ORGULHO GAY E O FIM DE UMA MITOLOGIA

The Aids scare was one of the most distorted, duplicitous and cynical public health panics of the last 30 years. (Brendan O’Neill)

O Verão chegou e por esse mundo fora, inclusive em Portugal, começa o ritual das manifestações do chamado orgulho gay. Só que este ano vai haver pouco orgulho e algum desconforto. Ou assim seria se os apaniguados tivessem um pingo de vergonha nas respectivas caras.

A Organização Mundial de Saúde acaba de divulgar os resultados das suas investigações sobre o alastramento de HIV/SIDA. Eis a bomba que está (ou devia estar) a causar uma explosão entre as múltiplas organizações que ganham a vida a semear o pânico entre diversas camadas da população menos informadas.

Afinal, depois de mais de duas décadas a insistir que a temida doença atingia todos, (mesmo todos: lembram-se desses anúncios televisivos?), parece que não houve nenhum alastramento entre heterossexuais e que a epidemia atinge principalmente os grupos de risco (surpresa, surpresa!!!) nomeadamente: homens que fazem sexo com homens; certas categorias de toxicodependentes; e pessoas que praticam a prostituição.

Durante todos estes anos fomos massacrados com propaganda enganosa a tentar nos convencer que até na escola primária as crianças deviam ter aulas sobre o sexo e a terrível doença; que os homossexuais deviam poder ser doadores de sangue, porque os heterossexuais também constituíam um risco; enfim, e sobretudo, que os homossexuais não deviam ser discriminados por motivo algum.

Entretanto, segundo os números oficiais, gastou-se um bilião de dólares por ano em propaganda de vária ordem nesta área. Quem lucrou foi a indústria dos preservativos e os diversos elementos envolvidos na publicidade enganosa.

Como diz Brendan O’Neill no jornal Guardian, no seu blogue de Junho 12:

The Aids scare was one of the most distorted, duplicitous and cynical public health panics of the last 30 years

Ver:

Guardian – The exploitation of Aids

e também:

Fox News – World Health Organization Admits Threat of Global AIDS Epidemic Is Over

e ainda:

Independent – Threat of world Aids pandemic among heterosexuals is over, report admits

A OMS diz que é só em África que existem números significativos de heterossexuais atingidos por HIV/SIDA, e é desse continente que vêm os poucos europeus heterossexuais que contraíram SIDA.

Pergunta-se por que será que assim acontece e o senso comum indica uma resposta. São as práticas anti-higiénicas que favorecem a transmissão de doenças, tanto em África como entre os orgulhosos ‘gays’.

Entretanto, o Senhor Lula, Presidente do Brasil, quer criminalizar qualquer crítica aos homossexuais. Ainda não sabemos se vai pedir que o seu país saia da OMS.

Sabemos, sim, pelos exemplos do ano passado, que a autora deste texto irá ser acusada de homofobia.

Sabemos também que as conclusões da OMS não irão receber a publicidade devida. Foi com o receio duma discussão séria sobre saúde e SIDA que o lóbi gay intentou a caça aos ‘homófobos’.

But Truth will out!

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68 pensamentos sobre “ORGULHO GAY E O FIM DE UMA MITOLOGIA

  1. VMsemW

    «A OMS diz que é só em África que existem números significativos de heterossexuais atingidos por HIV/SIDA, e é desse continente que vêm os poucos europeus heterossexuais que contraíram SIDA.»
    Para mim o conceito de significativo é com quem estou, basta uma!

    P.S.: sou heterossexual

  2. Meu caro, há aqui uma confusão. O que Brendan O’Neill diz («The Aids scare was one of the most distorted, duplicitous and cynical public health panics of the last 30 years») é que a sida é, ainda, uma das doenças mais cínicas que o universo já conheceu. Tanto para heterossexuais como para homossexuais. É cínica e oportunista. Desde o ínicio foi sempre especial, só infectava alguns. Depois, mesmo infectando não destruía o «hospedeiro» de imediato. Não havia postulado de Koch que funcionasse com o hiv. Foi então que a indústria farmacêutica esfregou as mãos de contente: só com toneladas de medicamentos vamos poder salvar o mundo. E toca de fazer dinheiro. Além de cínica e oportunista é moralista: sexo, não. Muito menos sexo pré-marital. Mas o que os cientistas não explicam é porque alguns ficam doentes e outros não. Porque é que uns continuam a morrer e outros não. Pergunto eu: será que continuam a morrer pelas mesmas razões a que estavam expostos mesmo que a sida não existisse? Digo eu…que a sida, afinal, nem é a principal causa de morte em todo o mundo. Mas enfim. É mediática. Aparece na MTV e tudo. Tenho reparado que a ONU tem mostrado estatísticas cada vez mais benevolentes – afinal não são 50 milhoes de infectados, são 30…qualquer dia…eu não sei. Mas é preciso começar a pensar noutra epidemia que até o h5n1 já tem vacina.

  3. “é desse continente que vêm os poucos europeus heterossexuais que contraíram SIDA.»”

    Eu ouvi falar de um caso de uma senhora de Lagos (europeia, heterossexual) que apanhou SIDA do marido (europeu, heterossexual), que a terá apanhado com uma prostituta de Leste.

    Não sei se o caso é verídico.

  4. De acordo com os artigos que cita, acho que não se podem retirar algumas das conclusões que estão presentes no post (e não estou aqui a discutir as opiniões de cada um sobre o tema em questão). Porém, cita “números oficiais” que não estão nos links que oferece. Será que poderia partilhar a fonte desses dados?

  5. De qualquer forma, não haverá aqui uma profecia auto-destruida – por se julgar que vem aí uma epidemia de SIDA, a maior parte das pessoas tomaram cuidados que impediram essa epidemia.

    Provavelmente, quando se estabelecer a ideia que a SIDA está circunscrita, vão aumentar os comportamentos de risco e ao fim de algum tempo deixa de estar controlada.

  6. “é desse continente que vêm os poucos europeus heterossexuais que contraíram SIDA.”

    Ao longo do meu curso também na minha actividade profissional, contactei com vários heterossexuais europeus que contraíram SIDA com outros heterossexuais europeus. Este post deturpa as palavras da OMS, não passando de puro lixo científico e epidemiológico – uma vergonha que se explica pela obsessão de alguns relativamente à homossexualidade.

  7. “Este post deturpa as palavras da OMS, não passando de puro lixo científico e epidemiológico”

    Eu apenas li a opinião de um responsável pela OMS e não vi dados epidemiológicos que sustentem muitas das conclusões patentes no post. Todos têm direito à sua opinião, obviamente, mas estou mais interessado nos dados que são citados para demonstrar a mudança de paradigma, mas que não os encontro. E é neste aspecto Pedro que podemos usar o conceito “científico” e “epidemiológico”. Fora isso, são opiniões.

  8. Caro Bruno,
    O problema é que este texto tenta passar a ideia de que há estudos científicos e epidemiológicos que sustentam a ideologia do seu autor. Mais do que lixo, é uma intolerável tentativa de envenenamento do debate público.

    A referência ao uso dos preservativos é particularmente gravosa quando se sabe que, tanto a SIDA como outras Doenças Sexualmente Transmissíveis, podem ser evitadas através da sua utilização.

    Abraço.

  9. Michael Seufert

    Se determinados “grupos” sociais – passe a infelicidade da igualitarização do termo – tendem a adoptar determinados comportamentos de risco, é óbvio que são mais propícios a contrair a doença. É uma questão de fazer inquéritos/estudos e tirar conclusões estatísticas. I.e., se, estatisticamente, encontrarmos determinados comportamentos com maior probabilidade num determinado grupo social, podemos dizer que, tirado um indivíduo desse grupo à sorte, existe maior probabilidade que esse indivíduo esteja ou venha a estar infectado.

    Daí a tirar conclusões perante indivíduos em particular vai um longo caminho.
    Homo- ou heterossexuais terão sempre na sua mão o poder de não contrair a doença – pelo menos pela via sexual.

  10. André Azevedo Alves

    “É uma questão de fazer inquéritos/estudos e tirar conclusões estatísticas. I.e., se, estatisticamente, encontrarmos determinados comportamentos com maior probabilidade num determinado grupo social, podemos dizer que, tirado um indivíduo desse grupo à sorte, existe maior probabilidade que esse indivíduo esteja ou venha a estar infectado.”

    Obviamente.

  11. André Azevedo Alves

    Pedro Morgado,

    Seria desejável que tentasse pautar os seus comentários por um mínimo de boa educação.

  12. André Azevedo Alves

    Bruno,

    No artigo do Guardian:

    “The relentless politicisation and moralisation of Aids has not only distorted public understanding of the disease and generated unnecessary fear and angst – it has also potentially cost lives. James Chin estimates that UNAIDS wastes around $1bn a year in activities such as “raising awareness” about Aids and preventing the emergence of the disease in communities that are at little risk. How many lives could that kind of money save, if it were used to develop drugs and deliver them to infected or at-risk communities? It is time people treated Aids as a normal disease, rather than as an opportunity for spreading their own moral agendas.”

  13. Sinceramente, já não vinha a este blogue há largos meses, quando a mesma Patrícia dissertava sobre sexo anal. Vim hoje e tou a ver que continuam na mesma senda. Pelos vistos agora conviver com pretos é um risco. Vamos bem vamos. Força nisso, até daqui a uns mesitos. 🙂

  14. Teresa

    Esperando que não me considerem também vítima da má educação que André Azevedo Alves surpreendentemente vislumbra nos comentários de Pedro Morgado, devo sublinhar que há riscos em citar os media como se fossem oráculos da verdade.

    O que é apresentado pelos meios de comunicação social é uma leitura sobre os documentos, sujeita aos processos de tratamento noticioso que todos conhecemos e que, neste caso, se traduziu num desmentido da OMS. Não é honesto ignorar esse documento.

    No debate desta, como de outras questões, acabamos quase invariavelmente a esgrimir números, como se eles não correspondessem pessoas. Mas correspondem.

    Sou heterossexual e (quase) não tenho comportamentos de risco. No entanto, quis o destino que andasse durante mais de seis meses com a possibilidade de ter sida a pairar sobre a minha cabeça. Acreditem que se passa a ter outra visão do problema.

    Existem ainda muitos preconceitos, julgamentos de valor e ideias erróneas sobre a doença. Sucessivos estudos efectuados a nível nacional têm, por exemplo, apresentado dados preocupantes sobre a actuação dos jovens. Este é um cenário já de si preocupante.

    Pretender recuar no tempo e restringir, sem dados cabais que o justifiquem, a sida a um problema de grupos de risco, com os bodes expiatórios de sempre à cabeça, é um retrocesso na luta contra a doença. Fazer passar a ideia de que o problema já não existe é o caminho certo para o descalabro. Mas isto é só a opinião de quem passou seis meses a tomar Crixivan, Retrovir e Epivir…

  15. planca12

    Em resposta ao comentário No. 11 é verdade que a OMS emitiu um comunicado a corrigir a declaração no Independente que a epidemia tenha acabado. Este comunicado declara que de facto a epidemia não acabou, e que continua a alastrar no continente africano e também em Haiti e Papua Nova Guiné. Esta afirmação não contradiz em nada o que os artigos citados no meu texto afirmam.

    Para mais pormenores, os interessados podem consultar um texto bastante mais detalhado. Trata-se do:

    Documento da FDA (Federal Drugs Administration dos EUA) com o título: FDA Poliicy on Blood Donations from Men Who Have Sex with Other Men

    http://www.fda.gov/Cber/faq/msmdonor.htm

    Men who have had sex with men since 1977 have an HIV prevalence … 60 times higher than the general population, 800 times higher than first time blood donors and 8,000 times higher than repeat blood donors …. Men who have sex with men also have an increased risk of having other infections that can be transmitted to others by blood transfusion. For example, infection with the Hepatitis B virus is about 5-6 times more common and Hepatitis C virus infections are about 2 times more common in men who have sex with other men than in the general population. Additionally, men who have sex with men have an increased incidence and prevalence of Human Herpes Virus-8 [which] causes a cancer called Kaposi’s sarcoma in immunocompromised individuals.

  16. planca12

    Mais para a atenção do comentador No 11:

    Um artigo do Times de Londres, datado de hoje põe os pontos nos is no que diz respeito ao assunto que suscitou tantos comentários. Recomenda-se uma leitura cuidadosa do que diz este texto.
    “If the UN is serious about stopping HIV; then it must face up to some inconvenient facts”

    http://www.timesonline.co.uk/tol/comment/columnists/guest_contributors/article4143943.ece

    “Activists don’t want to recognise it because they fear (with some justification) that if HIV is seen as a disease of junkies, prostitutes and gays, they will lose both public support and money for prevention, as well as increasing prejudice against groups that are already vilified. A couple of UN agencies – the ones that actually spend money on doing things for those politically sensitive groups – share that fear. But most have a much greater fear of getting pushed away from the Aids funding trough. Since that trough now holds around $12 billion (£6 billion) a year and rising, it’s a lot to lose out on.”

  17. Nos comentários não vejo nada de científico. Só preconceitos. «Apanhar sida», preservativos, «grupos de risco». Toda a gente parte de pressupostos que comeram ao longo de 30 anos. E o resto? Não? Ninguém se pergunta porque se investe mais em profilaxia e no tratamento do que na busca de uma cura?

  18. jpt

    Só falta citarem a Readers Digest… É espantoso aonde chega a imbecilidade e a intolerância desta gente. Os senhores de 60 anos (heterosexuais) que todos os dia aparecem nos nossos hospitais com SIDA devem ter todos ido a áfrica… E são as práticas “pouco higiénicas” dos gays que lhes transmitem a sida? Que raio serão práticas pouco higiénicas? Comer com as mãos? Só se for n usarem preservativo… Acho muito elucidadtivo o facto do post nem estar assinado…

  19. planca12

    “Acho muito elucidativo o facto do post nem estar assinado…”

    Então não sabe ler?
    Todos os meus posts e comentários são assinados: planca 12 é uma abreviatura de Patrícia Lança.

  20. Pingback: Desinformação « A Cada Manhã

  21. Daniel Azevedo

    Parece-me que se está a insistir no conceito de “Grupo de Risco” que é uma designação ultrapassada.
    Hoje em dia lida-se com “Comportamentos de Risco”!

    Por outro lado colocar as coisas em termos de o HIV ser uma doença de “junkies, prostitutes and gays” é no minimo ingénuo, pois como é que se isolam esses grupos?

    Cumprimentos

  22. jpt

    OK, só podia ser você, Patrícia. Obrigado pelo esclarecimento. Continuo a não perceber o conceito de “prática anti-higiénica”. Se o “rimming” é anti-higiénico, então o sexo oral também o é. E se tudo isso for praticado entre parceiros exclusivos, também é anti-higiénico? E se o coito “vulgar” for praticado com parceiros desconhecidos, é higiénico? O que é anti-higiénico (no sentido de ser um risco) é praticar sexo sem preservativo, Patrícia.

    Bem haja.

  23. Pingback: cinco dias » Educação e respeitinho

  24. dr maybe

    drª patricia
    vejo que insiste em relacionar homosexualidade com hiv. gostava, se nos der essa honra, que explicasse os dados epidimológicos da àfrica sub-sariana sob esse ponto de vista:
    na áfrica sub-sariana há mais homosexualidade do que no resto do mundo?
    na áfrica sub-sariana pratica-se mais sexo anal?
    quer-nos mostrar um gráfico sobre os dados de infecção no brasil e tailândia antes e depois das campanhas massivas para o uso de preservativos?
    tem em mão algum estudo que sugira o contágio de hiv por rimming?

  25. Felizmente que os gays têm práticas higiénicas melhores que as minhas e preferem não tocar neste lixo.

    Como se sabe, perante pessoas do calibre intelectual da Patrícia Lança (e do André Azevedo Alves, que parece concordar com o post), a culpa destas coisas é sempre dos pretos e dos panilas. São eles os anti-higiénicos, como se sabe. Bons católicos praticantes, que nem pensem em coisas como sexo anal (pelo menos com parceiros do mesmo sexo) ou até em sexo oral (presumo), não apanham SIDA, já se sabe. É tudo culpa dos porcos dos pretos e dos gays, não é verdade?

    Bastaria ler alguma coisa de jeito sobre o assunto para se ficar instruído mas, já se sabe, a Patrícia não deve ler nada que não tenha o selo do Vaticano em cima. E mesmo que leia, não entende. Prefere coisas tiradas a quente da wikipedia (e mal lidas).

    Já sei que o André me vai dizer que não quer aqui faltas de educação, mas mesmo essas chamadas de atenção, como foi a que fez ao Pedro Morgado (curioso, não há aqui mais comentários dele, porque será?) não passarão de lixo que apenas pretende censura (desde quando é falta de educação apontar a ignorância e o lixo?).

    Repito a sugestão de outros. Leiam o comunicado/desmentido da WHO sobre o artigo. Artigos de opinião posteriores têm tanto valor como o artigo original do Independent. Ou este post-lixo da Patrícia.

  26. “Men who have had sex with men since 1977 have an HIV prevalence … 60 times higher than the general population, 800 times higher than first time blood donors and 8,000 times higher than repeat blood donors …. ”

    Esses números foram calculados controlando factores como número de parceiros?

  27. LR

    Fantástico. E as mulheres “que praticam a prostituição” terão apanhado o vírus onde? E tenderão a passá-lo a quem? Aos homossexuais?
    Obrigado pela gargalhada matinal.

  28. André Azevedo Alves

    “Já sei que o André me vai dizer que não quer aqui faltas de educação, mas mesmo essas chamadas de atenção, como foi a que fez ao Pedro Morgado (curioso, não há aqui mais comentários dele, porque será?) não passarão de lixo que apenas pretende censura (desde quando é falta de educação apontar a ignorância e o lixo?).”

    Não preciso de “pretender censura”. Se quisesse, bastava-me apagar os comentários insultuosos. Mas acho mais conveniente neste caso limitar-me a salientar a falta de educação.

  29. Mas qual falta de educação? É falta de educação apontar a falta de rigor como o Pedro Morgado fez? É falta de educação dizer que considero que a Patrícia Lança apresenta “argumentos” ignorantes e baseados em “lixo científico”? É falta de educação então, presumo, reprovar um aluno por não ter dado respostas correctas num teste. Interessante, este conceito de educação. Eu diria que é mais o famoso “respeitinho”…

  30. Pingback: Fact Check (2) : Goodnight Moon

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  32. planca12

    Comentário retomado do post do AAA:

    Escreveu Rudyard Kipling no famoso poema “If”:

    “If you can bear to hear the truth you’ve spoken
    Twisted by knaves to make a trap for fools…” então está bem preparado para escrever nos blogues. É realmente neste meio que proliferam tanto os “knaves” como os “fools”.

    Onde é que alguém disse que HIV/Sida fosse doença exclusivamente de homossexuais?
    Com certa gente não merece a pena discutir.

    Obrigada pelo seu pedido aos comentadores de mostrar algum respeito. Depois de 15 anos de militância comunista (que terminaram há 50 anos)fiquei vaccinada contra todo o tipo de desonestidade intelectual e má criação, especialmente vindo de putos adolescentes e de tarados de meia idade.
    Um abraço amigo da Patrícia

  33. Miguel

    “Parece-me que se está a insistir no conceito de “Grupo de Risco” que é uma designação ultrapassada.
    Hoje em dia lida-se com “Comportamentos de Risco”! ”

    Não está ultrapassado… Chamam-lhe outra coisa porque se associa o conceito “antigo” a preconceito. As pessoas são preconceituosas, as palavras nem por isso…
    E “Grupo de Risco” não é ultrapassado pq ha “grupos sociais” com comportamentos mais arriscados que outros. Mas podem-lhe chamar o que quiserem.

  34. Miguel

    “Se o “rimming” é anti-higiénico, então o sexo oral também o é.”
    A mulher até pode ser mais pudica que a minha avó, mas tambem não vamos por ai jpt… Se fosse a mesma “merda” a evolução tinha brindado a nossa especie com uma cloaca, não acha?

    “E se tudo isso for praticado entre parceiros exclusivos, também é anti-higiénico?” Se for bem lavadinho antes de cada utilização… por mim tudo bem.

    “E se o coito “vulgar” for praticado com parceiros desconhecidos, é higiénico?” Mais uma x a resposta esta no algodão…

    O que é anti-higiénico (no sentido de ser um risco) é praticar sexo sem preservativo, Patrícia. Tem a certeza, ou quer utilizar uma ajuda?

  35. Não há grupos de risco. Existe Comportamentos de risco. Tanto um gay como um heterossexual pode contrair SIDA, e qualquer um deles pode ter práticas anti-higiénicas. Este post a começar no título e a acabar na última palavra é totalmente desajustado e quem o escreveu poderia ter levantado a questão de outra forma, menos discriminadora e menos homofobica. É incrivel o conservadorismo chegar a este ponto…

  36. “Não há grupos de risco. Existe Comportamentos de risco.

    Exactamente. É como morrer de bungee jumping. Todos podemos ter azar ao saltar de uma ponte pendurados por um elástico. Não é preciso ser praticante regular de Bungee Jumping. A minha avó também pode morrer se se lembrar de saltar. É preconceituoso dizer que os praticantes regulares do salto são um grupo de risco. Todos estamos em risco, se saltarmos.

  37. Quer me parecer que este texto não passa de uma jogada de publicidade, é que se fosse mesmo opinativo e de verdadeiro pensamento, nós teríamos de o respeitar mas que era retrogrado e um exercício de desinformação, lá isso era.

  38. Quer me parecer que se trata aqui neste texto uma jogada de publicidade, é que se todas estas afirmações fossem de opinião verdadeira, tínhamos de as respeitar, mas que ream retrogradas e de desinformação, lá isso eram.

    Uma pena que ainda se pense assim…

  39. AMUF

    A mim chateiam-me os homossexuais porque tiram do mais tradicional comportamento europeu o seu pior: numa mão casados, a maria da-boca-que-vai-beijar-os-meus-filhos, do outro o A FRUTINHA e os homens com mamas. Da FRUTINHA só vale a pena falar dum ponto de vista epidemológico, que elas assim ou assim sempre souberam o seu lugar: Rua da Rosa. Estamos habituados. Agora dos outros, que não se casam porque com mulheres não casariam, é que não sabemos.
    Se ao menos fossem à grega o assunto acabava no décimo ano com o buço e as borbulhas de hamburguer. E todavia mais bem educados, que os senhores se gabam de ter morto os deuses. E no fim todos casavam, olarilas, multiculturalismo só na monarquia, e com muita diplomacia. Filho varão para a tradição, mesmo que o direito seja outro, a psicologia pouco mudou.
    E é que nem todos se prostituem, a maioria fa-lo por prazer. Uma sugestão: casas de banho heterosexuais para sabermos onde os nossos maridos andam, mictórios compartimentados para controlar o olhar.
    E os que não se casam? Querem casar uns com os outros? A poligamia só funciona com mulheres, meus amigos, porque é o direito do varão que está em reserva. Poligamia gay não vai funcionar, nem nos tentem convencer., mesmo para nós isso é coisa de barbaros, ainda que o princípio seja o mesmo. Mesmo a monogamia, pera lá, a monogamia não é para resolver a promiscuidade? Então porque não se casam?
    Casamento gay contra a epidemia, já, OBRIGATÓRIO!

  40. Daniel Azevedo

    Caro Miguel

    “Não está ultrapassado… Chamam-lhe outra coisa porque se associa o conceito “antigo” a preconceito. As pessoas são preconceituosas, as palavras nem por isso…
    E “Grupo de Risco” não é ultrapassado pq ha “grupos sociais” com comportamentos mais arriscados que outros. Mas podem-lhe chamar o que quiserem.”

    Um grupo de risco designa(va) um conjunto de caracteristicas sociais que destiguiam os doentes com sida (pretos, brancos, com bolinhas, etc…)
    CHegou-se à conclusão que mais importante que balizar o HIV a grupos sociais, é mais eficiente falar em comportamentos de risco pois abrange um universo maior de estudo.
    Um homosexual pertence a um grupo de risco e pode, ou não, ter um comportamento de risco.

    Cumprimentos

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  43. Acho que se está a reinventar o que foram algumas decobertas científicas que já foram confirmadas há alguns anos.

    Lógico que existem grupos que têm comportamentos de risco. Tanto podem ser heterosexuais como homosexuais. Ou seja, quem tem comportamentos de risco, tem-nos, não por pertencer a determinado grupo, mas simplesmente porque os tem.

    Eu sempre pensei que a primeira designação da SIDA já tinha passado à história, mas vejo que insistem em fazer retorna-la com outro nome.

  44. Comentário 28: Cara Patrícia Lança, nenhuma das práticas que refere é especificamente
    homossexual.

    Em geral: o tal desmentido da ONU diz, textualmente, que “Worldwide, HIV is still largely driven by heterosexual transmission (…)”. O que é que vos falta, um desenho ou meio-quilo de boa fé?

  45. …aconselho-vos também a consultar a evolução dos números em Portugal nos últimos anos. Mulheres e heterossexuais, ao contrário de homens gay.

  46. Carlos Guimarães Pinto

    FuckItAll, não me parece que esse ponto tenha muito a ver com a discussão principal. de qualquer forma, parece-me que as práticas em causa, não sendo de maneira alguma especificamente homossexuais são mais comuns, ou no mínimo mais frequentes, entre homossexuais (por falta de outras opções).

    Quanto ao desmentido da ONU, eles têm o cuidado de referir “worldwide”. Sem qualquer tipo de preconceito, não concorda que a comunidade homossexual é desproporcionalmente afectada pela SIDA nos países desenvolvidos? Claro que deste dado estatístico à justificação de um preconceito vai um grande passo, mas chamar homofóbica à estatística também demonstra um certo grau de irracionalidade.

  47. Carlos Guimarães Pinto

    Interessante que o Tárique tente ofender as pessoas com quem não concorda chamando-lhes homossexual. Eu diria que é um pouco homofóbico utilizar homossexual como ofensa…

  48. Miguel-me.

    “De qualquer forma, parece-me que as práticas em causa, não sendo de maneira alguma especificamente homossexuais são mais comuns, ou no mínimo mais frequentes, entre homossexuais (por falta de outras opções).”

    CGP

    ???? O Carlos só pode estar a delirar…

  49. Miguel-me.

    Tenho de o citar outra vez:

    “por falta de outras opções”

    LOL LOL LOL
    Que frase tão hetero!

  50. Segundo o relatório, a principal causa do contágio continua a ser as relações sexuais heterossexuais. Só por isto, fica refutado o argumento dos ‘grupos de risco’, já que um dos apontados são os homossexuais.
    Ora, se se transmite mais entre os heterossexuais, o tal ‘grupo de risco’ teria de ser os heterossexuais, certo Patrícia?
    Outro ‘grupo de risco’ são os africanos negros. Ora, ainda de acordo com o relatório, em 2007, o vírus teve uma forte propagação no Haiti e na Papua-Nova Guiné. Que eu saiba, eles não são negros, ou serão Patrícia?…
    Prostitutas e toxicodependentes… Todos sabemos que a causa é a falta de cuidado. No primeiro caso, falta de uso de preservativo e partilha de seringas, no segundo.

    O problema não é de certos ‘grupos’ de pessoas, pois se fosse esse o problema, elimando esses grupos teríamos o problema resolvido. Mas não, pois a Sida existe em todo o lado e continuaria a existir e a espalhar-se. Por todos. Todos… os que não tivessem… comportamentos de risco.
    Este tipo de comentários e esta visão tem origem num simples facto: puro preconceito. Todo o post está recheado de preconceito e de ignorância, como escreve e bem Tiago Barbosa Ribeiro, no Kontratempos. E sobre o preconceito, não vou perder o meu precioso tempo…
    Descobri este blog através do comentário do Tiago Barbosa Ribeiro (Kontratempos) sobre este seu post. Mas também não irei perder mais tempo cá, pois já percebi a visão que tem sobre o Mundo.

    Cumprimentos.

  51. WoW.
    Sim senhor mas que lindas ideias que vejo por aqui:-

    1-“O Verão chegou e por esse mundo fora, inclusive em Portugal, começa o ritual das manifestações do chamado orgulho gay. Só que este ano vai haver pouco orgulho e algum desconforto. Ou assim seria se os apaniguados tivessem um pingo de vergonha nas respectivas caras.”

    2-“Afinal, depois de mais de duas décadas a insistir que a temida doença atingia todos, (mesmo todos: lembram-se desses anúncios televisivos?), parece que não houve nenhum alastramento entre heterossexuais e que a epidemia atinge principalmente os grupos de risco (surpresa, surpresa!!!) nomeadamente: homens que fazem sexo com homens; certas categorias de toxicodependentes; e pessoas que praticam a prostituição.”

    3-“Pergunta-se por que será que assim acontece e o senso comum indica uma resposta. São as práticas anti-higiénicas que favorecem a transmissão de doenças, tanto em África como entre os orgulhosos ‘gays’.”

    4-“Sabemos também que as conclusões da OMS não irão receber a publicidade devida. Foi com o receio duma discussão séria sobre saúde e SIDA que o lóbi gay intentou a caça aos ‘homófobos’.”

    1-a)-Em relaçao ao orgulho gay, acho que as liberdades de associaçao e manifestaçao seja de que orgulho for nao tem que ser reprimidas e que as pessoas devem ser livres parase exprimirem desde que nem ofendam nem ponham em perigo a vida e as liberdades de outrem.

    1-b)-Pouco orgulho e algum desconforto sinto eu perante tanta exibiçao de ma leitura, nenhuma compreensao de textos, fobia e falta de inteligencia.

    1-c)-Quanto ao tal pingo de vergonha na cara devia ser voce a ter eses pingo , diria mesmo que lhe faz imensa falta nao 1 mas dezenas de pingos de vergonha porque de facto a sua exibiçao de intolerancia e falta de respeito pelos outros sao tais, que agonia.

    2-a)-Todos podemos contrair doenças , sejam elas quais forem independentemente da natureza das mesmas.Contrair SIDA pode acontecer a qualquer pessoa independentemente da sua orientaçao sexula, veja-se por exemplo os casos ( com uns anitos e certo mas nem por isso para esquecer ) de todos os doentes que foram infectados com o virus nos hospitais de Portugal e que morreram por isso.

    2-a)-As pessoas que practicam a prostituiçao sao tambem TODAS aquelas que procuram a prostituiçao.Logo tera que acrescentar a essa estranhissima lista ( porque “certa categoria de toxicodependentes” ? ) todos aqueles que sao parte daquilo a que usualmente se chama dignos representantes de uma sociedade de bons costumes e que apesar da fachada bem comportada nao deixam de procurar a prostituiçao para diversos fins.

    3-a)-Senso comum e coisa de que nem deveria falar ou escrever porque obviamente lhe falta.

    3-b)-A SIDA nao existe apenas em Africa caro senhor.E doença que nao tem por habito escolher paises , genero ou orientaçao sexual.Quanto as practicas anti higienicas devo lembra-lhe que para alem da higiene do corpo deve manter-se a higiene mental que no seu caso me parece bastante desleixada.

    4-a)-Antes de citar artigos numa lingua que e bastante evidente nao compreende e sobre os quais deu ideias falsas e de pessima traduçao,aconselho vivamente que estude e tente ser mais correcto.

    4-b)- Em relaçao a OMS , mas que sabe vioce sobre a OMS para dizer o que disse.

    4-c)-Finalizo dizendo apenas que posts como o que escreveu sao uma ofensa a TODOS os que tem de facto um pingo de vergonha na cara.E a prposito lembro-lhe de que nao e por se ter ou por se escrever num qualquer bloguezinho mais ou menos visitado que se podem ofender pessoas e organizçoes do modo como voce ofendeu.
    Tenha juizo, estude , informe-se ou cale-se.

  52. ines pinto

    concordo totalmente com o comentário anterior.
    e apesar de certas coisas que diz no seu post estarem certas, é chocante a falta de informação da senhora, por isso tomo a liberdade de a ajudar:

    http://www.sida.org.mz/index.php?option=com_content&task=view&id=26&Itemid=39

    e ainda:

    Quais são as formas de transmissão do VIH?

    A transmissão sexual é a principal forma de transmissão em todo o mundo. As secreções sexuais de uma pessoa infectada podem, com grande probabilidade, transmitir o VIH sempre que exista uma relação sexual com penetração – anal, vaginal ou oral – sem preservativo. O risco associado ao sexo oral aumenta quando se verificam algumas infecções, nomeadamente úlceras bocais, gengivas inflamadas, garganta irritada ou gengivas a sangrar após escovagem ou utilização do fio dentário.

    A partilha de seringas, agulhas, escova de dentes, lâminas de barbear e/ou material cortante com a pessoa infectada pelo VIH constitui, igualmente, causa de transmissão. Os utensílios e objectos mencionados, depois de utilizados, devem ser colocados em contentores rígidos com abertura e tampa (pode obtê-los nos centros de saúde) ou, então, em garrafas de água ou sumo vazias, de material rígido e grosso, que também são excelentes para este fim. Embora represente um risco menor, não devem ser partilhados objectos cortantes onde exista sangue de uma pessoa infectada. É o caso, por exemplo, dos piercings, instrumentos de tatuagem e de furar as orelhas e alguns utensílios de manicura.

    Da mãe para o filho durante a gravidez, parto e/ou amamentação. Se a mãe estiver infectada pode transmitir a infecção ao bebé durante a gravidez, através do seu próprio sangue, ou durante o parto, através do sangue ou secreções vaginais. Há ainda o risco de contágio durante o período de aleitamento. Sempre que haja alternativas à amamentação, esta deve ser evitada. Da saúde da futura mãe dependerá a saúde da criança. Assim, é muito importante que, antes e durante a gravidez, a mulher seja acompanhada regularmente pelo seu médico assistente. Todas as mulheres grávidas têm direito a usufruir do Serviço Nacional de Saúde, onde os serviços de vigilância materna são prestados gratuitamente.

    Quando a mãe é seropositiva, as terapêuticas anti-retrovíricas, ministradas durante a gravidez, permitem a redução para menos de dois por cento do risco do seu bebé nascer infectado.

    Como não se transmite o VIH?

    Através do ar, alimentos, água, picadas de insectos e outros animais, louça, talheres, sanitas ou qualquer outro meio que não envolva sangue, esperma, fluidos vaginais ou leite materno.
    Através da urina, suor, lágrimas, fezes, saliva, secreções nasais ou vómitos, desde que estes não tenham sangue misturado;
    Através de contactos sociais, como o beijo na face, um abraço ou um aperto de mão.
    Quais são as pessoas potencialmente mais vulneráveis?

    As pessoas sexualmente activas que têm relações sexuais não protegidas.Os jovens, por terem relações espontâneas e apreciarem as frequentes mudanças de parceiros, são o grupo mais vulnerável, excepto se procurarem manter relações sexuais protegidas (preservativo) desde o início da relação. As drogas injectáveis são utilizadas sobretudo por esta faixa etária e, no trocar de seringas e agulhas, pode estar também o perigo de contaminação.
    De acordo com dados recentes, a comunidade de homens que têm sexo com homens passou de grupo mais afectado no início da epidemia (década de 80) à terceira categoria de transmissão, em Portugal. No entanto, dados internacionais revelam um aumento da infecção junto desta comunidade, pela diminuição das adopção de práticas sexuais seguras.
    A propagação do VIH junto das pessoas que se prostituem e indivíduos que recorrem ao sexo pago também é preocupante. Trata-se de uma população com grande mobilidade, sobretudo imigrante e, muitas vezes, em situação irregular no país. A presença de problemas de toxicodependência também é comum. Há ainda a considerar o receio da discriminação por parte dos profissionais de saúde que, com frequência, não estão preparados para lidar com populações com estilos de vida considerados socialmente desajustados, dificultando assim, o acesso das prostitutas e prostitutos aos centros de saúde.
    As populações móveis, por exemplo, camionistas de longo curso, trabalhadores sazonais, operários da construção civil e militares, podem adoptar comportamentos de risco, fruto da vulnerabilidade psíquica e económica provocada por prolongadas e frequentes ausências do seu meio.
    Os utilizadores de drogas injectáveis. Contudo, apesar da situação ser ainda preocupante, os indicadores parecem apontar para a inversão da tendência crescente que se verificou até 1999.
    A população prisional também está amplamente infectada. De acordo com um relatório do Provedor da Justiça sobre o Sistema Prisional, de 2003, e especificamente no que concerne ao VIH, cerca de 14 por cento da população reclusa está infectada.
    Minorias e migrantes.
    A epidemia da sida já mostrou que todos têm de se prevenir: homens, mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independentemente da cor, raça, situação económica ou orientação sexual.

    retirado de: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/doencas/doencas+infecciosas/sida.htm

    tenha um bom dia

  53. LAMENTO QUE O MEU COMENTÁRIO SOBRE O TEXTO DE PLANCA12 TENHA SIDO APAGADO. SEI BEM QUE ERA UM POUCO OFENSIVO E A LINGUAGEM UTILIZADA NÃO SERIA A MAIS APROPRIADA. A MINHA INTENÇÃO ERA MESMO OFENDER, TAL COMO O TEXTO DA PLANCA12.NÃO TENHO PACHORRA PARA TANTO PRECONCEITO NEM CONSIGO ENTENDER OBSESSÕES PELAS ESCOLHAS SEXUAIS DOS OUTROS, MAS A MENTALIDADE JUDAICO-CRISTÃ ESTÁ IMPRESSA NO ADN DE ALGUMAS PESSOAS QUE ESPERO EM VIAS DE EXTINÇÃO!

    SORRIAM E EVITEM A CENSURA

  54. Pingback: cinco dias » Os grupos de risco, os riscos dos grupos de risco, o riscar dos grupos, e assim

  55. Pingback: Para ler ou reler « O Insurgente

  56. Miles

    Mas julgam que a paneleiragem e os seus acólitos têm vergonha?Ainda há poucos dias 2 espanhóis foram presos na Gãmbia por “convites indecorosos” a taxistas e depois vêm-nos propagandear que TODOS estamos em risco…
    Deveria issso sim ser “legalizada” a prostituição o que a sujeitaria ao pagamento de impostos e a uma garantia sanitária…
    Nós Portugueses como estamos no TOPO dos infectados da SIDA(o Sócrates bem se gaba de ter construido o país mais africano da Europa) e como cada infectado custa “só” 2000 euros por mês, continuamos a expiar “pecados” cuja origem está na “descoberta”… de Portugal pelos africanos!

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