Sondagens para as intercalares de Lisboa

Não tenho nenhuma discordância a apontar a esta análise de Pedro Magalhães, mas creio que vale a pena acrescentar que, num caso que coloca tantos problemas (ou, se preferirem, “desafios”) às sondagens como o de Lisboa, a análise de tendências terá de assentar preferencialmente nas várias vagas de estudos da mesma empresa ou, pelo menos, na evolução de estudos assentes em metodologias semelhantes.

Tentar descobrir tendências de outra forma é neste caso uma tarefa de alto risco.

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