Steuerzhalen macht Frei

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Neste ponto faltam as palavras. Já não é possível parodiar esta aberração produzida, desenhada e escrita com o dinheiro dos nossos impostos. Esta inanidade totalitária foi paga pela Geheime Staatspolizei…perdão, pela DGCI.

Não percas o próximo episódio, porque nós, também não!

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O eixo do mal(-informado)

Habitualmente, não costumo ver o Eixo do Mal, nem é um programa de entretenimento nem sequer se ouvem, geralmente, opiniões muito inteligentes. Hoje também não foi excepção, mas acontece que acabei por ver a parte final do Eixo do Mal, em que eles apresentaram um vídeo, filmado durante a cimeira dos G20, em que parecia que Bush tinha sido ignorado por todos .

No entanto, isto são “old news” que ainda por cima foram desmentidas como se pode ver por aqui. Ou seja, Bush não foi ignorado pelos seus homólogos estrangeiros. Ainda por cima, a peça televisiva da CNN que desmente o caso já data de 20.11.2008.

Neste caso, mais uma vez, o que o Eixo do Mal fez foi anti-bushismo primário, sem se preocupar muito com a verdade. Mas, isso, na comunicação social, nem sequer é supresa.

Steuerzhalen macht Frei

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De facto, para chegarmos a quem defenda a eliminação física dos que não cumprem as suas obrigações fiscais (espumar enquanto se diz esta frase) falta pouco, muito pouco. Sieg heil!

Não percas o próximo episódio, porque nós, também não!

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Como se transforma uma economia

Um pouco por todo o Mundo pessoas que se preparavam para entrar na reforma, adiam os planos depois de se aperceberem que não estão tão financeiramente preparados como pensavam. Outros que já tinham entrado há pouco tempo, resolvem regressar ao mercado de trabalho. Nas empresas, os funcionários de colarinho branco, apercebendo-se dos cortes de custo em desenvolvimento, passam menos tempo junto à máquina de café, a enviar e-mail engraçados aos colegas e a escrever nos seus blogs pessoais. A procrastinação reduz-se. Os funcionários de colarinho azul, sabendo as dificuldades da empresa, passam a fazer um esforço extra na qualidade e quantidade do trabalho realizado. O pico do trânsito das cidades passa das 6 para as 7 da tarde. Aqueles que há muito hesitavam partir para um país onde as suas aptidões profissionais são mais valorizadas, acabam por o fazer. À saída das universidades, os recém-licenciados medianos deixam de ter acesso aos bons empregos que teriam 2 ou 3 anos atrás. Os colegas mais novos, apercebendo-se do facto fazem um esforço maior para subirem as suas médias. Aqueles prestes a entrar para a universidade tornam-se mais pragmáticos: mesmo que aquilo que gostam mesmo é de filosofia, sabem perfeitamente que o mundo precisa é de engenheiros informáticos. Autarquias voltam atrás nos seus planos para contruír um segundo pavilhão gimnodesportivo em cada freguesia, e apercebem-se que rotundas sem monumento também prestam um bom serviço na organização do trânsito. Desempregados sem alternativas montam pequenos negócios em nichos que ninguém pensava existir. Um pouco por todo o mundo, mentes brilhantes sem aptidões sociais para encontrar emprego em alturas de crise, acabam de gritar “Eureka!”: um deles acabou de conceber o produto que marcará o próximo ciclo económico.
O resultado desta crise económica: mais trabalho, mais empenho, mais criatividade, inovação e melhor alocação de recursos, ou seja, uma nova era de crescimento económico.

O Clã da Gente de Bem

Segundo li no Diário Económico de hoje, o Governo quer obrigar os serviços da Gente de Bem a pagar aos fornecedores até 90 dias. No quadro publicado diz-se que, por exemplo, a Secretaria Geral da Cultura demora em média, 655 dias a pagar. Mais ou menos vinte e dois meses, quase dois anos. Pior, a Manutenção Militar demora 1380 dias. Mil trezentos e oitenta dias. Mil trezentos e oitenta dias. Quarenta e seis meses. Quase quatro anos. Quatro anos para pagar uma factura. Se isto fosse o imposto de um contribuinte dava para quase quadruplicar o valor da dívida. Ah! Mas têm o Príncipe Honrado e os Honestos do lado deles.

Vocês aí embalados pelo discurso do diálogo e da paz

sapatos-de-palhaco-22Este era para ser um post cheio de palavrões, só porque sim. Hoje logo cedo li a “Opinião” do Paulo Varela Gomes sobre o Leopold, o café de toda a gente, em todo o mundo e apesar da náusea consegui engolir o que tinha na mesa. Enfim. Pensei postar sobre o assunto mas, ao longo do dia, foi-me passando e desisti. Desisti até ler o que escreveu o Miguel Morgado no Cachimbo de Magritte. Porque aquele multiculturalismo vem do esgoto, dos coliformes fecais que povoam as cabeças dos Paulo Varela Gomes deste mundo. Escreve o dito:

O Leopold estava sempre cheio de estudantes e outros jovens. Tão jovens como aqueles que ontem atiraram granadas lá para dentro e dispararam sobre as pessoas, tão determinados, tão interessados em acreditar, tanto os que morreram como os que mataram.

São todos iguais não são? Valem o mesmo, são o mesmo.

Streuerzhalen macht Frei

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Não percas o próximo episódio, porque nós, também não!

Ah! As armas maléficas da galáxia fraude…a venda sem factura, a compra sem recibo, a lenha da lareira deduzida no IRS (energia renovável pois então!), o desdobramento da conta do dentista pago pela ADSE, o IVA dividido a meias entre consumidor e comerciante, o colégio da cria, os recibos da farmácia…Ah! Mas os Honrados tinham o Direito Tributário. E não eram muitos…perdão, poucos.
Começam a faltar as palavras para tanto fascismo junto.

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