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Adoro a forma como a comunicação social respeita o Obama, talvez até demais. Um bocado como faz o José Sócrates com a nossa comunicação social.
A escolha de Sarah Palin é um incómodo para o “sistema” e rapidamente partiram para o ataque.
Parece que acusar Sarah Palin de inexperiência é pouco mais do que uma vingança, também revela que a extrema intolerância da esquerda americana.
Aonde é que já vi este filme?
No pré-Katrina e no pós-Katrina, passando até pelo célebre insulto à equipa de basketball feminino, Condolezza Rice já foi atacada diversas vezes, sem que esses mesmos críticos alguma vez tivessem alguma compaixão por ela ser afro-americana ou pelo menos mulher.
O mesmo se passa com Sarah Palin e vejam só até onde foram vasculhar: eu falo por mim, acho que a questão familiar da Palin não diz respeito a ninguém.
A sorte de Obama foi que conseguiu trivializar a sua controversa relação com o pastor da igreja dele.
A incontinência verbal de um feminismo retrogrado e, quem sabe, cheio de inveja por causa da celulite que teima em não desaparecer.
E cegueira – literal, não ideológica.
A Ana Gomes acredita que aquela capa da Vogue é real. Acredita portanto que a Palin foi capa da Vogue. E que isso, por alguma obscra razão, a desqualificaria.