5 pensamentos sobre “Fátima Campos Ferreira acaba de descobrir a solução para a pobreza”
That should work…
é a apologia suprema do estado social.
Esta e a da Odete Santos (há tempos atrás) para resolver a “crise” dos rendimentos inferiores à média europeia: Aumenta-se os salários e com o aumento do consumo vai-se estimular a economia.
Este programa é um verdadeiro marco histórico. À atenção da academia nobel.
Whoa! That really blew me away!
Nunca tinha pensado nisto. O brilhantismo desta Sra. está ao nível dos maiores intelectuais da história da humanidade.
Deviam erguer uma estátua em nome dela… ou não! 😛
O problema é que parece que ela não é a única brilhante cabeça pensante do género.
Querem acabar com a pobreza? Caramba, tão simples, como é que ninguém nunca se lembrou disto? Basta proibí-la!!!!!
“Na conferência da CNJP esteve também o subdirector-geral da UNESCO, Pierre Sané, que na sessão da abertura defendeu a abolição da pobreza, tornando-a ilegal tal como aconteceu com a escravatura, o apartheid ou a violência doméstica. Trata-se de uma das escolhas mais importantes deste início de século, para Pierre Sané: entre declarar a pobreza uma violação dos direitos humanos e fazer um muro à volta dos países ricos.”
That should work…
é a apologia suprema do estado social.
Esta e a da Odete Santos (há tempos atrás) para resolver a “crise” dos rendimentos inferiores à média europeia: Aumenta-se os salários e com o aumento do consumo vai-se estimular a economia.
Este programa é um verdadeiro marco histórico. À atenção da academia nobel.
Whoa! That really blew me away!
Nunca tinha pensado nisto. O brilhantismo desta Sra. está ao nível dos maiores intelectuais da história da humanidade.
Deviam erguer uma estátua em nome dela… ou não! 😛
O problema é que parece que ela não é a única brilhante cabeça pensante do género.
Querem acabar com a pobreza? Caramba, tão simples, como é que ninguém nunca se lembrou disto? Basta proibí-la!!!!!
“Na conferência da CNJP esteve também o subdirector-geral da UNESCO, Pierre Sané, que na sessão da abertura defendeu a abolição da pobreza, tornando-a ilegal tal como aconteceu com a escravatura, o apartheid ou a violência doméstica. Trata-se de uma das escolhas mais importantes deste início de século, para Pierre Sané: entre declarar a pobreza uma violação dos direitos humanos e fazer um muro à volta dos países ricos.”
http://www.esquerda.net/index.php?Itemid=28&id=2948&option=com_content&task=view