Aquela coisa da igualdade e do respeito mútuo

Sócrates e Fernanda Câncio vaiados no CCB
O primeiro-ministro, José Sócrates, e a jornalista Fernanda Câncio receberam uma vaia geral quando entraram esta noite atrasados no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB). É que os espectadores ali presentes não gostaram de ter de esperar a chegada de Sócrates para se dar início à ópera Crioulo, que por causa do sucedido atrasou meia hora.

Tivesse sido o Santana Lopes a fazer o mesmo…

8 pensamentos sobre “Aquela coisa da igualdade e do respeito mútuo

  1. Pelos finórios temos que aguardar
    para dar início à representação,
    mais um caso para bradar
    a falta de educação!

    O mexilhão espectador
    de espectáculos culturais,
    este caso é revelador
    de princípios amorais!

  2. Luís Lavoura

    Calma. Na notícia do Expresso está escrito que a culpa original do atraso foi do primeiro-minitro de Cabo Verde, que foi com Sócrates assistir à ópera. Ora, é óbvio que, sendo a ópera parte do programa oficial da visita do primeiro-ministro de Cabo Verde, a ópera não poderia começar sem que este último tivesse chegado.

    Pelo que, quem se portou mal foi o primeiro-ministro de Cabo Verde. Sócrates portou-se mal, quando muito, em ter colocado um espetáculo público de ópera no programa de uma visita de Estado.

  3. JoaoMiranda

    «« Ora, é óbvio que, sendo a ópera parte do programa oficial da visita do primeiro-ministro de Cabo Verde, a ópera não poderia começar sem que este último tivesse chegado.»»

    É óbvio porquê? É um desrespeito da organização pelo público.

  4. Ana

    Por acaso a ópera foi criada para o programa oficial da visita do PM de Cabo-Verde? O milhar de pessoas, o público para quem foi composta estava-se a borrifar para os PM e exigia mais respeito. Pena é que os responsáveis do CCB tb se ajoelhem e coloquem a cultura ao serviço da agenda política.

  5. “Pena é que os responsáveis do CCB tb se ajoelhem e coloquem a cultura ao serviço da agenda política.”

    Estamos a falar de uma instituição pública não estamos? Não entendo a dúvida…

    Estará ao “serviço da cultura” tanto quanto isso não vá contra outros “serviço”. Quem orienta não é a “cultura” é a agenda política…sempre foi e sempre será…por menos que idiotas úteis se tentem convencer do contrário.

  6. Pingback: A insustentável leveza da cronista do regime « O Insurgente

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