Via Jornal de Negócios, um artigo do Financial Times:
Now in its third year, the FT survey benchmarks performance by drawing both on data and a panel of economists and commentators to reveal who is best [Europe’s finance ministers ] at the job and the most respected – and to point to potential future stars.(…)
Amid the worst conditions for at least a generation, finance ministers had to spot early the scale of the global crisis, avoid misjudgments, remain credible as politicians – at home and abroad – while keeping a grip on public finances as economic growth collapsed around them. How did they fare?
(…)
Bottom of the pile came Portugal’s Fernando Teixeira dos Santos, dragged down by a poor national economic performance and his low European profile.
Aos contribuintes em particular e a todos os portugueses em geral acho que é devido um enorme aplauso de agradecimento pelo seu contributo para esta posição. Certamente para o ano, na altura das legislativas, ainda continuaremos a bater palmas a este desempenho da governação socialista e à inestimável liderança do Primeiro Ministro.
O que eu já passei só por dizer que o homem é medíocre…
A julgar pelo critério que serviu para atribuir o 1º lugar ao Ministro da Finlandia (Equilibrio Orçamental), não parece ser coerente a atribuição do último lugar a Teixeira dos Santos.
Belíssima classificação a do nosso ministro. Justíssima. É só mesmo para consumo dos media internos…
Caro Bruno,
Portugal continua com uma situação deficitária, não obstante aumentos generalizados em todos os impostos, IVA, IA, UIC, ISP, Imposto sobre alcool e tabaco, Imposto de selo, entre outros. A dívida pública aumentou de 65% em 2005 para 100% em 2008 e o orçamento continua deficitário, não obstante a venda de património por parte do Estado e afins. Equilibrio Orçamental, além de deficit a 0% passa também por impor uma carga moderada de impostos sobre a comunidade e não levar a mesma ao seu limite. A mistificação que Sócrates e sua pandilha fazem em torno do deficit e da “ordem nas contas públicas” é uma falsidade. É pacificamente aceite que 2/3 da “consolidação orçamental” vêm de um aumento das receitas.
Mais um pérola Socratina é vender quase 900 milhões de euros de património militar e não chamar a isso uma receita “extraordinária”…
Eu acho é que no FT não percebem muito bem a diferença entre os Ministérios das Finanças e da Economia em Portugal.
O que importa é que o ranking na FIFA continue a subir!
Para quando os outros Ministérios? Se calhar somos candidatos ao Grande Prémio.
Para saber se é o pior precisava de “conviver” diariamente com os restantes Ministros Europeus. No entanto, não é por ser publicada no Financial Times que uma “tonteria” deixa de o ser.