O Estado a que chegamos

Segundo informa o Diário Económico, “metade das grandes empresas tem gestores que já foram políticos”. Vocês estranham? Eu acho uma opção perfeitamente racional. O que não significa que não seja preocupante.

PS: O Tiago Barbosa Ribeiro acha que pretendemos condicionar a liberdade das empresas escolherem os seus gestores e que agimos segundo uma lógica partidária. Certamente. Se calhar também acredita que Jorge Coelho foi escolhido devido aos seus conhecimentos de engenharia.

4 pensamentos sobre “O Estado a que chegamos

  1. André Azevedo Alves

    “Eu acho uma opção perfeitamente racional. O que não significa que não seja preocupante.”

    Nem mais.

  2. Pingback: Avançar a Liscont « O Insurgente

  3. what else is new?

    um excerto daqui: http://opaoearazao.blogspot.com/2009/01/libertem-portugal-freeport.html

    “Neste quadro não somos mais que reféns. Accionistas nomeiam administradores, não pela competência, mas pelos seus contactos e amizades. O lucro é feito, não da produção ou comércio de bens e serviços, mas através do comércio de favores e influências. Ministros que se demitem por pontes que caem, fazem-se pagar por construtoras para assegurar que estas fiquem de pé. Os curriculos mostram onde se esteve, com quem se andou e que títulos se usou para esconderem que nada se fez.”

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