Ideias de liberdade à esquerda

Até agora os trabalhadores Argentinos tinham a liberdade de escolher entre descontarem para fundos de reforma privados ou para o sistema de segurança social do Estado. Dois terços dos Argentinos escolheram descontar para fundos de reforma privados. O resultado desta escolha é que na Argentina existe um trabalhador a contribuir para o sistema de segurança social do estado por cada beneficiário. Ou seja, o sistema do estado está falido. A solução encontrada pelo governo Argentino foi a de nacionalizar os fundos de reforma privados utilizando como desculpa a crise financeira internacional. Na prática, os argentinos deixarão de ter a opção de colocar o dinheiro em fundos privados. O Daniel Oliveira acha isto muito bem.
É interessante esta esquerda que o Daniel Oliveira tão bem representa. Para esta esquerda uma mulher deve mandar no seu corpo, mas não no seu dinheiro. Para esta esquerda o direito à diferença só existe para a orientação sexual.

16 pensamentos sobre “Ideias de liberdade à esquerda

  1. 1. Sim, para a esquerda o poder sobre o corpo está antes do poder sobre o dinheiro
    2. Quando o Estado tem de salvar os bancos onde para que não fique tudo na miséria onde fica a minha liberdade de não contribuir com os meus impostos para a banca? Estão aqueles que escolheram o privado dispostos a ficar a viver na rua se a coisa correr mal? Pois, bem me parecia. Olhe para o que se passa no Chile.

  2. João Miranda

    ««1. Sim, para a esquerda o poder sobre o corpo está antes do poder sobre o dinheiro»»

    Daniel,

    O que isto quer dizer é que uma mulher tem todo o direito de se prostituir, desde que cerca de 50% do dinheiro vá para o Estado. No caso das prostitutas, elas têm direito ao corpo metade das vezes. Na outra metade o dono do corpo é o Estado.

  3. Carlos Guimarães Pinto

    “Quando o Estado tem de salvar os bancos onde para que não fique tudo na miséria onde fica a minha liberdade de não contribuir com os meus impostos para a banca?”
    De acordo. E então?

    “Estão aqueles que escolheram o privado dispostos a ficar a viver na rua se a coisa correr mal?”
    Se ficarem a responsabilidade será só sua e do risco que tomaram. Se tomaram esta opção é porque julgam que correm menos esse risco com fundos privados. Se acabarem na miséria será por responsabilidade própria. Se o sistema de segurança social implodir, terão uma reforma miserável sem nunca terem tido opção.

  4. Antes de mais parece-me evidente que é muito mais importante alguém mandar no seu corpo que no seu dinheiro. Só para pessoas desumanas é que assim não será.

    Outra coisa é a defesa de um sistema de segurança social público. Que talvez não seja a mesma coisa que a nacionalização de sistemas privados. Mas como não conheço os pormenores da coisa, é melhor não me pronunciar.

  5. A. R

    A outrora rica Argentina no que se tornou. Como o Peronismo destruiu para sempre um país e Kirchener, com eleição financiada pelo Chaves por 5 milhões de dólares, continua o desastre alegremente.

  6. Adorei o comentário #2, do JM, sobre as prostitutas!

    Mas mais a sério, o direito sobre o corpo não confere o direito a matar outro ser humano.

    E, agora para o Daniel, se alguém se quer matar, o Estado não tem o direito de o impedir?

  7. É interessante esta esquerda que o Daniel Oliveira tão bem representa. Para esta esquerda uma mulher deve mandar no seu corpo, mas não no seu dinheiro.

    Tipo Estado-marido que controla as contas da casa. Se “a sociedade” achar bem, está bem.

  8. CN

    O sistema de pensões público quanto muito só devia providenciar um rendimento mínimo de sobrevivência.

    As pessoas nem sequer devem ser obrigadas a descontar para fundos privados.

  9. JoaoMiranda

    ««João Miranda, talvez fosse melhor ler o Clarim ou La Prensa, jornais Argentinos.»»

    Daniel Oliveira,

    Talvez fosse melhor não ir atrás do spin do governo argentino. Quem está
    à beira da falência não são os fundos de pensões. É o governo argentino. O dinheiro vai ser usado para pagar dívidas de curto prazo do Governo argentino. A bolsa caiu 13% após o anúncio da nacionalização.

  10. lucklucky

    Daniel Oliveira não quer as mulheres a mandar no corpo delas quere-as livres para matar crianças apenas por conveniência e vontade. Isto é Daniel Oliveira quer que adultos do sexo feminino sejam livres de eliminar crianças(a maioria do sexo feminino).

  11. Pingback: It is not hard to imagine « O Insurgente

  12. É de louvar a vossa paciência para “conversar” com o sr. Daniel Oliveira. O pobre do homem além de ignorante não é sério como se vê pelas contradições infantis em que frequentemente cai. EU prefiro utilizar o método que a esquerda durante muitos anos utilizou perante figuras como Hayek ou V. Mises, mas agora com verdadeiros e fundados motivos: “Killed by the silence”.

  13. CN

    Caro CNT

    Aqui o pessoal acha que cada pessoa deve ter direito para decidir isso tudo sobre a sua vida e dinheiro (com excepção da “santa mafia” que essa, pelo sim pelo não, é melhor dar para evitar problemas lá com o Godfather lá de cima).

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