“The libertarian vote seems to be in play”

The Libertarian Vote

Our new research finds that 15 percent of American voters are libertarian rather than liberal or conservative. People generally say that a liberal favors government intervention in the economy and protection of civil liberties, while a conservative is opposed to both economic intervention and the expansion of civil liberties. Libertarians oppose government intrusion into both the economy and personal freedoms.

(…)
Our data show that libertarians have generally voted Republican—66 percent for Ronald Reagan in 1980, 74 percent for George H. W. Bush in 1988, and 72 percent for George W. Bush in 2000. But they are not diehard Republicans. John Anderson and Libertarian Party candidate Ed Clark got 17 percent of the libertarian vote in 1980, and Ross Perot took 33 percent of the libertarians in 1992.
But for those on the trail of the elusive swing voter, the real news is 2004. The libertarian vote for Bush dropped from 72 to 59 percent, while the libertarian vote for the Democratic nominee almost doubled. It’s not hard to imagine why. Libertarians didn’t like Bush’s record on excessive federal spending, expansion of entitlements, the federal marriage amendment, government spying, and the war in Iraq. Kerry didn’t offer libertarians much except that he was not Bush, but he still narrowed the Republican majority among libertarians from 52 points to 21 points.
(…)
Had President Bush received 72 percent of the libertarian vote, as he did in 2000, he would have had 11.4 million libertarian votes. Instead, he received only 59 percent, or 9.4 million. Had those 2 million voters not switched to Kerry, Bush’s narrow 2004 win would have been a resounding re-election.

The libertarian vote seems to be in play.

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3 pensamentos sobre ““The libertarian vote seems to be in play”

  1. HO

    “Our new research finds that 15 percent of American voters are libertarian rather than liberal or conservative.”

    15% é um número, no mínimo, e eufemisticamente, surpreendente. Aliás, gostaria de conhecer melhor o que responderam exactamente os “individuals who hold libertarian views but may be unfamiliar with the word.” Considero isto “One Rasmussen poll found that only 2 percent of respondents characterized themselves as libertarians, even though 16 percent held libertarian views on a series of questions” mais explíticito e realista, apesar de alguma ambiguidade.

    Também é curiosa, e explica muita coisa, a referência ao John Anderson, que apoiou o Mondale (!!) contra o Reagan em 84 e estava na plataforma do Nader há 4 anos. “Bush’s record on excessive federal spending”, ahn?

    Quanto ao conceito de “civil liberties” a que supostamente os conservadores americanos se opõe, de que estamos a falar? Qual a diferença entre isso e os “civil rights”? É em nome das liberdades civis que se obriga a esconder a rebel flag, que se envia a Guarda Nacional para Universidades, que se legisla discriminação positiva e hatecrimes, que se põe o governo a resolver os problemas de vizinhos que não se entendem ou os tribunais a legislar contra a vontade das pessoas.

    Estas liberdades civis, da ACLU, do Lincoln, do JFK e de, paradoxalmente, muitos libertários, são, a meu ver, uma emulação do garantismo dos direitos positivos e do federalismo. Grande parte dos so-called libertários americanos, que são “progressistas” nos valores morais, estão mais perto de Payne do que de Jefferson, e não se incomodam nada de ver o governo federal a legislar a moral desde que esta seja a deles.

    Sempre existiu uma margem de libertários americanos, desde os liceais objectivistas que nunca aceitaram bem a derrota no que o Buckley chamou a “battle for the soul of the GOP” dos anos 60, nem a aliança, natural e muitíssimo bem sucedida, com os dixiecrats ( e a consequente homogenização ideológica dos partidos), os anarco-capitalistas mais furiosos e o seres pantanosos que resultaram do lado negro do fusionismo (a propósito, e lateralmente, a maioria das críticas ao Meyer vieram precisamente de libertários) que não só nunca estiveram no GOP como muitas vezes estiveram abertamente contra ele. Até ao momento, nunca houve grande crise. Tenho muitas dúvidas que esta gente possa acrescentar algo de válido ao conservadorismo americano e ao GOP; let alone que influenciem eleitoralmente seja o que for. Este deve continuar a falar para os
    “conservadores de príncipio”, que, estes sim, é um risco demasiado grande alienar (eu considero, em termos eleitorais exponencialmente mais preocupantes as críticas de alguns sectores evangélicos do que estes delírios estatísticos do Cato), e dar mais atenção aos “conservadores da dúvida” e, obviamente, aqueles que “held libertarian views on a series of questions”, principalmente se as “questions” forem “economic issues”. Mas sem ceder a lirismos e utopias. No fim, a demografia é que manda, e, para o bem e para o mal, num futuro prevísivel o caminho tem de ser aquele definido pelo Karl Rove, sob pena da direita norte-americana ficar reduzida, uma vez mais, a um detalhe, cultural e politicamente.

    É claro que muitos conservadores e libertários têm de estar zanagados com esta administração, principalmente em questões de política económica (apesar da habitual dose de hipocrisia nestas coisas: os que tanto criticam a administração por isto são os mesmos que não apoiaram nas câmaras a reforma da segurança social, afinal o grande projecto do Bush para este segundo mandato) e de política externa. Mas qual é a alternativa? Entregar o poder aos Democratas, cada vez mais socialistas, economicamente proteccionistas, intervencionistas, federalistas e socialmente progressitas (ler propensos a engenharias sociais e às causas fracturantes) ? Alguém leu a plataforma do Ned Lammont? É assustador.

    O GOP pode levar, e muito provavelmente levará, uma grande sova nas próximas eleições – como levou no 6º ano do Reagan (e tanto perderá votos de libertários como de conservadores). Mas se a direita americana aprendeu alguma coisa nos últimos 40 anos é que a grande aliança entre conservadores sociais e liberais económicos é o que melhor assegura que uma nova vitória estará ali ao virar da esquina. E é perfeitamente possível continuar a encontrar plataformas mínimas de entendimento no que são os valores verdadeiramente essenciais na defesa das liberdades: “states rights”, originalismo constitucional, realismo sem isolacionismo, impostos baixos, diminuição e privatização das prestações socias. Delírios como a eliminação total do welfare, isolacionismos, fronteiras abertas e a erradicação da religião da vida pública são completamente prescindíveis. Pelo menos até os tais 15% saírem das sondagens e aparecerem nas urnas.

  2. CN

    “realismo sem isolacionismo”.

    Tolerar o Iraque mesmo não concordando muito sim, mas qualquer coisa perto de “isolacionismo” é imperdoável. Mas, o “isolacionismo” em boa verdade não existe como escola, foi um termo à la Roosevelt, grande amigo de Estaline, para denegrir apenas um principio geral de prudencia e neutralidade, e combate à lógica do império a cujo combate esteve na origem da independência americana. Por isso, é um falso fantasma.

    Por exemplo,os ingleses foram “isolacionistas” em relação à guerra civil americana, apesar da estratégicamente o seu interesse e coração estar com os Sulistas.

    Um vez que foi a maior guerra civil de sempre, com maior numero de vitimas (700 000), deviam ter intervido por interesse, humanitáriamente “and all that”? Não , foram terriveis e obscuros “isolacionistas”…

    PS: De qq forma , quer o post e o comentário são muito interessantes.

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