Verdinhas

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Money Figures Trouble For McCain, GOP.

Se Hillary Clinton não defraudou as expectativas quanto à sua capacidade de angariar dólares para o financiamento da sua campanha à presidência dos EUA, Romney superou-as. Já McCain, o senador do Arizona, parece ter perdido definitivamente o fulgor e frescura que marcou a sua candidatura em 2000: Não só tem descido nas sondagens como, no que aos apoios financeiros diz respeito, ficou bastante aquém do esperado. McCain é a primeira vítima política da guerra no Iraque.

12 pensamentos sobre “Verdinhas

  1. Eu sempre achei que as pessoas não deviam poder dar o seu dinheiro ao seu candidato de escolha! Sim, eu sou um esquerdalhista de armário! Claro, abro uma excepção para a Stalhillary! Mas contrariado claro, que continuo antiamericanista por princípio!

  2. Não sei se a guerra no Iraque será o grande factor para a má prestação de McCain na angariação de fundos. É certo que ele continua teimoso na estratégia, não alterando em nada a sua mensagem. Mas Hillary Clinton deparou-se com inúmeras questões sobre o seu apoio à guerra no Iraque, e mesmo assim conseguiu fazer este recorde.

    Em 2000, o grande trunfo de McCain era ser o “outsider” da campanha republicana. Este ano, para não falar na idade, o que não faltam são “outsiders”, nomeadamente Giuliani e Romney. E tenho que dizer que fiquei muito surpreendido com o valor que este último conseguiu. Parece que os seus contactos em Wall Street estão a funcionar… 😉

  3. HO

    Por partes:

    1 – O Obama terá ficado a morder os calcanhares à Clinton. A diferença de angariação de fundos entre os candidatos democratas e republicanos é brutal. Aqui sim, a guerra no Iraque pode ter alguma influência. Mas nem neste capítulo explica tudo: a base democrata está muito motivada, é certo (a quantidade de dinheiro que angariaram através da internet é extraordinária), estão a ir buscar mais dinheiro ao big business do que o normal, mas há mais do que isto. Enquanto não se perceber quem será o terceiro homem no GOP (ou se nem sequer existirá), os conservadores não vão mexer na carteira.

    2 – Romney não me surpreende. No princípio de Janeiro, escrevi aqui num comentário do Insurgente:

    «Romney tem sido fustigadissímo pelos MSM e já foi “enterrado” umas 20 vezes. Julgo que o André também lhe dedicou um requiem aqui no Insurgente. Na altura, disse que era extemporâneo, e apresentei números sobre a quantidade de “Rangers and Pioneers” que cada candidato republicano estava a angariar. Confirmo o que disse na altura. Está a ser um candidato “quite impressive”. E tem, de longe, a melhor equipa de conselheiros económicos. Se há alguém que possa conseguir por no terreno uma campanha de qualidade aproximada à do McCain será ele.»

    Comprova-se o que escrevi (aliás, pouco alteraria em relação a tudo o que sustentei na altura – http://www.oinsurgente.org/2007/01/17/os-sinos-dobram-por-nos-8/#comment-5851). Entretanto, tive a oportunidade de estar num evento dele. O homem é bom, muito bom, a fazer aquilo. O tipo de pessoa em quem confiaríamos a organização de uns Jogos Olímpicos ou as poupanças cá de casa. Infelizmente para ele, há razões para ter cada vez mais cautelas: ele tem zilhões de amigos multimilionários. Isso é muito bom, mas não é uma base de financiamento sustentável. Os 25 milhões dele vieram de 35.000 contribuintes, contra, por exemplo, os 60.000 de McCain ou os 85.000 de Obama. Mas o que lhe é fatal é não se encontrar um único assunto em que tenha mantido a mesma posição nos últimos 10 anos. Parece uma caricatura de um flip-flopper, é mau demais. E é o único dos três front-runners a perder para os candidatos democratas nas sondagens. Julgo que será mais por isso que não dispara nas das primárias. O melhor que lhe poderia acontecer era começar a apresentar melhores resultados nas sondagens vs. a Clinton ou o Obama. Mais do que McCain, parece-me que é Romney a maior vítima da guerra do Iraque e da impopularidade do Bush e do GOP.

    3 – Há uma razão óbvia para os resultados medianos do McCain – praticamente não fez fund-raising neste trimestre. Só começou em Março e a meio gás. Quem lhe está a organizar esse departamento é o Phil Graham (o mesmo que aparece no gráfico a liderar em 1995) e não duvido que conseguirá melhores resultados, mesmo se as sondagens se mantiverem estáveis (e nem são assim tão más para ele: continua bem colocado nos early-primary states e sofreu muito menos que Giuliani com a entrada do Thompson e continua a vencer naquelas que o opões a Clinton e Obama por margens maiores que Giuliani). Mas é verdade que o ódio ( e é mesmo ódio,visceral) de muitos (e são mesmo muitos) republicanos e conservadores ao McCain não dá sinais de abrandar. É extraordinário que o candidato com credenciais conservadoras mais sólidas (inclusive na economia) e que, simultaneamente, tem mais appeal para os eleitores independentes, seja tão visceralmente odiado. Veremos se esta valorização desproporcionada (no sentido de pouco usual) da lealdade partidária face à electability e ao programa e valores se manterá.

    4 – Esqueçam qualquer correlação relevante entre “mensagem” e este dinheiro, principalmente no campo do GOP. Seja a guerra no Iraque ou outra coisa qualquer. Já agora, no caso do McCain, a guerra ou a idade só seriam relevantes se houvesse sinais de que lhe estariam a prejudicar a electability. E não há.

    5 – Quanto a Giuliani: esta apresentação como supply-sider e campeão da flat-tax é espantosa. Mas expectável: ele tem posições tão socialistas noutras áreas que só aqui poderia apostar, mesmo que à custa de um enorme flip-flop. Há uma coisa que me deixa incomodado: os impostos não serão um assunto nestas eleições, a curva de laffer não será aliada dos defensores de mais descidas (para lá do Congresso, do equilíbrio orçamental, etc.). O populismo e a ligeireza de Giuliani darão para tudo: inclusive para voltar às suas tradicionais posições, caso vença a nomeação, se isso lhe vier a ser mais conveniente nas eleições gerais (e eu presumo que será). Tentarei comentar melhor este assunto mais tarde, no post que o André lhe dedicou. (pelo menos AGORA há razões para um liberal clássico escolher o Giuliani como preferido – mas não esqueçam que o tipo é um socialista).

    6 – No lado democrata, boa perfomance do Edwards. Recorro igualmente ao que deixei escrito no princípio do trimestre:
    “Não percebo a menorização de Edwards. Edwards não é mais de esquerda que muitos no partido democrata. Tem muito carisma, muito dinheiro e a experiência de uma campanha presidencial (e de umas primárias quase, quase, bem sucedidas quando ninguém – nem ele – o esperava).”

    7- Finalmente: isto foi apenas a primeira volta. Há candidatos que precisam de apostar mais num early-start do que outros. Um indicador verdadeiramente importante será o Cash On Hand no final do próximo trimestre. No caso do GOP, os grandes fund-raisers, os Pioneers e os Rangers do Bush, ainda não entraram em acção (e eu defendo que, nesta fase, é mais importante angariar profissionais e activistas que notas). E mais importante que ter muito dinheiro, é saber gastar bem.

  4. HO

    “(e nem são assim tão más para ele: continua bem colocado nos early-primary states”

    Sondagem da Univeristy of Iowa, publicada há bocado:

    “A statewide poll conducted by University of Iowa political scientists shows that former U.S. Sen. John Edwards (D-N.C.) leads among Iowa’s likely Democratic caucus goers, while U.S. Sen. Hillary Rodham Clinton (D-N.Y.) leads statewide among all registered Democrats. Former New York City Mayor Rudy Giuliani and U.S. Sen. John McCain (R-Ariz.) are virtually tied among likely Republican caucus goers”

    http://news-releases.uiowa.edu/2007/april/040307poll.html

  5. HO,

    Interessante a sua análise. Existem vários pontos que discordo, mas destaco apenas um:

    “É extraordinário que o candidato com credenciais conservadoras mais sólidas (inclusive na economia) e que, simultaneamente, tem mais appeal para os eleitores independentes, seja tão visceralmente odiado.”

    Sinceramente, não tenho essa percepção! Enquanto Senador, McCain quase votou mais vezes com os Democratas do que com os Republicanos, algumas delas em matéria de economia…

    A idade de McCain, juntamente com o “problema” Mormon de Romney continuam a ser matéria tabu. Até que ponto isso está a influenciar as sondagens, não sei dizer. Mas que estes temas ainda vão voltar em força, disso não tenho dúvidas.

  6. E se a Hillary é Stalinista, isso faz o quê do Bernie Sanders? O Howard Zinn, Noam Chomsky e Robin Hahnel então arrebentam com a escala à esquerda e devem sair pelo outro lado não? Às tantas ainda são mas é de direita.

  7. HO

    Bruno Gonçalves,

    «Sinceramente, não tenho essa percepção! Enquanto Senador, McCain quase votou mais vezes com os Democratas do que com os Republicanos, algumas delas em matéria de economia…»

    Eu creio que será mesmo um problema de percepção – contudo, digo-lhe desde já, perfeitamente normal. O voting record do Senador McCain pode ser consultado aqui: http://projects.washingtonpost.com/congress/members/m000303/

    É fácil de perceber que esteve longe de votar mais vezes com os democratas do que com os republicanos, principalmente em assuntos económicos. Mas como é praticamente impossível chegar a conclusões analisando centenas de registos de votações isolados, e até há quem faça esse trabalho de sapa, vejamos o que dizem os interest groups conservadores sobre o record do McCain na área económica:

    A American Conservative Union dá-lhe 82%.(*)
    A National Tax Payers Union atribui-lhe 90%, o 6º lugar entre todos os senadores.
    No rating da National Tax Limitation Comittee, tem 94%.
    A American for Tax Reform atribui-lhe 82,7%.

    Mais significativo (já explico porquê) a CCAGW – Council for Citizens Against Government Waste classifica-o com 91% – categoria TaxPayer Hero, ficando também no Top 5 do Senado.

    [Links:
    http://www.acuratings.org/ http://www.atr.org/national/ratings/109th-1/109-1-senate-final.htm
    http://www.cagw.org/site/VoteCenter?page=congScorecard&congress=109&location=S&lcmd=next&lcmd_cf=
    http://www.vote-smart.org/issue_rating_detail.php?sig_id=001700W
    http://www.vote-smart.org/issue_rating_detail.php?sig_id=001700W
    ]

    Um lembrete (*): os líderes e activistas de algumas destas organizações não têm a mínima simpatia pelo McCain. É claro que o senador não é exactamente o típico fanático do pro-growth e da flat-tax (dificilmente teria o apoio do Forbes). Até porque terá sido dos primeiros políticos conservadores a perceber o erro de Reagan, Bush Sr. e Gingrich – a ideia impraticável de “deixar morrer a besta à fome”. É, principalmente, um “fiscally responsible” e um spending-killer. O senador Trent Lott foi lapidar: “”McCain was always after pork. And so was I. Only he was trying to kill it. I was trying to get it.”

    De resto, foi propositadamente que utilizei a expressão “credenciais conservadoras” e não “credenciais republicanas”. O comportamento dos republicanos no congresso durante os últimos anos não tem sido exactamente feliz (puro eufemismo). Por isso as percepções: McCain foi dos poucos republicanos a votar contra os aumentos dos gastos com o Medicare em 2003. Não votou com os republicanos, mas sim com os conservadores.

    Como já disse, não acredito que os impostos sejam um tema importante nas próximas eleições (nas sondagens, não aparecem nos 15 temas mais importantes para os americanos). Julgo que se falará principalmente de Jobs/Free-trade. E aqui, o Senador tem isto “Rated 100% by CATO, indicating a pro-free trade voting record.” [http://www.ontheissues.org]

    E isto explica boa parte das percepções. Ter o McCain na Casa Branca seria um cenário de pesadelo para boa parte do lobbying Washington. O big business gosta pouco de impostos altos, mas, em muitos casos, gosta ainda menos de daqueles que vão “after the pork tryin’ to kill it”.

    A par disto, há outras razões: McCain liderou essencialmente legislação feita em conjunto com democratas (goste-se ou não, o costume das democracias representativas é mesmo esse, não o “the winner takes it all”) e, acima de tudo, nunca teve uma fidelidade canina a esta administração (embora a tivesse apoiado sempre quando esta precisou. E se precisou…). E depois, o tal ódio visceral de que eu falei. Enfim, o Rove é tão superlativamente eficaz que provavelmente conseguirá impedir pela segunda vez a nomeação do McCain sem sequer se mexer.

    Mas o meu ponto é este: nas posições do senador McCain na área económica é possível distinguir um pattern coerente e nitidamente conservador. Nos outros top-contenders do GOP, nem sombras.

    “A idade de McCain, juntamente com o “problema” Mormon de Romney continuam a ser matéria tabu. Até que ponto isso está a influenciar as sondagens, não sei dizer. Mas que estes temas ainda vão voltar em força, disso não tenho dúvidas.”

    A idade do McCain não será mais tema do que já é. No partido de Reagan, um presidente que abandonou a Casa Branca com 78 anos e uma popularidade tal que conseguiu o feito único em 100 anos de as eleições para o seu VP serem um mero pró-forma, poucos estarão para isso. E do outro lado, também não. Ninguém quer correr o risco de ser um segundo Mondale… McCain não é apenas velho, é um dos políticos mais conhecido dos americanos nas últimas duas décadas – americanos que são, eles próprios, cada vez mais velhos. Quando o actual presidente tem níveis baixissimos de popularidade e foi eleito com muito pouca experiência política, a idade do McCain seria um cavalo de batalha que eu, no lugar dos oponentes dele, só montaria em desespero de causa.

    Quanto problema “mormon”: aos críticos do Romney aparecem diariamente boas razões e melhores materiais para dizer mal dele. Simplesmente, não tem sido preciso pegar nisso. Se vier a ser, é bom sinal para o Romney.

  8. HO

    Bruno Gonçalves,

    «Sinceramente, não tenho essa percepção! Enquanto Senador, McCain quase votou mais vezes com os Democratas do que com os Republicanos, algumas delas em matéria de economia…»

    Eu creio que será mesmo um problema de percepção – contudo, digo-lhe desde já, perfeitamente normal. O voting record do Senador McCain pode ser consultado aqui: http://projects.washingtonpost.com/congress/members/m000303/

    É fácil de perceber que esteve longe de votar mais vezes com os democratas do que com os republicanos, principalmente em assuntos económicos. Mas como é praticamente impossível chegar a conclusões analisando centenas de registos de votações isolados, e até há quem faça esse trabalho de sapa, vejamos o que dizem os interest groups conservadores sobre o registo do McCain na área económica:

    A American Conservative Union dá-lhe 82%.(*)
    A National Tax Payers Union atribui-lhe 90%, o 6º lugar entre todos os senadores.
    No rating da National Tax Limitation Comittee, tem 94%.
    A American for Tax Reform atribui-lhe 82,7%.

    Mais significativo (já explico porquê) a CCAGW – Council for Citizens Against Government Waste classifica-o com 91% – categoria TaxPayer Hero, ficando também no Top 5 do Senado.

    [Links:
    http://www.acuratings.org/ http://www.atr.org/national/ratings/109th-1/109-1-senate-final.htm
    http://www.cagw.org/site/VoteCenter?page=congScorecard&congress=109&location=S&lcmd=next&lcmd_cf=
    http://www.vote-smart.org/issue_rating_detail.php?sig_id=001700W
    http://www.vote-smart.org/issue_rating_detail.php?sig_id=001700W
    ]

    Um lembrete (*): os líderes e activistas de algumas destas organizações não têm a mínima simpatia pelo McCain. É claro que o senador não é exactamente o típico fanático do pro-growth e da flat-tax (dificilmente teria o apoio do Forbes). Até porque terá sido dos primeiros políticos conservadores a perceber o erro de Reagan, Bush Sr. e Gingrich – a ideia impraticável de “deixar morrer a besta à fome”. É, principalmente, um “fiscally responsible” e um spending-killer. O senador Trent Lott foi lapidar: “”McCain was always after pork. And so was I. Only he was trying to kill it. I was trying to get it.”

    De resto, foi propositadamente que utilizei a expressão “credenciais conservadoras” e não “credenciais republicanas”. O comportamento dos republicanos no congresso durante os últimos anos não tem sido exactamente feliz (puro eufemismo). Por isso as percepções: McCain foi dos poucos republicanos a votar contra os aumentos dos gastos com o Medicare em 2003. Não votou com os republicanos, mas sim com os conservadores.

    Como já disse, não acredito que os impostos sejam um tema importante nas próximas eleições (nas sondagens, não aparecem nos 15 temas mais importantes para os americanos). Julgo que se falará principalmente de Jobs/Free-trade. E aqui, o Senador tem isto “Rated 100% by CATO, indicating a pro-free trade voting record.” [http://www.ontheissues.org]

    E isto explica boa parte das percepções. Ter o McCain na Casa Branca seria um cenário de pesadelo para boa parte do lobbying Washington. O big business gosta pouco de impostos altos, mas, em muitos casos, gosta ainda menos de daqueles que vão “after the pork tryin’ to kill it”.

    A par disto, há outras razões: McCain liderou essencialmente legislação feita em conjunto com democratas (goste-se ou não, o costume das democracias representativas é mesmo esse, não o “the winner takes it all”) e, acima de tudo, nunca teve uma fidelidade canina a esta administração (embora a tivesse apoiado sempre quando esta precisou. E se precisou…). E depois, o tal ódio visceral de que eu falei. Enfim, o Rove é tão superlativamente eficaz que provavelmente conseguirá impedir pela segunda vez a nomeação do McCain sem sequer se mexer.

    Mas o meu ponto é este: nas posições do senador McCain na área económica é possível distinguir um pattern coerente e nitidamente conservador. Nos outros top-contenders do GOP, nem sombras.

    “A idade de McCain, juntamente com o “problema” Mormon de Romney continuam a ser matéria tabu. Até que ponto isso está a influenciar as sondagens, não sei dizer. Mas que estes temas ainda vão voltar em força, disso não tenho dúvidas.”

    A idade do McCain não será mais tema do que já é. No partido de Reagan, um presidente que abandonou a Casa Branca com 78 anos e uma popularidade tal que conseguiu o feito único em 100 anos de as eleições para o seu VP serem um mero pró-forma, poucos estarão para isso. E do outro lado, também não. Ninguém quer correr o risco de ser um segundo Mondale… McCain não é apenas velho, é um dos políticos mais conhecido dos americanos nas últimas duas décadas – americanos que são, eles próprios, cada vez mais velhos. Quando o actual presidente tem níveis baixissimos de popularidade e foi eleito com muito pouca experiência política, a idade do McCain seria um cavalo de batalha que eu, no lugar dos oponentes dele, só montaria em desespero de causa.

    Quanto problema “mormon”: aos críticos do Romney aparecem diariamente boas razões e melhores materiais para dizer mal dele. Simplesmente, não tem sido preciso pegar nisso. Se vier a ser, é bom sinal para o Romney.

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