Sick in America

Sugestão alternativa ao telejornal desta noite: uma reportagem de John Stossel, “Sick in America” (cerca de 45 minutos).

Parte I:

Parte II:

Parte III:

Parte IV:

Parte V:

Parte VI:

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10 pensamentos sobre “Sick in America

  1. Pingback: blogue atlântico » Blog Archive » Sick in America

  2. Os vídeos são impagáveis e a figura do M. Moore é de cair de cu.

    Como ainda há pouco escrevi um poste sobre este tema, em

    http://o-lidador.blogspot.com/2007/09/o-pior-sistema-de-sade-do-mundo.html

    e me parece tão a propósito, não resisto a “pastá-lo” aqui.

    “Mitos tenebrosos sobre os EUA, é coisa que não falta por aí, e qualquer esquerdista de sofrível inteligência é capaz de papaguear meia dúzia deles, em reacção pavloviana ao estímulo certo.
    Isso acontece porque “ser de esquerda” assenta hoje num critério muito simples, ao alcance de qualquer analfabruto: ser antiamericano, sejam quais forem as circunstâncias.
    A acreditar na mitologia destes caramelos, a América é um vasto campo de sombras, assolado pelo “neoliberalismo”, onde se arrastam, gemebundas e inanes, multidões em sofrimento, esquálidas e cobertas de moscas e crostas.
    Neste tormentoso mundo de horror e morte, a besta negra maldita é o sistema de saúde americano, dado como o pior do universo, e não faltam especialistas que tal juram pelo seu coiro, começando pelo Dr Michael Moore, e acabando nos alegres “jornalistas” do “Guardian”, que se citam uns aos outros, em círculo fechado, como fontes credíveis.

    O sistema americano está longe de ser perfeito (na verdade aquele que os verdadeiros especialistas consideram mais perfeito, é o de Singapura, que assenta nos privados, numa adequada regulação estatal e na responsabilização monetária dos indivíduos), não porque não assegure serviços de excelência ao maior nº possível de cidadãos (assegura), mas porque é demasiado despesista relativamente aos resultados. De facto, são os USA que mais gastam em saúde, em todo o mundo. Não falando dos fundos privados, o investimento público em saúde é o 3º a nível mundial (per capita).

    Em termos simplificados, o sistema assenta nos seguros negociados pelas empresas para os seus empregados que querem aderir e para o qual pagam uma contribuição mensal, inferior à cobrada aos europeus, via impostos.
    Para os pobres, e nos EUA o estatuto de “pobre” resulta de um algoritmo complexo onde entram os rendimentos, os bens, o agregado familiar, etc e para os idosos, deficientes e outros inabilitados, existem desde há dezenas de anos os caríssimos Medicare e Medicaid.

    Onde está o problema do sistema?
    O problema está no facto de haver pessoas que não são “pobres”, mas não têm seguros privados
    Na maioria dos casos a alegação é a de que, apesar de não serem pobres, não ganham o suficiente para contratar seguros.
    Trata-se de uma alegação subjectiva, na verdade já vi pessoas a alegar, entre duas baforadas, que não têm dinheiro para comprar os livros escolares dos filhos,
    Feitas as contas, ao fim de um ano, o dinheiro gasto a comprar um macito de tabaco por dia, dava perfeitamente para comprar os livros para 4 ou 5 filhos, pelo que se trata de uma mera opção individual: há pessoas que preferem gastar o dinheiro noutras coisas do que num seguro de saúde.
    Estão no seu direito, como é evidente, mas não podem é querer ao mesmo tempo, sol na eira e chuva no nabal.
    Como o dinheiro do Medicare e do Medicai sai dos bolsos dos contribuintes, no fundo esta gente está a pedir aos outros que paguem as consequências das suas escolhas (é mais ou menos como o fartar vilanagem do sistema abortivo português).
    Esta gente fica sem tratamento?
    Não…nenhum hospital pode recusar uma urgência, pelo que o tratamento é prestado e depois o caramelo terá de pagar, embora 90% de todas as contas hospitalares, seja coberto através de pagamentos terciários
    O sistema não é perfeito, como já disse, mas permite uma medicina avançadíssima e oportunidade nos tratamentos, sem as listas de espera tão características dos sistemas europeus.
    E de resto há latitude para os estados criarem sistemas adicionais, como por exemplo na Califórnia, Massachussets, etc.
    Os sistemas europeus, por sua vez, têm também grandes defeitos, que a esquerda do “modelo social” se recusa a encarar: listas de espera, decisões unilaterais dos hospitais sobre se um olho é “mais importante” que uma perna, injustiça fiscal, degradação de instalações, falta de inovação, etc.
    Qualquer pessoa que se veja a braços com um problema sério, sabe que não pode confiar na celeridade da medicina socializada.
    Não foi por acaso que o socialista Jorge Coelho, ameaçado por um cancro, nem sequer entrou nas malhas do sistema e foi directamente, por cunhas e portas travessas, ao gabinete de um médico francês.
    E todavia ele, como todos os outros que viveram situações idênticas, pagam regular e principescamente a sua contribuição para um sistema que não os ajuda quando de facto dele precisam.
    É isto um sistema justo?
    De resto o sistema “europeu foi introduzido em New York pelo democrata Robert Wagner e o resultado foi a bombeiral intervenção do governo federal para evitar a bancarrota do Estado.
    Hillary Clinton, pelos vistos não conhece a História, e quer ir mais uma vez por aí…eles lá sabem, no fundo a escolha é dos americanos e não dos patetas que por aqui ranzinzam as suas certezas fermentadas em ódio e ignorância.

    No fim de tudo, há algo a que não se pode fugir: é o povo de um país que paga as despesas, de uma forma ou de outra. A única questão é saber se paga directamente para seu benefício próprio, ou indirectamente através de burocratas estatais que dela subtrairão uma generosa fatia para pagamento dos próprios salários, equipamentos e demais despesas de funcionamento.”

  3. Só agora tive tempo para ver, mas é fantástico! Consegue de uma forma acessível desmistificar perante o cidadão comum todas as falácias do costume sobre o tema, propaladas pelos suspeitos do costume!

  4. Pingback: blogue atlântico » Blog Archive » Desmontar a propaganda socialista sobre os serviços de sáude nos EUA (2)

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