É bestial

Um cavalheiro casou com um cão. Antes com o melhor amigo do Homem do que com uma alforreca? Pelos vistos sim, não causará tanta brotoeja. Mas apesar deste especial estímulo à biodiversidade cultural, há coisas que não entendo:

-Foi ela que tomou a iniciativa e o cativou para sempre? Ele pediu a pata dela em casamento? Ela convidou para a cerimónia, que contou com mais de 200 convidados, os seus amigos e familiares? Dividiram as despesas?

-Dividirão cama e mesa?

-As associações dos direitos dos animais e os alter-globalistas, acharão esta relação um modelo a seguir?

-Se o humano, no meio de uma discussão, chamar “cadela” à consorte, será visto como uma injúria verbal?

-Quem decide a educação a dar às crias? Em caso de divórcio, ela pedirá ajuda ao rotweiller mais próximo?

Não me lixem. O mundo está todo fecundado.

10 pensamentos sobre “É bestial

  1. Caro Rui,

    Talvez a questão da fidelidade tenha pesado 😉
    Sinto que por estes lados a liberdade individual não é um valor muito apreciado, ao contrário do que diz a propaganda insurgente 🙂

  2. Faz mais sentido … 😉

    Mas o melhor mesmo ainda era algo sem o “fobico”, que anda na moda, algo do tipo … Lucido …ou Sensato! 🙂

  3. João

    o pessoal deste blogue é perfeitamente doentio… pensava que a malta de esquerda era doentia, mas vocês são ainda piores…

  4. Pingback: O Insurgente » Blog Archive » Zoofilia e bestialidade: um filão fracturante ainda pouco explorado

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