Mas que grande umbigo!

O umbigo do Rui Tavares anda algo dilatado, pelo que escreve aqui deve estar aí com uns vinte centímetros de diâmetro. Aqui o je acha óptimo que o Rui Tavares escreva imenso, mas de preferência em jornais que não leio, para não ter de pagar pelo que o Rui Tavares escreve: não exijo silêncio, agora, só faltava que enquanto leitor do Público a pagantes (o que, um dia destes, deixa de acontecer) não pudesse queixar-me quando há lixo publicado, pelo menos enquanto pagar pelo jornal. Agora, Rui, take it easy, deixa-me ao menos lançar uma farpa aos responsáveis da SONAE, nem tudo o que se escreve gira à volta do teu astro umbilical:

Espanta-me, mais uma vez, ler tudo isto num jornal supostamente moderado, no Público. Depois, senhores da SONAE, que deixam que o seu dinheiro dê voz a radicais, não se queixem, nos momentos da verdade, que o país está enviesado, entregue à extrema esquerda, e que encontram resistência na mentalidade dos portugueses para promover a mudança.

Na SONAE é crítica recorrente que em Portugal é difícil promover a mudança, porque a nossa sociedade está enviesada do ponto de vista do pensamento, está instalada, adormecida em cima dos direitos sociais e de um discurso anti-capitalista. A farpa ali em cima é para a SONAE. É tal o umbigocentrismo do Rui Tavares, que já nem me deixa mandar farpas à SONAE, dando ele o corpo às balas. Que coisa …

11 pensamentos sobre “Mas que grande umbigo!

  1. Oh Rodrigo, você escreve isso num post sobre mim, refere-se directamente a mim, todos os comentadores que respondem partem do princípio que você estava a falar directamente de mim (porque estava). você mesmo volta a referir-se a mim nos comentários, e acha espantoso que “o Rui Tavares acha que eu estou a falar dele?”

    Bem, não me surpreende que você não saiba interpretar os meus textos. Pelos vistos, não consegue sequer interpretar os seus.

    (A não ser que os esteja agora a re-interpretar, o que também é sempre muito conveniente)

  2. Rui,

    No parágrafo em questão foquei-me deliberadamente no conteúdo do teu texto – digo claramente “ler isto tudo” – remetendo para o objecto e não para a pessoa. Podia ter escrito, “ler o Rui Tavares num jornal supostamente moderado”, e aí terias razão, mas optei deliberadamente por escrever “ler tudo isto num jornal supostamente moderado”, para de seguida mandar a minha farpa à SONAE. O texto é claro, o parágrafo não te é dirigido.

    Agora, podes tu e os amiguinhos da colectividade fazer a ceninha do costume, de que está montada a caça às bruxas, que aliás já estava à espera.

  3. RAF, não engana ninguém. “ler tudo isto”, depois de ter passado quatro parágrafos a escrever apenas sobre a minha crónica, quer dizer que o “tudo” era a minha crónica. por isso, veja-se lá. eu interpretei que o seu texto era sobre mim. interpretei eu e mais os dez comentadores que para ali escreveram: desde o blasfemo Gabriel Silva até ao anarca-ex-trotsquista Miguel Madeira, dois moços inteligentes e que sabem ler, ninguém se equivocou. Mesmo você voltou à carga nos comentários e só agora é que se lembrou de alegar que afinal, o seu texto sobre mim não era sobre mim e portanto eu devo ser um grande narcisista por ter achado que um texto sobre mim era sobre mim. Mantenha a sua argumentação inicial, a de que é legítimo sugerir à SONAE que me despeça (e é inteiramente legítimo sugerir, diria eu). Ou retracte-se se acha que, sendo legítimo, não é intelectualmente honesto. Mas não queira fazer passar várias pessoas inteligentes por parvas. Acima de tudo, não se faça passar a si por parvo. É triste, e mesmo um pouco humilhante.

  4. Pingback: Esta gente ladra mesmo grosso, chiça! « O Insurgente

  5. Mas ó RAF, para quê alimentar aleivosos? Deixai-os em paz. Nada como esperar para ver de onde bramirão daqui por uns meses.

  6. André Azevedo Alves

    “Bem, não me surpreende que você não saiba interpretar os meus textos. Pelos vistos, não consegue sequer interpretar os seus.”

    Felizmente existe o Rui Tavares para suprir essa lacunas.

  7. Miguel Lopes

    Não deixa de ser surpreendente que o critério de RAF para comprar o jornal seja encontrar nele apenas coisas com as quais concorda. Deve realmente ser uma paz, a vida num mundo espelhado.

  8. Pingback: Censura | A Insurgência de Rodrigo Adão da Fonseca | : fractura.net!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.