weapons of mass destruction will be treated as an attack on American soil and urge NATO to make a similar commitment.”

    Acho piada a esta coisa de o Irão querer atacar Israel com armas destruição maciça, vulgo, lançar a “Bomba” sobre o estado judaico.
    Isto podia ser aplicado a outros contextos da política internacional não assim há muito tempo, em que o Ocidente é sempre aquele que vai ser alvo de ataque ou agressão, mas depois são outros que se vêem transformados em palco privilegiado das bombas “made in USA”. Lembra-me o Orwell e as vicissitudes da língua/linguagem.

    P.S. Pelos vistos, o autor dest post não está sozinho na sua obsessão com o Irão/Pérsia, tem agora em sua companhia um ilustre mestre do xadrez político.

  2. “Coitadinhos dos iranianos.”

    Isso depende, mas para alguns até parece que os iranianos desempenham o papel do Papão…E o Papão lá desempenhará algum papel na economia psíquica 😉

  3. Issa da “economia psiquica” deve ser coisa do Prof Boaventura ou de outro charlatão, não?
    Mas estou a ver que após as desilusões com os soviéticos e Cuba te viraste para a teocracia iraniana. Tens jeito para os escolher!

  4. “Mas estou a ver que após as desilusões com os soviéticos e Cuba te viraste para a teocracia iraniana.” Sim, dever ser…

    Em matéria de charlatães penso que não há melhor do que o sr. B. Lomborg, que ao consta é estatístico e até faz livros sobre o estado do ambiente no Planeta Terra. Estás nessa matéria, meu caro, mais bem acompanhado do que eu!

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