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Curiosa a maneira como ontem, na Sic Notícias, Alberto Martins se referiu à inenarrável notícia vinda da cimeira de Bruxelas de que a Irlanda se prepara para enveredar pela repetição do referendo ao Tratado de Lisboa.
Segundo este, a notícia foi que “foram criadas pela Irlanda as condições internas para a entrada em vigor do Tratado em 2010”. O referendo, obviamente, é um pormenor de somenos importância, e o facto de estarem em cima da mesa duas escolhas possíveis, bem como a possibilidade de esta ser um novo “Não”, perfeitamente irrelevantes.
A vontade do povo irlandês foi colocada no devido lugar. No lugar onde residem a irrelevância da vontade e da opinião dos povos europeus em todo o processo de aprovação do Tratado de Lisboa.
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