I told you so

Estádios de futebol já não vão pagar Imposto sobre Imóveis

Aumento da capacidade inicial faz aumentar custos previstos da Ota

(a propósito da última notícia: Critérios Editoriais Incompreensíveis de JCD)

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  1. Comentário de Miguel Sousa Tavares no Jornal Expresso – 21/10/2006:

    «Em primeiro lugar, grave não é que se diminua o investimento em 3%: grave é que, enquanto se vai cortar em coisas que são importantes para estimular a economia ou defender a justiça social, se mantenha a aposta nos projectos megalómanos e irresponsáveis da Ota e do TGV para Madrid. Por que é que o PSD não faz disso cavalo-de-batalha? Porque, tal como sucede com o PS, nesses ruinosos projectos estão envolvidas as empresas que lhe garantem o grosso dos seus financiamentos, para onde os seus dirigentes esperam retirar-se mais tarde ou que os seus deputados/advogados irão patrocinar, após cessada a sua passagem pela política?»

  2. Outro (re)conhecido especialista em temas económicos:

    Jornal Público, 17 de Dezembro de 2003:

    Manuel Queiró acredita que o traçado do TGV, anunciado na Cimeira Ibérica do mês passado, “não é um projecto do Governo”, mas sim de “um grupo exterior”. “Este não é um projecto de um Governo, é um projecto de um grupo exterior que se impôs sucessivamente aos dois [últimos] Governos”, denunciou o dirigente do CDS/PP, anteontem à noite, em Coimbra, num debate onde foi discutido o impacte do transporte ferroviário de grande velocidade na região centro.

    “É de um grupo exterior que não tem rosto, que não aparece ou só dá a cara fugazmente”, reforçou o ex-deputado centrista, sem contudo nomear responsáveis.” Na sua opinião, “é o menos transparente do ponto de vista político, [uma vez que] não foi apresentado à opinião pública, ao Parlamento e nem sequer ao Conselho de Ministros.”

  3. Outro ainda:

    Diário Económico – 26/10/2006:

    «Orçamento de Estado 2007 2006 – TGV e transportes absorvem metade do investimento»

    «Mais de metade do programa de investimentos do Estado, terá como destino a rede de transportes. De uma assentada, o novo Orçamento entrega 2.514 milhões de euros (50,5% do PIDDAC) ao programa 24 – “Transportes” – , metade dos quais (1.268 milhões) serão destinados à integração do país nas redes transeuropeias. Por outras palavras, um quarto do PIDDAC terá como destino esta sub-rubrica, onde predomina o TGV.»

    «Ontem, na apresentação do OE, Teixeira dos Santos confirmou estas previsões com uma certeza “a OTA e o TGV não estão em risco”, sublinhou, mesmo sem se saber qual será o desenho final destes projectos ou o grau de interesse dos privados no seu financiamento.»

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