Não é só a Ségolène

Hugo Chavez anuncia que irá intervir no banco central, tendo em vista a «construção do socialismo do século XXI».

Daqui a uns tempos será possível constatar que a bancarrota do sec XXI não difere grandemente da do sex. XX.

0 pensamentos sobre “Não é só a Ségolène

  1. “Daqui a uns tempos será possível constatar que a bancarrota do sec XXI não difere grandemente da do sex. XX.”

    Vejo que aderiste ao catastrofismo…
    Não é o aquecimento global que aí vem, mas a bancarrota.
    A tua lógica de raciocínio está cada vez mais parecida com a daqueles cientistas/ecologistas/verdes/amigos dos animais em quem tu tanto gostas de zurzir 😉

  2. “A tua lógica de raciocínio está cada vez mais parecida com a daqueles cientistas/ecologistas/verdes/amigos dos animais em quem tu tanto gostas de zurzir ”

    Não tenho culpa que não percebas de economia.

  3. Já agora. Na zona Euro acredito que os franceses não tenham grande sorte porque, por sorte, a Alemanha não parece disposta a fazer-lhes a vontade. Aliás este estatuto do BCE foi uma condição por eles imposta para abandonarem o DEM. Parece que a hiperinflação do sec XX os deixou vacinados contras estas irresponsabilidades.

    Mas se por acaso estiver errado aconselho toda a gente a largar os euros o mais rapidamente possível. Emigrar também será uma boa opção.

    Quanto à Venezuela já não vejo grande salvação. O dinheiro do petróleo não dá para tudo.

  4. “Não te sabia adepto do determinismo histórico.”

    Achas, portanto, que podemos actuar impunemente sobre as variáveis económicas?

  5. Porque será que aconteceu a estagflação dos anos 70 ou a hiperinflação a seguir à Iª guerra mundial? Porque é que nos países sul-americanos a hiperinflação era endemica até aos anos 80?

    Será que foi apenas uma circunstância histórica? Como acontecem determinadas “desgraças” a uns países enquantos outros, parecem safar-se bem?

  6. Marvão,
    Sabes bem que pôr mais tinta e papel na impressora não é igual a “desenvolvimento” económico.
    Embora alguns progressistas democráticos a isso tenham recorrido ou ainda recorram.

  7. “Porque será que aconteceu a estagflação dos anos 70 ou a hiperinflação a seguir à Iª guerra mundial? Porque é que nos países sul-americanos a hiperinflação era endemica até aos anos 80?”
    Nada nos diz que o controlo democrático sobre o BCE a isso conduza.

  8. Os políticos dizem que o com o “controlo democrático” querem aumentar o emprego e baixar as taxas de juro. Como é que achas que isso se consegue?

    A resposta certa é: inflação. É claro que os efeitos positivos duram pouco tempo. Depois temos de pagar a conta com uma bela recessão.

  9. “A resposta certa é: inflação. É claro que os efeitos positivos duram pouco tempo. Depois temos de pagar a conta com uma bela recessão.”

    No estado em que está a Europa, se vier uma grave crise monetária acho que as consequências não vão ser só económicas (e estas só por si já serão gravíssimas…).

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