A negação da negação segundo JAD

Até onde vai o poder do Estado?

Pergunta a Dra Joana e muito bem. Segundo os textos programáticos e fundadores deste site, até ao infinito ou, na melhor das hipóteses, até onde o Partido quiser, o que vai dar no mesmo. Segundo o líder do Partido, nem a consciência individual está além do poder do estado. Qual é a surpresa?

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0 pensamentos sobre “A negação da negação segundo JAD

  1. “Segundo os textos programáticos e fundadores deste site, até ao infinito”

    O Helder tem certeza que leu os textos programáticos?

    “Segundo o líder do Partido, nem a consciência individual está além do poder do estado”

    Em nenhum momento do artigo linkado, Louçã fala em obrigar os objectores a fazer abortos, apenas em regulamentar a lei para que a objecção não impeça o sistema de funcionar. Essa regulamentação tanto poderá ser nesse sentido (impedir a objecção) como no sentido de determinar que os serviços tenham que se organizar de uma forma que a objecção não impeça o funcionamento dos serviços (p.ex., determinando que deva haver equipas previamente estabelecidas de medicos não-objectores, já preparadas à partida para fazer abortos quando surjam pedidos), ou de estabelecer serviços especializados em abortos, ou de proceder à sub-contratação, ou…

  2. Olá Miguel.

    Sim tenho a certeza que li os textos. Além da leitura enviesada e falaciosa da realidade, parece-me óbvio que os remédios implicam a acção totalitária do estado, ou de outra super estrutura . Mas a lógica não é o forte das organizações partidárias e afins. Aliás, o poder infinito do Estado é a consequência de praticamente todos os programas de todos os partidos.

    Quanto ao dr Louçã, há muito perdeu o benefício da dúvida. A maior parte das pessoas merece a interpretação benévola do que diz. Não é o caso, pelo contrário.

  3. “Sim tenho a certeza que li os textos. Além da leitura enviesada e falaciosa da realidade, parece-me óbvio que os remédios implicam a acção totalitária do estado, ou de outra super estrutura .”

    A maior parte desses textos parecem-me, por detrás do paleio (cheio de palha, é verdade), nada mais que as posições que, há umas décadas atrás, eram defendidas pelos partidos socialistas/sociais-democratas (nada de particularmente “infinito” ou “totalitário”).

  4. “nada de particularmente “infinito” ou “totalitário””

    Não teria tanta certeza Miguel, mas o problema mais grave é que se enterram os meios necessários (totalitários)e as consequências (poder “infinito”)no meio da palha.
    No domínio das intenções tudo é muito agradável e, infelizmente, julgam-se os programas por estas. A análise da realidade, o resultado dos programas e os meios empregues são irrelevantes se o agente está carregado de boas intenções. É um filme já muito visto.

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