Na audição de ontem Carlos Santos entra em contradição com o depoimento de Miguel Cadilhe sobre a data e a primazia da determinação de se encomendar uma auditoria externa ao BPN. Na verdade, enquanto Miguel Cadilhe refere que só depois de o BPN ter encomendado a auditoria à Deloitte é que o BP ordenou igual medida, enquanto Carlos Santos considera que o banco central a determinou antes da administração do BPN citando as datas de 3 ou 4 de Junho. Tese que o deputado Nuno Melo (CDS) deitou por terra, ao citar ofícios do BP que provam que este “só pede a auditoria depois desta estar decidida pelo BPN”.
Suponho que no final dos trabalhos da comissão, os deputados do PS irão propor um louvor pela forma Vítor Constâncio e o BdP conduziram este caso.
Há mais.
Abudl disse que quando chegou ao banco tinha 157 pedidos de informação do BP, alguns de 2004.
Carlos Santos diz desconhecer tal coisa.
Ele era o chefe do departamento de supervisão no BP……
Deve ter sido por isso que foi dispensando e o mandaram para administrador do ….bpp