Demagogia

A tenista Shahar Pe’er não participou num torneio internacional de ténis. Não por escolha sua. Não estava lesionada, nem mesmo tinha uma simples constipação: o torneio era no Dubai e as autoridades dos Emirados recusaram-se a emitir o visto que lhe permitiria entrar no país. Ou seja, Shahar não pôde jogar o torneio porque é judia. Só isso.
Se esta exibição de ódio tivesse outro alvo, se Shahar fosse árabe, preta ou de outra minoria do catálogo tido e aceite pelo ‘politicamente correcto’, imagine-se o berreiro que existiria! Mas Shahar é judia e quase todos se calaram.

(Fonte: Blasfémias)

Há algo de factualmente errado com este artigo de Carlos Abreu Amorim. A proibição da entrada da Tenista Shahar Pe’er não se deve ao facto de ela ser judia, mas sim por ser Israelita. Todos os Judeus são bem-vindos aos Emiratos Árabes Unidos e a outros países Árabes desde que não sejam de nacionalidade Israelita. A proibição de entrada de cidadãos Israelitas em muitos países Árabes tem muito pouco que ver com ódio racial ou religioso: concordando ou não com ela, a questão é simplesmente política. Também dificilmente se poderá dizer que os judeus não pertencem a um grupo protegido pelo politicamente correcto. Os judeus, que não os Israelitas, deverão ser o grupo mais protegido pelo “Politicamente Correcto” (O próprio CAA, alguém que até nem se deixa afectar muito pelo politicamente correcto noutros assuntos, é prova viva disso).
Note-se que fazer esta separação é diferente de concordar com a proibição de entrada da tenista. Convém é percebermos de que é que discordamos e porquê. Demagogia é que não.

34 pensamentos sobre “Demagogia

  1. Carlos, gostei muito deste post, porque desmontou um dos equívocos mais divulgados entre nós.
    E também da forma como especificou: “fazer esta separação é diferente de concordar com a proibição da entrada da tenista.”

  2. RB

    quer dizer… por analogia deixam entrar um lusitano, mas não deixariam entrar um português. PAMORDEUS!!! o jogo de palavras hoje em dia, infelizmente, é usual… a ‘forma’ é muito mais importante do que a ‘substancia’!!!

    e depois não sabe do que fala… então ‘TODOS OS JUDEUS SÃO BEMVINDOS nos PAISES ARABES’? PAMORDEUS!!! só mesmo quem não seja judeu, e que não tenha a mínima ideia do que se passa na realidade, é que pode dizer uma barbaridade dessas.

    RB

  3. Carlos Guimarães Pinto

    Caro RB, eu trabalho no Dubai e, pelo menos, dois dos meus colegas são judeus. Também conheci alguns na Arábia Saudita. Mas se souber de alguma coisa, que não os soundbytes de alguns jornais, diga que estou muito curioso de conhecer a sua experiência.

  4. Luís Lavoura

    CGP,

    não creio que esteja correta a sua asserção de que todos os judeus (menos os israelitas) são benvindos em países árabes. Uma conhecida minha, portuguesa, que tem um apelido judeu sefardita (Azancot), contou-me que uma vez pediu um visto para ir visitar o Egito e que o visto lhe foi recusado precisamente por as autoridades egípcias terem uma lista de apelidos judeus e recusarem a entrada a pessoas com tais apelidos.

  5. João Santos

    Já agora aproveitando a estadia do CGP no Dubai, podia-nos esclarecer qual a opinião dos locais sobre o sucedido e também sobre Israel ?

  6. Luís Lavoura

    Convem pôr as coisas na sua proporção. Todos os dias milhares de vistos são recusados por razões das mais tristes. Ainda recentemente uma matemática brasileira que tinha pedido um visto para vir assistir a uma conferência de matemática em Portugal viu o visto ser-lhe recusado – para as autoridades portuguesas as mulheres brasileiras são, a priori, putas a quererem imigrar, e os vistos são-lhes recusados a não ser que demonstrem terem outras razões para cá virem.

  7. “por analogia deixam entrar um lusitano, mas não deixariam entrar um português. PAMORDEUS!!! ”

    Essa analogia não faz grande sentido, já que penso não haver muitos lusitanos fora de Portugal (nem em Portugal, já agora), ao contrário do que se passe com os judeus (onde apenas uma minoria vive em Israel).

  8. RB

    Miguel Madeira,

    Existem pelo menos 5 milhões de lusitanos fora de portugal… brasil, angola, eua, frança etc e tal.

  9. Carlos Guimarães Pinto, talvez o facto de trabalhar dentro da floresta o impeça de ver os seus reais contornos.

    Claro que, na perspectiva islâmica, há uma diferença entre judeus e israelitas. Os primeiros podem viver e trabalhar em países islâmicos,no estatuto que tb é o seu aí no Dubai: dhimmis!
    Gente protegida, gente do livro, gente que não pode exercer soberania política.
    É por isso que os “israelitas” não podem ser aceites. Porque a maioria deles são judeus que não se conformam ao estatuto que o Profeta para eles define e que teima em existir politicamente e soberanamente no dar-al-islam.

    É assim que os muçulmanos encaram o problema.
    É pena que o Carlos GP, com quem concordo relativamente a quase tudo, não repare que sai à liça a defender a especiosidade da condição de dhimmi, subscrevendo exactamente a posição oficial do Irão:

    Judeus sim, desde que cidadãos de segunda, da acordo com a lei islâmica. Israelitas (judeus com poder político), impossível, porque contrário à lei divina.

  10. Aliás CGP, não há registo de nenhum arabe israelita ter sido alguma vez impedido de entrar no Dubai. Muito pelo contrário…estou-me a lembrar por exemplo de Hany Abu-Hassad , entre centenas que ali vão de férias e em negócios.
    Na sua opinião e de acordo com o seu argumento, qual a diferença entre um judeu israelita e um arabe israelita?
    Será o “israelita”, ou será a outra palavra?

  11. “Aliás CGP, não há registo de nenhum arabe israelita ter sido alguma vez impedido de entrar no Dubai.”

    Por acaso, ia colocar exactamente essa questão.

  12. RB

    “Os israelitas têm conseguido entrar nesse país do Golfo Pérsico, mas, com a excepção de alguns casos raros, têm-no feito mediante a utilização de uma segunda nacionalidade.”

  13. «Será o “israelita”, ou será a outra palavra?»

    Se fosse “a outra palavra”, os judeus não-israelitas também seriam impedidos de entrar, o que parece não ser o caso.

    Suponho que o verdadeiro problema não seja, nem com os “judeus”, nem com os “israelitas”, mas sim com os “cidadãos leais do Estado de Israel”.

  14. RB

    nã miguel madeira… o problema é antigo e é mesmo com os judeus independentemente de morarem em israel. E depois, não cofunda… TODOS os judeus são leais ao Estado de Israel… assim como a grande maioria dos paises do mundo, á excepção daqueles, não-democraticos, cuja liderança se basea na força e no fanatismo, normalmente regimes totalitários.

  15. Carlos Guimarães Pinto

    “Uma conhecida minha, portuguesa, que tem um apelido judeu sefardita (Azancot), contou-me que uma vez pediu um visto para ir visitar o Egito e que o visto lhe foi recusado precisamente por as autoridades egípcias terem uma lista de apelidos judeus e recusarem a entrada a pessoas com tais apelidos”

    Caro Luis, considero essa sua história um pouco estranha. Primeiro porque qualquer cidadão português tem visto português à entrada no Egipto. Segundo porque o Egipto até tem um judeu no parlamento nacional, representante de uma pequena minoria.

  16. Carlos Guimarães Pinto

    Caro Lidador,

    Hany Abu-Hassad para além de ter passaport holandês, tem, como muitos árabes israelitas, passaporte emitido pela Autoridade Palestiniana. Nenhum Árabe Israelita entra nos países do Golfo com passaporte Israelita, simplesmente porque para esses países Israel não existe. Em tempos vi num site governamental Israel escrito entre aspas.

  17. Luís Lavoura

    CGP, a história não é minha, conto-a tal como a minha conhecida ma contou. Também a considerei estranha, mas prontos. Até porque há muitos portugueses que têm apelidos judeus sefarditas (Azancot, Abecassis, Cassuto, etc) mas que já há muitas gerações que deixaram de se considerar judeus.

  18. Carlos Guimarães Pinto

    João Santos, um dia escrevo um post sobre o assunto, mas essencialmente os locais alinham com a posição dos seus governos. Discordam da existência do estado de Israel e criticam fortemente o apoio dos EUA. Quanto ao caso em questão, honestamente não o discuti com nenhum local.

  19. RB

    Bom… Caro Miguel… Neturei Karta defende que os judeus devem continuar no exílio… mas não é contra a ideia de um estado de israel… apenas defende que tal estado deve ser atribuido por Deus (aquando da chegada do messias) e não estabelecido pelos homens.

    Acha ainda que a fuga, o exílio e o holocausto é castigo de Deus.

    Em todo caso é uma minoria insignificante no universo judeu ultra-ortodoxa.

    Mas quando me referia a ‘TODOS os Judeus…’ também não o queria significar literalmente… é algo sempre impossivel de acontecer, a unanimiddade absoluta. É pois uma força de expressão… mas que representará seguranmente a quase totalidade de Judeus.

  20. CGP, acho que já entendeu que o seu argumento é insustentável e que o Dubai recusou o visto pelas razões que todos sabem e que você tb sabe.

    Já agora, qual o passaporte do atleta israelita judeu que o Dubai, devidamente pressionado, acabou por deixar entrar?

    A questão , meu caro, vai sempre dar ao mesmo: os judeus que vivem em Israel, terra que não pode ser aceite porque a lei divina o não permite, só podem ser dhimmis.

    Já agora, respondendo a outro comentarista, há tb deputados judeus no Parlamento iraniano. Mas com o estatuto de dhimmis. Representam uma comunidade de cidadãos de segunda, que não podem sequer servir nas Forças Armadas.

    É a sharia.

    É por isso que o Irão não reconhece Israel. os dhimmis não podem mandar em muçulmanos e para esta gente, Israel ocupa o dar-al-islam, mas manda em muçulmanos, o que é pecado, à luz da sharia.
    No dar-al.islam, os judeus devem viver como Gente do Livro:

  21. nuno granja

    Como considero Israel um estado racista onde vigora um apartheid de facto e os atletas sul africanos foram proibidos durante anos de participar em competições por causa do apartheid, não vejo grande diferença relativamente a esta proibição a atletas israelitas

    Não tenho a menor simpatia pelos regimes árabes, e esse sentimento de animosidade aumenta com o grau islámização de cada pais..

    No entanto este facto não me faz esquecer que Israel é um estado ladrão com prática reiterada e quotidiana, de território, recursos e dignidade aos palestinianos. conforme por exemplo está muito bem descrito numa National Geographic Magazine que li à uns poucos de anos.

    A condescendência com os Judeus/Israel que lá porque sofreram o Holocausto, não se lhes pode dizer nada em nome do politicamente correcto irrita-me tanto como a condescendeência com os muculmanos na europa, provavelmente haverá alguns moderados, mas de onde só vem discursos tipo “mata e esfola os infieis” (e se puderem matam mesmo), enquanto se proibe o deputado holandes Geert Wilders de mostrar o seu Fitna ou entrar em Inglaterra

    A forma como Israel trata os portugueses que em portugal ali para ao lado da Filipe Folque tem o azar de morar perto da embaixada Israelita, dá-nos uma amostra da forma como se devem comportar de redea solta com os palestiniandos

  22. lucklucky

    Essa tem piada Nuno Granja o Estado Apartheid é a cultura do Arabismo e quando alguém obviamente não quer fazer parte dessa cultura é chamado de xenófobo. Brilhante inversão de ónus!

    Podemos começar a falar de como os Berberes são subjugados pelos Árabes. Temos aqui em baixo o Reino de Marrocos mas nenhum político português alguma vez escolheu dizer o que quer que seja sobre o assunto. Porque será?

    Mas podemos ir ao Iraque, o Iraque “liberal” de Saddam* e testemunhar a cultura supremacista:

    http://www.memri.org/bin/latestnews.cgi?ID=SD225009
    Following are excerpts from a TV report on blacks in Iraq, which aired on Al-Arabiya TV on February 6, 2009

    Interviewer: “What do white people usually call you?”

    Iraqi: “They always call us ‘slaves.'”

    Interviewer: “They still do that?”

    “When Obama Won The Elections, We Began To Hope That One Day, We Would Have… A Black Official in Any Position”

    Iraqi: “The most common thing – and I get it all the time – is that when there is an argument with them, they immediately say: ‘Go away, you slave.’ We are all slaves of Allah. The only thing they know how to say is: ‘Go away, you slave.’ Yesterday, I came from Baghdad, and when it was my turn to get in, the driver said: ‘Not only are you black, but you are also trying to push ahead.’ What is this? Is your God white and mine black? I’m surprised people use such terms.”
    […]
    “When Obama won the elections, we began to hope that one day, we would have a [black] president – not necessarily the president of the country, but a black official in any position.”

    Ou o Islamismo Shiita: Iranian Authorities Destroy Sufi Holy Site In Isfahan

    http://www.rferl.org/content/Iranian_Authorities_Destroy_Holy_Sufi_Site_In_Isfahan/1495342.html

    *Porque raio quem fala assim de Saddam não faz muito mais elogios ao Xá da Pérsia é óbviamente explicado simplesmente porque só se fala de Israel ou qq outro assunto do Médio Oriente no contexto do Combate Político Ocidental. Por isso é que todas as limitações colocadas aos mais diversos povos pelo Arabismo forçado ou pelo Islamismo forçado não são chamadas para as notícias já que esses factos não interessam para o combate.

  23. RB

    épa… nuno granja… se v.exa. eventualmente tivesse vizinhos que o quisessem por a andar e nem sequer lhe reconhcessem o direito a viver, o que é que faria? deixava-se morrer ou fugia… posso estar enganado, mas é o que depreendo das suas palavras.

    A questão do holocausto, marcou obviamente a humanidade, mas a história não se fica por aí… nunca se esqueça que o povo de israel é muito antigo com cerca de 4000 anos (lembre-se que no tempo de Cristo já existia e este era judeu)… por vicissitudes várias o povo foi sistematicamente obrigado a fugir do seu próprio território… 400 anos no egipto, etc. David e depois Salomão reconquistaram a terra, jerusalem…mais tarde o imperador da babilonia volta a expulsar os judeus e forçaram o exilio como escravos… entretanto, o território dos judeus foi sendo conquistado e influenciado por diversas potências de sua época: assírios, persas, gregos,selêucida e romanos.

    Ocorre o Massacre de Granada e entre os séculos XII e XV os judeus são expulsos do Norte da Europa, dominada pelos cristãos. Os grandes massacres de judeus se sucederam em diversos países: Alemanha, Inglaterra, França e Espanha, culminando na expulsão e no grande massacre de Lisboa. Os judeus passam a habitar a Europa Oriental.

    Mas foi durante a primeira metade do século 19 que o regresso judaico para a Palestina se fez verdadeiramente em quase vinte séculos. Os judeus já eram a maioria da população de Jerusalém, convivendo com muçulmanos, cristãos, armênios, gregos e outras minorias, sob o domínio turco-otomano.

    Mas o mesmo aconteceu a portugal na sua história, se bem que o povo nunca teve de fugir.

    O problema levanta-se a certa altura… na onu em 1948. Foi então devolvido parte do território de israel… entretanto ocupado por outros… os lideres israelitas aceitam coexistir com os vizinhos… transformaram o pior pedaço de terra numa terra desenvolvida… os vizinhos não se conformam invadem israel… a guerra dos seis dias… com o acirramento das hostilidades e ante a iminência de um ataque militar conjunto árabe, Israel ataca Egito, Síria e Jordânia e conquista o Sinai, a Faixa de Gaza, da Cisjordânia e das Colinas de Golã. Jerusalém é reunificada e Israel passa a ter acesso ao Muro das Lamentações, local mais sagrado da religião judaica.

    O resto já conhece concerteza… e é o que se vê… um juramento de morte a israel e ao povo judeu, ao qual israel se defende e procura acordos… acordos dificeis de efectuar, pois é dificil lidar com alguém que simplesmente não nos reconhece o direito a VIVER sequer.

  24. nuno granja

    Não estou a dizer que os estados arabes são gente que se recomende, detestam oa nosso modo de vida ocidental (democracia, direitos das mulheres, etc, etc…), só não acabam connosco se não puderem e os muçulmanos que emigraram para europa ainda gozam na nossa cara dizendo o que querem na maioria dos casos ameaçando e ofendendo, mas mostrando-se terrivelmente indignados com a minima critica ou cartoon

    Mas um ladrão é um ladrão, um terrorista é um terrorista e um racista é uma racista e Israel é um estado com estas caracteristicas.
    Em termos de vizinhança tem o que começou a semear ainda antes de 1948 quando a sua organização terrorista Haganah atacou fortemente o quartel general ingles em Haifa e juntou longa lista de palestinianos mortos uns Britanicos (estou a falar de factos anteriores a 1948…) .

    Por exemplo só no ataque ao Hotel King David em julho de 1946, mataram 28 ingleses, 17 judeus, 41 palestinianos mais 5 de outras nacionalidades, num total de 91 victimas. Este acto terrista foi comandado por Menachen Begine a lista de atentados é longa.
    Estavam à espera de que? flores dos palestinianos?

    Israel começou assim, evolui para multiplas formas dar cabo da vida a quem estava nas terras que eles decidiram que lhes tinham sido “prometidas”e vai terminar assim pois nunca ninguem consegue manter povos inteiros subjugados para sempre nem ganhar todas as guerras (Hitler e Stalin bem tentaram…).

  25. Nuno granja, a opinião é livre e a asneira é uma das consequências.

    1º-A Haganah não atacou o Hotel Rei David.
    2º-Begin não pertencia à Haganah
    3º-O Irgun atacou o Hotel, mas o estabelecimento era, na altura,um alvo militar porque QG de forças inglesas. Não foi portanto um acto terrorista.
    4º-Na altura não havia “palestinianos”, porque tal identidade nacional é recente. Havia árabes que viviam na região e que se consideravam apenas como isso: árabes.
    5º-As terras são tanto dos árabes como são dos assírios, dos persas, dos egípcios, dos otomanos, dos francos, dos gregos, dos judeus, dos israelitas, dos ingleses e de todos os povos que ali viveram e mandaram.Neste momento são os israelitas. De resto Jerusalém foi fundada exactamente pelo Rei David. Um judeu. Milhares de anos antes de os árabes ali chegarem no rasto da jihad.
    Quem é que é dono de quê?
    A terra onde você vive é de quem?
    Dos iberos? dos celtas? dos romanos? dos visigodos? dos suevos? dos árabes? dos berberes? dos castelhanos? dos portugueses? Porquê? Porque foram os últimos?
    Bem, os isarelitas tb. E parece que querem continuar a ser. Quem não gosta que os tire de lá à força, porque eles não parecem dispostos a colaborar, para grande arrelia dos tontos como o meu caro amigo.

    Acredito que o Ngranja acredita naquilo que aqui escreveu, mas lamentavelmente está a basear a sua fé em erros factuais.

    Já agora, em Aljubarrota, os portugueses passaram a fio de espada 400 franceses desarmados e que estavam já prisioneiros.
    Afonso Henriques rachou cabeças de mouros como quem come pevides.
    Na ìndia, um famoso vice-rei português, varria regularmente as costas do ìndico à canhonada.

    Portugal é um estado terrorista?

  26. João Santos

    Nuno Granja poupe-nos o seu preconceito e racismo contra os judeus. E já agora, estudar um pouco a história do médio oriente, seria de grande utilidade.Sempre evitava fazer comentários idiotas.

  27. nuno granja

    lidador…

    sobre se o ataque ao hotel King David ser ou não ser um acto terrorista, ja depende da fé de cada um, o Bin Laden tambem não deve considerar o ataque às torres gémeas um acto de terrorista, onde nós vemos edifícios de escritórios ele vê alvos na guerra que trava contra os infieis

    nso ataquesàs torres gémeas ou no hotel King David o facto de haver vitimas que por acaso estavam lá… azar, guerra é guerra

  28. nuno granja

    saindo do off topic e entrando no..

    não vejo diferença entre as proibições aos atletas sul-africanos e esta proibição a uma atleta israelita

  29. “realmente foi o Irgun, mas não sabia que essa troca faria de mim um idiota”

    O que faz de si aquilo que diz, é o atrevimento de sentenciar a partir da ignorância. Um ignorante não é idiota, é apenas alguém que ignora. Eu ignoro tudo sobre tapetes de arraiolos. Seria idiota se debitasse teses sobre o tema.

    ” o Bin Laden tambem não deve considerar o ataque às torres gémeas um acto de terrorista, onde nós vemos edifícios de escritórios ele vê alvos na guerra que trava contra os infieis”

    Se não entende a diferença, lamento-o e vou tentar explicar devagar, para ver se o ajudo a entender. Se você lutar pela libertação de Olivença e atacar um local onde estão militares espanhóis em serviço, não está a fazer terrorismo, mas sim a atacar um alvo inimigo. Se nesse acto, morrerem dois civis que estavam perto, tb não é terrorismo, apenas um efeito colateral de uma guerra que você acha legítima.
    Se atacar uma escola de espanhóis com o único objectivo de matar e aterrorizar civis, está a fazer terrorismo, mesmo que só mate um, ou nem sequer mate nenhum.

    Se não entende isto, então nunca entenderá nada e tenho pena de si por isso.

    “não vejo diferença entre as proibições aos atletas sul-africanos e esta proibição a uma atleta israelita”
    A novidade do tempo, não é a ignorância e a hemiplegia moral. A novidade é que a estupidez reclama o direito de se afirmar e mais, proclama-se com orgulho.
    Isto nunca aconteceu antes. Tempos houve em que a imbecilidade era humilde.

  30. É tb por isso que deploro este post do CGP. Ele deveria saber porque razão os judeus israelitas são boicotados. Ele trabalha num país muçulmano. Ele deveria saber o que é um dhimmi quais as normas islâmicas que suportam este tipo de decisões.
    Ele deveria saber que para os muçulmanos não há judeus israelitas, porque só pode haver judeus na terra do Islão, desde que vivam de acordo com a lei islâmica.
    Ele deveria saber que é por isso que nenhum grupo islamista algum dia reconhecerá Israel. No dia em que o fizer, ou está a praticar taqyyia, ou a abjurar a lei divina.

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