MORTE ÀS GARGALHADAS!

A IGNORÂNCIA MATA MESMO
via Portolani

Meu comentário sobre o post ‘Bem no Alvo’ de Pedro Sete Câmara suscitou muita hilaridade e gargalhadas entre os tolinhos de costume.

Acham que não sei do que falo quando refiro as práticas insanitárias dos homossexuais como perigosas para a saúde. Acham que não queria também referir as mulheres que se livram (ou são forçadas) às mesmas práticas. Evidentemente que, a fortiori, o sexo anal é igualmente, ou mais, prejudicial para a mulher. Quais as minhas credenciais para escrever sobre esta questão?

Comecei a interessar-me por este melindroso assunto quando um grande amigo meu e do meu marido, homossexual assumido, morreu com SIDA em 1985, um dos primeiros portugueses a ser atingido mortalmente. Ele, e outros bons amigos, também homossexuais, e terrivelmente impressionados com essa morte, contaram-nos em chocante pormenor muitos detalhes sobre o seu estilo de vida. Foi assim que comecei a perceber que estávamos a enfrentar um grave flagelo.

Mais tarde, quando observei as façanhas do ‘gay lobby’ e a sua tentativa de censurar a discussão, o meu interesse aumentou. E também, a minha indignação perante a irresponsabilidade criminosa tanto das autoridades como dos próprios adeptos do ‘gay lobby’.
Mais tarde, lendo Michel Foucault e outros relativistas pós-modernos, percebi que fazia tudo parte de uma campanha bem orquestrada e proclamada para destruir a ‘sociedade burguesa’. O alcance político desta campanha merece tratamento separado.

Por agora, em face do ‘negacionismo’ dos tais tolinhos, informo os meus leitores que está disponível no meu site Portolani Special um documento inteiro que trata em pormenor do problema médico-social.

Recomendo também a leitura de David Horowitz em: http://www.frontpagemag.com/Articles/ReadArticle.asp?ID=8272
Aqui o autor refere a um capítulo do seu livro The Politics of Bad Faith, chamado:’A radical holocaust’ onde ele descreve a política seguida pelo ‘Gay Lobby’. Política essa que entre 1969 e 2003 matou 468,000 americanos, mais do que a Segunda Guerra Mundial, e que contínua a matar 40 000 por ano, metade dos quais menores de 25 anos.

Caso para rir, não é?

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27 thoughts on “MORTE ÀS GARGALHADAS!

  1. Xico

    Entendamo-nos. No século XIX morria-se de sífilis. Por causa da heterossexualidade promíscua.
    A homossexual é uma das características sexuais do ser humano. A forma como pratica actos sexuais pode ou não trazer-lhe problemas de saúde. A hetero e a homos. A mim certas posições dão-me cabo das cruzes. Não sei se poderei morrer disso…
    A agenda de lobbys gays é outra coisa.
    Não sei o que lhe contaram os seus bons amigos, nem quero saber, mas reduzir as relações homossexuais à sodomia, é um pouco falta de imaginação não acha?

  2. Engraçado como os homofóbicos têm sempre imensosssssss amigos homosexuais.
    Falando nisso, já ouviu falar em bidés ? Acho que é uma invenção francesa!

  3. Acho o título deste post muito elucidativo. Como a minha colega de blog gosta de citar, “o riso mata o medo” – e isso é que importa a todo o transe evitar, não é, Patrícia?

    Dessa ideia de que as mulheres são forçadas a fazer coisas também gosto. Deixe-me adivinhar, mulher que se preza nunca faz nada por gosto, não é? Somos umas desgraçadas.

    Por fim, fiquei sem perceber: o facto de ter amigos gay dá-lhe alguma formação médica que a credencie para decretar que práticas sexuais é que são “insanitárias” e “prejudiciais”?

  4. HO

    “exacto, Pedro Almeida
    eles têm sempre paletes de amigos homossexuais ou estão a esconder qualquer coisa que se passou na escola, na catequese, nos escuteiros, na tropa…”

    Se desconfiam de heterossexuais com amigos homossexuais, então sempre podem ler a Camille Paglia:

    “Sou constantemente apelidada de «homofóbica», apesar de ter passado a maior parte da minha vida adulta como lésbica assumida…

    Odeio qualquer forma de dogma… detesto-o no activismo gay e no feminismo estabelecido de hoje em dia. Não podemos continuar a tolerar o pensamento estreito e rígido, os clichés pios e a retórica sem humor da linha facciosa.

    A minha primeira proposta para o mundo gay: livrem-se das teorias abstractas mortas e do construcionismo social ferrenho, legado coxo dos néscio académicos.

    Em seguida, livrem-se da política da vitomologia e da opressão.

    O fanatismo bombástico, face favorita da ACT UP, é infantil. Não invandam nem insultem igrejas; não silenciem os dissidentes ou aviltem como «fanáticos» os que se opõem às suas práticas no terreno religioso. O activismo gay tem de fugir do seu modo de oposição «caneleiro».

    O establishment activista gay tem sido estúpido e obtuso na maneira como vem conduzindo a sua campanha pelos direitos civis.”

  5. Ah, sim, o sentido de humor vem de facto a propósito deste post. E isto

    “o pensamento estreito e rígido, os clichés pios e a retórica sem humor da linha facciosa”

    igualmente

  6. FuckItAll disse:

    “Dessa ideia de que as mulheres são forçadas a fazer coisas também gosto. Deixe-me adivinhar, mulher que se preza nunca faz nada por gosto, não é? Somos umas desgraçadas.”

    Em certas partes de África e dos arredores de Lisboa, tenta resolver-se esse dilema por meio da excisão clitoriana. Presumo que, por tabela, tal também resolva os problemas de higiene referidos pelo articulista.

  7. Luís Oliveira

    Levar no cú [continua a matar 40 000 por ano].

    O tabaco mata muito mais, no entanto vejo aqui frequentemente defendida a liberdade de se fumar onde e para cima de quem se quiser.

    Qual é a diferença?

    Apesar de não querer nem fumo nem pilas dentro de mim, não me incomoda nada que outros se entreguem a essas práticas. Porque é que a incomoda a si?

  8. A Camille Paglia não é a única homossexual homofóbica; eu conheço mais que um homossexual homofóbico. Estranho, não é? Pois, cada qual com os seus traumas.

  9. Luis

    Mas enfim: quando fala de um “um documento inteiro que trata em pormenor do problema médico-social”, somos levados a pensar que se trata de um estudo a sério sobre questões sanitárias relacionadas com o sexo. Afinal é apenas um argumentário contra determinada proposta legislativa – que inclui argumentos como “quais os comportamentos que Deus abençoaria”.

    Mesmo assim, é ridícula a correlação que estabelece entre SIDA e homossexualidade/sodomia – ainda se compreendia se fosse dito por um africano animista desconhecedor dos factos, mas no mundo ocidental é simplesmente assustador..

    Não sei se chore, ou se ria :
    “Sabemos muito bem que o sistema digestivo, ingestão e excreção, não deve ser confundido com o sistema generativo.”

    Correctissimo!!! Vamos então excluir o pénis do acto sexual!!! E a boca – sexo oral, jamé!!!

    “Ninguém ousa falar neste assunto, por ser considerado escabroso. Não se fala em excremento na sala. Mas fala-se nos ‘gays’, esquecendo que a repulsa sentida pela imensa maioria das pessoas deriva precisamente dum sentimento de nojo pela prática de sodomia, seja qual for o sexo do praticante. Para as pessoas com uma sensibilidade normal sodomia e excremento são inseparáveis.”

    Da mesma forma “científica”, posso dizer-lhe que “a imensa maioria” das jovens com quem namorei apreciava bastante a sodomia, o sexo oral, etc. Provavelmente, teriam sensibilidade anormal..

    “Há muitos outros argumentos, desde o social ao moral ou o estético. Era bom, porém, recolher(..)ao menor denominador comum: a preocupação com a saúde pública.”

    Há um argumento muito melhor : a liberdade de escolha de cada um. A Patricia decide sobre a sua vida sexual, eu decido sobre a minha – sem qualificar moralmente as nossas posições.

  10. Em “Livre e Catalão”:

    A liberdade de cada um implica o corpo todo, incluindo vias respiratórias, reprodutórias e excretórias. É isso que importa.

    Até pode fazer mal. Até me podem provar que o sexo anal provoca meio milhão de mortes por ano, só em Portugal. Se assim for, fico contente pela liberdade de costumes que por aí anda (o comportamento que mais mortes provoca por ano continua a ser “viver”, tout court).

    Como em tudo, a responsabilidade é de quem o faz, ponto final. Se quisermos dar mais importância à discussão do que ela tem, até podemos argumentar que o sexo, em geral, tem “alguns” perigos. Mas esses comportamentos são da (ir)responsabilidade de cada um.

    O que este post quer é controlar a vidinha dos outros, quer que ninguém faça “aquilo” porque há gente que tem nojo, que não aguenta pensar que a humanidade não se rege pelos seus estritos critérios do que é bom, do que é belo, do que faz bem.

    Já agora, o que é o poderoso e maléfico lobby gay defende, segundo os defensores da pureza higiénica dos rabos dos senhores e senhoras deste país? A conversão dos outros à gayice? A morte por arrebentamento das donzelas e dos donzéis portugueses?

  11. Bem… Nem sei por onde começar. Acho que foi do mais maravilhoso que já li. A sério, continuem. Eu já mandei mails com o seu comentário, com este post, eu já li isto alto, e continuo sem saber como agradecer.
    Isto foi das melhores coisas humorísticas que li na minha vida. E o que eu adoro mais é a maneira sublime como aquele “sotaque” religioso-mas-muito-muito-aberto-de-espírito nunca falha.

    Continuem!

  12. Eu penso que este post deveria terminar com as palavras sempre sábias do Sr. Arquitecto “Toooooddddoooo! Olhó todo lá dentro! ‘Tá toooooodoooo….”

  13. André

    Curioso como nem sempre o tempo passa. Uma das acusações preferidas da Inquisição era a prática da sodomia. Imagino que deve utilizar o mesmo argumento, não atira ninguém para a fogueira mas deixa-os a arder na culpa de terem um comportamento “irresponsável”. Lamento, mas sou ateu e por isso nunca tive um manual de instruções sobre o meu corpo…

  14. Pingback: Da Estupidez... [ II ] : Fractura.Net [ blog ]

  15. ines

    pelas estrelas, e sem em vez de se condenarem as práticas se incentivasse o uso do PRESERVATIVO, caramba? a ignorância pode matar, mas a estupidez causada pelo preconceito é bem mais prejudicial!
    olhe lá, o meu avô morreu de cancro do estômago,será que devo deixar de comer? o meu tio morreu assassinado por lutar pelo que acreditava (e não, não teve nada a ver com a ditadura salazarista, mas em angola, após a guerra colonial, por membros da unita – pois ele fazia parte do movimento popular de libertação de angola), será que não devo ter convicções? claro que estas questões são retóricas, estúpidas e desnecessárias, apenas servem para mostrar que não me interessa como vivem os outros, nem quero que me imponham um estilo de vida diferente. eu fumo, há quase nove anos (é verdade – causa? estupidez,pois ignorante em relação aos malefícios do tabaco eu não era), e conheço/conheci dezenas de pessoas que ficaram doentes ou até mesmo morreram em consequência disso, mas a vida é MINHA, se eu me quiser matar SOZINHA (não imponho o meu vício aos outros, nem fumo onde não posso), o problema é somente meu. quando eu souber de alguém que tenha morrido POR CAUSA, ou seja, cuja causa fosse o sexo oral ou anal (pronto, ok, há riscos de hemorragias quando se pratica o segundo, mas duvido que não sejam tratáveis), dou-lhe inteira razão, até lá continuo a afirmar que não há mal algum em ter qualquer tipo de relação sexual se se tomarem as devidas providências – já agora o seu amigo que morreu poderia ter contraído o vírus de qualquer outra forma, não foi o sexo anal que lhe deu cabo da vida,mas a falta de cuidado sexual, ou seja A ESTUPIDEZ, pois, pelo menos desde os anos CINQUENTA, já o meu AVÔ (que hoje teria 90 anos) usava preservativo o que indica que havia alguma divulgação, não é?
    e voltando à guerra colonial, quantos homens HETEROSSEXUAIS voltaram a portugal infectados pelo vírus, tendo contraído o mesmo através de relações GENITAIS com MULHERES africanas? pois…

    só para finalizar, eu odeio o chamado “lobi gay” tanto ou mais que a senhora! se eles querem ser tratados como pessoas normais não devem andar a reivindicar tratamento especial, muito menos a atirarem o seu estilo de vida para cima de nós,contudo nós também não temos o direito de os obrigar a viver como heterossexuais. a senhora parece tão culta já deve ter com certeza ouvido,muitas vezes, o célebre dito “a minha liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros”.se é isso que advoga,pratique-o. se não, também não me interessa.

  16. Ridículo.

    Uma coisa é a obrigatoriedade do teste ou dos resultados deste serem reportados (ainda assim respeitando a privacidade) a organismos reguladores estatais. Outra bem diferente é a tentativa acéfala e medieval de colar isto a homossexuais. Adorei o termo “gay diseases”. Tenham dó.

    Por outro lado, acredito que o lobby gay, na tentativa de assegurar o respeito pela privacidade tenha cometido o erro de rejeitar a obrigatoriedade do teste, ou a obrigatoriedade dos resultados deste serem reportados. E digo erro porque isso pode ser feito mantendo o anonimato, respeitando a privacidade de cada um. E sim, teria salvo vidas.

    Mas daí a fazer este discurso acusatório e moralista…

  17. Carlos

    Algumas pessoas, no afã de sairem defendendo a sacralidade do homossexualismo, ignoram (ou fingem ignorar) que modalidades como o sexo anal, ainda que sejam eventualmente praticadas por homens e mulheres heterossexuais, são muito mais freqüentes entre homossexuais. Aliás, são praticamente obrigatórias, já que relacionamentos normais, do tipo pênis+vagina, desagradam e apavoram os portadores de homossexualismo. Por isso, obviamente, a ocorrência de AIDS/SIDA e outras doenças sexualmente transmissíveis sempre tem sido muito maior entre a população ‘gay’.

  18. Pingback: O Insurgente » Blog Archive » Camille Paglia sobre o activismo gay

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