Notícias escondidas

Da frente da guerra e que não terão grande interesse para as consciências que se indignam.

Afinal, tratam-se de umas prisões domiciliárias, mãos partidas e tiros nas pernas. Questíunculas entre irmãos.

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8 pensamentos sobre “Notícias escondidas

  1. Luís Lavoura

    O Jerusalem Post é um jornal da direita israelita.

    Em tempos de guerra, são de esperar todo o tipo de calúnias e mentiras sobre o adversário.

  2. ruicarmo

    Caro Luís Lavoura,
    e se fosse um jornal da esquerda israelita?

    Concordo com o que diz sobre os tempos de guerra. No entanto, não me parece que seja uma invenção o ódio que existe entre palestinianos (da Fatah e do Hamas). Ou seja, o seu comentário em nada desmente a notícia e o post.

  3. CN

    Os israelitas antes da declaração-formação do Estado tinham vários grupos a que podemos chamar guerrilha, bandos ou terroristas como se quiser (“que se escondiam na população”?), uns mais radicais outros menos.

  4. Joao Carlos

    O jornal é de direita e os membros da Fatah que denunciam a situação são também zionistas de direita !!!!!! benfeito para eles…dizem os esquerdalhos apoiantes dos terroristas do hamas…tenham vergonha.

  5. ruicarmo

    Caro CN,
    acredito que sim, que tinham. Não vejo é no que isso se relaciona com a notícia do JP de 2008.

  6. E o NYT, imagino que seja dominado pelo sionismo (internacional(http://www.nytimes.com/2008/12/30/world/middleeast/30mideast.html?_r=2&pagewanted=all):

    «(…) On Monday, Dr. Ashour was not the only official in charge. Armed Hamas militants in civilian clothes roamed the halls. Asked their function, they said it was to provide security. But there was internal bloodletting under way.

    In the fourth-floor orthopedic section, a woman in her late 20s asked a militant to let her see Saleh Hajoj, her 32-year-old husband. She was turned away and left the hospital. Fifteen minutes later, Mr. Hajoj was carried out by young men pretending to transfer him to another ward. As he lay on the stretcher, he was shot in the left side of the head.

    Mr. Hajoj, like five others killed at the hospital this way in 24 hours, was accused of collaboration with Israel. He had been in the central prison awaiting trial by Hamas judges; when Israel destroyed the prison on Sunday he and the others were transferred to the hospital. But their trials were short-circuited.

    A crowd at the hospital showed no mercy after the shooting, which was widely observed. A man in his 30s mocked a woman expressing horror at the scene.

    “This horrified you?” he shouted. “A collaborator that caused the death of many innocent and resistance fighters?”

    Sobhia Jomaa, a lawyer with the Palestinian Independent Commission for Citizens’ Rights, said 115 accused collaborators were in the central prison. None had been executed by Hamas since it took office and their cases were monitored closely.

    “The prison provided the sole protection to all of them,” she said. “But once it was bombed, many wanted to take revenge.” (…)»

    Via Melanie Phillips (http://www.spectator.co.uk/melaniephillips/3204131/the-moral-battleground.thtml), judia e conservadora.

  7. lucklucky

    Depois deste tempo todo Luís Lavoura ainda não conhece a natureza do Hamas… Diga-se que a Fatah faria o mesmo ou quase se tivesse em posição de o fazer.

  8. Pingback: O que é o HAMAS ? « Islão a nu - Para tomar consciência do terror

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