Diz que é uma espécie de liberdade

Despite a series of initiatives aimed at generating foreign tourism, the Saudi Arabian government continues to bar Jews and Christians from bringing items such as Bibles, crucifixes and Stars of David into the country and is threatening to confiscate them on sight.

JP.
Passar férias na Arábia Saudita, sim… Mas sem bíblias, crucifixos e estrelas de David. Tudo é possível de ofender o Islão: desde o fiozito ao pescoço aos livros sagrados cristãos e judaicos. A política religiosa do reino saudita é capaz de impor limites à tolerância pregada por Maomé. Provavelmente, até o próprio Islão é capaz de pecar contra o Islão.

0 pensamentos sobre “Diz que é uma espécie de liberdade

  1. Euroliberal

    Pois, mas a Arábia Saudita é único dos países islãmicos (51)onde são probidas igrejas e sinagogas. Em todos os outros, sempre foram autorizadas outras religiões. Mas o que importa é que a Arábia nunca roubou a casa e terras a nenhum judeu ou cristão, nem os meteu em guettos e bombardeou. Não pratica o apartheid como iSSrael:

    Israel, estado fundamentalista, onde não há casamento civil nem são permitidos casamentos inter-religiosos…

    “Israel: The burial of civil marriage : Israeli citizens are divided by law into 12 religious groups. Each person is born into his own group: The Jew whose mother is Jewish is subject to the tyranny of the rabbis, the Muslim to that of the kadis, and the Druze have their own religious leaders, as do the Christians, the Armenians and all the others. And they cannot marry one another, since Israel has no civil marriage.”

  2. Euroliberal

    “a lei da cidadania de Israel é igual à nazi”.

    Segundo a lei de retorno, por exemplo, qualquer judeu, seja ele askenazin (turco-khazar), semita, falacha, americano, russo ou alemão, tem direito imediatamente à nacionalidade e à residência em Israel, se a solicitar. Um palestiniano, cuja família aí já viva há 4000 anos, se foi expulso, não pode voltar à terra natal, porque não tem o “boa” religião, ou seja, não pertence ao povo eleito… RACISMO NAZI PURO ! Só essa lei constituiria um obstáculo intransponível a uma eventual adesão israelita à UE.

    Um casal iraniano decidiu emigrar para Israel. É um caso verdadeiro. Ele, de religião judaica, foi logo admitido e recebeu a nacionalidade israelita. A mulher, muçulmana, foi recusada liminarmente (mesmo o simples direito de residência) e continua em Istambul à espera… Racismo, não ?

    Se um israelita árabe quiser casar com uma palestiniana têm de ir viver na Cisjordânia, porque em Israel, de que o marido tem o passaporte, não é possível.

    Pior ainda que os nazis: estes ao anexarem a Alsácia e a Lorena francesas não roubaram terras nem casas a ninguém, nem privarem ninguém do direito de residência nem de nacionalidade. Só esta é que mudou, era francesa, passou a ser alemã. Os nazis da kippa no entanto anexaram a Palestina, e roubaram tudo aos seus habitantes autóctones, que massacraram e obrigaram os sobreviventes a exilarem-se depois de lhes terem tirado a nacionalidade ! Isso nem os nazis !

  3. lucklucky

    “Mas o que importa é que a Arábia nunca roubou a casa e terras a nenhum judeu ou cristão, nem os meteu em guettos e bombardeou.”

    Não?! A Arábia Saudita é um país onde a escravatura é tolerada parece que esqueceste o que acontece ás tribos que estiverem em guerra com a tribo de Saud.

    Israel tem essas leis porque é um país em guerra. Casamentos alemães com ingleses também não aconteciam livremente na Segunda Guerra.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.