O REGRESSO DO IDIOTA

O ressurgimento da cegueira latino-americana
O escritor Alvaro Vargas Llosa descreve o que está a acontecer na América Latina:

Throughout the 20th century, Latin America’s populist leaders waved Marxist banners, railed against foreign imperialists, and promised to deliver their people from poverty. One after another, their ideologically driven policies proved to be sluggish and shortsighted. Their failures led to a temporary retreat of the strongman. But now, a new generation of self-styled revolutionaries is trying to revive the misguided methods of their predecessors.

Ten years ago, Colombian writer Plinio Apuleyo Mendoza, Cuban writer Carlos Alberto Montaner, and I wrote Guide to the Perfect Latin American Idiot, a book criticizing opinion and political leaders who clung to ill-conceived political myths despite evidence to the contrary. The “Idiot” species, we suggested, bore responsibility for Latin America’s underdevelopment. Its beliefs—revolution, economic nationalism, hatred of the United States, faith in the government as an agent of social justice, a passion for strongman rule over the rule of law—derived, in our opinion, from an inferiority complex. In the late 1990s, it seemed as if the Idiot were finally retreating. But the retreat was short lived. Today, the species is back in force in the form of populist heads of state who are reenacting the failed policies of the past, opinion leaders from around the world who are lending new credence to them, and supporters who are giving new life to ideas that seemed extinct.
Ler o artigo completo em:

http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=3805&print=1

4 pensamentos sobre “O REGRESSO DO IDIOTA

  1. EUROLIBERAL

    Idiota ? Você está a falar do Bush ? Nas Américas quando se fala no idiota, é ele… You’re a donkey, Mr. Danger, dizia Chavez…

  2. arrojado

    “.. se você fosse judeu não teria escrito nada disto.” – diz uma sionista…

    Essa é, de facto, uma concepção típicamente sionista, a do egocentrismo comunitarista. O judeu, na perspectiva sionista, é sempre a favor do judeu, tenha ele ou não razão, seja ele o perseguido e massacrado ou o carrasco e ocupante. O direito e a moral estão ausentes deste pronunciamento. Apoia-se o judeu porque ele é judeu. Só por isso. E rouba-se a terra do outro só porque se tem a força para o fazer, o que não dá resposta satisfatória a esta questão: e se a força mudar ?

    Ora isso é profundamente racista e incompatível com a ideossincrasia europeia. Na nossa cultura política pós-45, todos os povos do mundo são iguais e os conflitos resolvem-se tomando por referência normas ético-jurídicas universalizáveis (que possam ser reconhecidas como justas por todos), segundo a lição de Kant. O europeu da UE (culto e não cretino, ça va de soi) é assim pró-judeu, não sistematicamente, mas apenas quando o judeu é vitima de discriminação e genocídio, e anti-sionista quando o sionismo oprime, massacra e ocupa. Só assim há coerência e justiça. Não vivemos num mundo de aliados e inimigos imutáveis, ao sabor de alianças baseadas, não no direito, mas num prescrito estado de necessidade pré-45. É isso que o poder sionista e o seu lacaio buhista esquecem, perfilhando o unilateralismo e a irrelevância do direito internacional, e com isso fazendo perigar a paz do mundo, já que o unilateralismo legitima o unilateralismo oposto e nem sempre o que parece mais forte o vem a demonstrar, como se viu no Iraque e no Líbano e ainda se verá melhor no futuro.

    Foi isso, por outras palavras, o que P. Arroja disse, e é pena que não o possa continuar a dizer, por acção de ignorantes e cretinos, bloggers ou comentadores, que manifestamemte não mereceram a sorte, nem mediram o privilégio, de o terem tido aqui.

    Parece que alguns ainda não compreenderam que, a não ser que algo de radical aconteça entretanto, o Blasfemias ficou ferido de morte, indo inelutavelmente definhar. Os homens não são iguais, e são raros os que são originais e pensam com autenticidade. Que geram valor acrescentado, não se limitando a repetir lugares comuns, cinzentices e patetices politicamente correctas. E só com esses é que vale a pena trocar ideias. O resto é perda de tempo. Porque a mediocridade atrai mediocridade e a excelência atrai excelência. O bando dos 4 escolheu boçalmente a primeira e não é com patéticas e “liberais” censuras e bloqueios de IP’s (grotesca censura e cobardia de eunucos intelectuais) que vai impedir que isso se vá tornar cada vez mais claro.

    Pedro Arroja fará o que decidir, mas eu se estivesse no seu lugar criava um blogue (“Arrojado”, era uma boa ideia), ou juntava-me a um existente, de nível intelectual conveniente, e arrombava literalmente com o Blasfémias, eventualmente aspirando deste os elementos válidos.

    Isso poderia ser feito em dois meses, como fez o saudoso Espectro, deixando literalmente o CAA com as calças na mão, depois da canalhice que fez à Constança e aos que com ela se solidarizaram. Ora, sem desfazer desta e sobretudo do VPV, eu acho que o Pedro Arroja tem ainda mais força “blogosférica”.

    Pedro Arroja, faça-nos esse favor. Faça jogar a concorrência e mostre a estes badamecos do miserável Bando dos 4 como é que se bloga a sério… O estudo de mercado está feito. Os riscos são nulos. E eles merecem uma boa lição.

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