Guerra e preconceito

Hamas on Sunday threatened to respond to an ongoing Israel Defense Forces assault on the Gaza Strip by assassinating senior Israeli officials. Senior Hamas official Fatah Hamad specifically threatened Livni and Defense Minister Ehud Barak.

He also threatened that Hamas would go after senior Palestinian Authority officials in the West Bank, as well as “those in the Arab world who have conspired against us,” – an apparent reference to Egypt.

Fonte: Haaretz.

A salvo do Hamas estarão aqueles senhores que condenam a ofensiva israelita em Gaza mas que nunca condenaram antes os ataques cobardes e indiscriminados do Hamas contra populações civis?

Não deixa de ser curioso verificar que são os mesmos (ou como tal tendem a pensar) que por cá associam enchidos a crucifixos com nítida vantagem para o chouriço mas no que toca a Israel escolhem o laicismo de um Partido de Deus libanês ou do Hamas palestiniano.

Leituras complementares e recomendadas que servem em muitas cabeças indignadas: Antisemitas Anónimos, Os Antisemitazinhos.

7 pensamentos sobre “Guerra e preconceito

  1. O actual estado de coisas convêm aos extremistas de ambos os lados para obrigar Obama a tomar já partido.
    Claro que Obama apoiará Israel e que será optimo para os extremistas árabes que assim continuam a ter um grande Satã com que lutar, os Estados Unidos.

  2. Como uma das pessoas que comentou o post que aí linkou: Outra vez o anti-semitismo? Não há argumento melhor? Não será por falta de uma justificação credível? Insisto: não sou de esquerda. E muito provavelmente terei ramos judeus na árvores genealógica. E acho de péssimo gosto utilizar esse argumento, como um alibi, remetendo-nos para o horror do Holocausto (e mais atrás, o horror da Inquisição). Talvez esta polémica nos toque mais de perto por haver coisas mal resolvidas historicamente ou culturalmente, não sei. O estilo bélico do poder israelita não me agrada. Sou livre ou não de o expressar, sem me acusarem de anti-semita?
    Cumprimentos. Ana

  3. lucklucky

    Nota-se a Pós-Civilização…
    O “estilo bélico” do poder Israelita só existe porque não usam esse poder como na Segunda Guerra Mundial logo nunca conseguem vencer logo estão sempre permanentemente em Guerra.

    Exemplo:

    The city of Aachen is now completely surrounded by American forces. If the city is not promptly and completely surrendered unconditionally, the American Army and Air Force will proceed ruthlessly with air and artillery bombardment to reduce it to submission. In short, there is no other way out. Either you surrender the city or you face total destruction. The choice and responsibility are with you. Your answer must be delivered to the spot designated by the bearer of this document within 24 hours.

    – Ultimatum delivered by Major General Clarence Huebner, Commanding General, 1st Infantry Division on 10 October 1944

  4. Pingback: Guerra e preconceito II « O Insurgente

  5. Luis Serpa

    Cara Ana Silva Fernandes,

    Se, para si, “o verdadeiro rosto do poder de Israel [é]: primitivo, bélico, boçal”, como é do Hamas – e por extensão, o dos radicais islamitas? Talvez fosse interessante sabermos, não acha?

  6. Pingback: Antisemitas Anónimos « Sinecura

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