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João, ia responder a este post nos comentários do 31, mas tinha que me inscrever no sapo e não me apetecia. Fica aqui então:
- A primeira citação que foste buscar não tem nada que ver com o “casamento” gay. Na moção não se defende o casamento gay nem sei porque foste lá buscar essa ideia.
- Uma questão completamente diferente é a que pões quanto à família. Não podes proibir as pessoas de chamar família ao que bem lhes dá na gana. Já bem basta o governo definir contratos de vida (a minha posição aqui), mais faltava ter este o poder de decidir o que é família e o que não é. Que para ti (e para mim, já agora) família seja uma homem, uma mulher e possivelmente filhinhos é uma coisa. Agora comparar estruturas espontâneas em que indivíduos se sintam bem com «experimentalismo social», parece-me mal.
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