TOLERÂNCIA E EXCENTRICIDADES

A tolerância britânica para com as excentricidades dos islamistas sectários parece estar a chegar aos limites. O Times de hoje relata vários casos que, para o comum dos mortais, parecem absurdos.
1. Estudantes de medicina que recusam assistir a aulas sobre doenças relacionadas com alcoolismo ou sexo.
2. Estudantes de medicina que recusam tratar doentes do sexo oposto.
3. Empregados de supermercado que recusam atender clientes compradores de bebidas alcoólicas.
4. Farmácias propriedade de muçulmanos que recusam vender a pílula contraceptiva.

É óbvio que os prevaricadores constituem uma ínfima minoria dos muçulmanos residentes na Grã-Bretanha e as suas atitudes vêm sendo condenados pelos seus correligionários civilizados. O que é significativo, porém, é que a grande empresa Sainsbury’s cedeu aos seus empregados que passaram a ficar isentos do dever de atender uma parte da clientela.

Ler o artigo aqui.

13 pensamentos sobre “TOLERÂNCIA E EXCENTRICIDADES

  1. Nos casos 1 e 2, parece-me que os estudantes deveriam simplesmente reprovar.

    No caso 3, deve caber ao empregador a decisão de ceder ou não à vontade dos empregados mas seria importante que tivesse absoluta liberdade para discriminar de acordo com os critérios que entendesse nas contratações (o que infelizmente não acontece).

    No caso 4, acho que as farmácias devem ter o direito de escolher os produtos que vendem, devendo no entanto a entrada no sector ser completamente livre.

  2. «Quanto ao Sainsbury’s, infelizmente cede a (e promove) praticamente todas as causas do multiculturalismo e do politicamente correcto.»

    Então há liberdade do empregador ou os “politicamente correctos” (grande chavão para esconder os medos irracionais de alguns…) devem ser excluidos? Pede-se coerência…

  3. “Então há liberdade do empregador ou os “politicamente correctos” (grande chavão para esconder os medos irracionais de alguns…) devem ser excluidos? Pede-se coerência…”

    Qual é a incoerência? O empregador deve ter liberdade para fazer más escolhas mas essas escolhas não deixam de ser más por ele ter essa liberdade. Pede-se um bocadinho de reflexão antes de comentar…

  4. Se existe tal liberdade então o critério de errado é irrelevante (é sua opinião sobre a vida de terceiros), tal como o seu comentário.

    «Pede-se um bocadinho de reflexão antes de comentar…»

    Sim porque antes de escrever já vi que não existe. Há tiques que nenhuma etiqueta de “liberal” consegue apagar não é?

  5. “Se existe tal liberdade então o critério de errado é irrelevante (é sua opinião sobre a vida de terceiros), tal como o seu comentário.”

    Fascinante.

    Sem ir mais longe (porque acho que não vale a pena) assinalo apenas que adoptando exactamente o mesmo (pseudo-)critério, o seu comentário ao meu comentário terá de ser considerado irrelevante por quem o escreveu, o que é realmente fascinante.

  6. «Sem ir mais longe (porque acho que não vale a pena)…»

    Tal e qual os seus “artigos” em que também nunca vais mais longe que a cópia de outros textos…

    Acho que está mal habituado à bajulação de quem por aqui vai passando e que não sabe como estas coisas funcionam. Pena… mas não surpreende.

  7. “Tal e qual os seus “artigos” em que também nunca vais mais longe que a cópia de outros textos…”

    Tem muitos outros blogues à disposição. Aliás, até pode começar um, mesmo que seja – pelo seu próprio (pseudo-)critério – para exprimir posições irrelevantes.

  8. Para quem não ia mais longe já se está a esticar lol. Como eu tenho um pseudo-critétio se calhar até fica bem ler um pseudo-blog cheio de pseudo-artigos.

  9. Caro André,

    Relativamente às questões 1 e 2 estou de acordo consigo. Já sobre a questão 4, não posso concordar. Se entendermos os farmacêuticos como profissionais de saúde e não como comerciantes, não podemos tolerar este tipo de atitudes.

  10. Nos casos 1, 2 e 4, estou totalmente de acordo com o André (coisa rara).

    No caso 3, o que existe é uma quebra dos deveres laborais, a ser resolvida nos termos da legislação aplicável. Obviamente, a recusa de contratar quem se recuse a vender bebidas alcoólicas é tudo menos discriminatória.

    Quanto ao Sainsbury’s, é problema deles…

  11. Euroliberal

    A neo-coneiragem insurgente faria melhor em denunciar as “excentricidades” bushistas que já causaram a morte de mais de um milhão de iraquianos…

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