Um “abrantes” apanhado a trabalhar

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Manuel Castelo-Branco (31 da Armada)

Foi um dos momentos mais difíceis da campanha de Paulo Portas na rua: em Guimarães um homem travou-se de razões com o líder do CDS, por causa dos cortes no rendimento mínimo defendidos pelos centristas.Logo nesse momento os responsáveis pela campanha do CDS desconfiaram do argumentário daquele cidadão que espontaneamente se tinha atravessado no caminho de Portas. “Cheira a PS”, comentavam. Agora, o CDS diz que tem a prova: o mesmo homem aparece em fotos da arruada de José Sócrates em Guimarães, integrado na multidão que seguia o secretário-geral do PS, poucos passos atrás deste e da deputada socialista Sónia Fertuzinhos.”Bem me parecia que não era um espontâneo. Afinal, era um enviado especial do PS”, disse Paulo Portas ao Expresso.

Um pensamento sobre “Um “abrantes” apanhado a trabalhar

  1. Não é para mim líquido que estar “integrado na multidão que seguia o secretário-geral do PS” signifique que se seja um militante do PS ou, muito menos, um “enviado especial” do PS. Significa apenas que se trata de um partidário do PS. E, sim, pode tratar-se de um beneficiário do rendimento mínimo.

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